Quinta-feira, Março 12, 2009

PÚTEGA ILEGALIDADE DO ME

Há um sonho que milhares de professores alimentam, mesmo os que por cálculo curto e tibieza larga naturais claudicaram com a entrega dos OI: que, em breve, o Tripé iníquo do ME, esse Galheteiro de Perdição ao mando de outra inominável Fraude de Fraque Armani, se submeta ao juízo liminar condenatório do eleitorado português. Um eleitorado cujos olhos tornados bem abertos para as Mentiras Viscosas de quatro anos de governação pífia se manifeste massiva e consequentemente implacável. Porquê? Porque o veneno corruptor e a devastação imoral dos interesses falsificam a nossa democracia, rasuram a nossa liberdade, atraiçoam a nossa aspiração a transparência e verdade. O PS e quem o tutela com a trela dos tachos e dos lugares elegíveis parasitam Portugal, optaram por perseguir cinicamente os professores e abafar todas as vozes contrárias ao seu rodízio particular de interesses, ilegalidades e abusos inconfessáveis, escolheram enlamear a classe docente e humilhar outras classes com penúria e esbulho, urdiram encher do esterco da discórdia um espaço de criatividade e dádiva incompatível com pressões venham de onde vieram: hoje a Escola, amanhã o que eles quiserem já que a cobra constritora do poder acumulado existe neste PS para que este PS cinzento e pragmático controle e asfixie Portugal por mil anos, como o III Reich. É, por isso mesmo, preguiçosa, parasitariamente pútega, a ilegalidade continuada do ME que está a mando da grande vocação à fraude e ao desenrasca, à mentira e ao sem semancol janota. Quatro anos disto cheira a quarenta do outro esterco corporativo de má memória que deu origem a ilustres emigrantes, como Jorge de Sena, e a uma massa passenta de simplórios que estão aí todos, a baterem palmas à Ministra e ao presidente do Conselho, dizendo «apoiados» a patifarias e «bis» a esta asfixia democrática: «A Plataforma Sindical dos Professores entrega amanhã de manhã no Ministério da Educação, no mesmo dia em que começa o concurso de professores, um abaixo-assinado de protesto contra as regras do mesmo. Os docentes garantem que a legislação foi “uma vez mais imposta unilateralmente” pela tutela depois de “nada do que de essencial as organizações sindicais propuseram” durante as negociações ter sido considerado.»

0 comentários: