
Talvez as regras de aterragem manual ou automática devessem ser urgentemente revistas, sendo que, no segundo caso optativo, que sabemos muito fiável e sólido, só na presença de condições ambientais perfeitas de aterragem e nenhum historial de malfuncionamento de um 'pormenor poderoso' como um altímetro. Em todo o caso, a estranheza por este acidente é completa. Sobretudo em face de uma situação que se percebe cabalmente evitável com a devida prudência: «Um problema no altímetro terá estado na origem da queda do avião da Turkish Airlines, na semana passada, quando se preparava para aterrar no aeroporto de Schiphol, em Amesterdão, anunciaram os investigadores holandeses. O aparelho partiu-se em três ao atingir o solo e nove dos 135 ocupantes perderam a vida.“Os registos áudio e das caixas negras que estão na nossa posse mostram que ocorreram irregularidades durante a descida do avião”, explicou Peter van Vollenhoeven, director do gabinete de investigação de acidentes aéreos holandeses. Segundo o responsável, o avião estava a fazer a aproximação à pista em piloto automático e “a uma altitude de 1950 pés, ou seja cerca de 700 metros, o altímetro esquerdo indicou subitamente uma mudança de altitude” que foi transmitida ao sistema de controlo. Acreditando que o aparelho estava quase a tocar no solo, o sistema desligou os dois motores, o que provocou uma acentuada desaceleração e a queda do aparelho.Vollenhoeven acrescentou que as informações prestadas pela Turkish Airlines mostram que aquele mesmo altímetro já tinha registado problemas em outras duas ocasiões.»
2 comentários:
...desafortunadamente o Homem, embora imite bem os pássaros não é sustável como eles...
Interessante. Continuamos na senda da Lusa-Digest.
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