«Um dos jargões da língua de pau do regime que mais me irritam é a "transparência". O pequenino Martins, que preside ao bando atiladinho do partido maioritário no Parlamento, usa e abusa dele. A necessidade de falar muito em "transparência" é esclarecedora de per si. Martins é uma pérola da pior retórica parlamentar, medíocre e improvável. Nisso ele é muito transparente.» João Gonçalves, Portugal dos Pequeninos
1 comentários:
A banditagem legal conseguiu mais uma vez ficar com milhões que dariam muita satisfação a milhares de pobres.
Em matéria de transparência houve hoje três avanços.A f. finalmente reconheceu que não é "namorada"do Lider Bem Doirado.A Relação de Lisboa em acordão acabadinho de sair tornou o Presidente da dita Assembleia totalmente transparente.As malas,pastas e outros caixotes para o transporte da "guita"podem a partir de agora serem transparentes.
O camarada Jerónimo mostrou-se muito indignado com o discurso do PR,a propósito disto e daquilo. Como ele disse de Cavaco, era só garganta. Pois, camarada Jerónimo, nem uma semana passou e ficámos a ver quem é que tem garganta. Estamos esclarecidos quanto á coerência do camarada Jerónimo. Passou a ser cúmplice daquilo que acusa aos outros. Lá dizia a cartilha soviética: acusa os outros daquilo que tu próprio fazes.
Tem piada o paralelismo entre o que se passa aqui e em Espanha a respeito do financiamento partidário. São de facto farinha do mesmo saco e vão-se defendendo uns aos outros.
Em Espanha financiam também generosamente os sindicatos para esquecerem a lábia da defesa dos trabalhadores. Estes mergulham aos milhões na pobreza e na esmola que os filhos virão a pagar. A minha avó dizia "Quem quer festa sua-lhe a testa" mas isso ...era no tempo dela. "Bons rapazes" ... não há dúvida não andassem de gravata.
Tão diferentes e tão iguais. Quando se trata de legislar em causa própria, são uns mãos largas! A festa eleiçoeira já chama pelo povo e o circo, que ele vai ter que pagar, promete. O pão é que está mais difícil.
Ficou expresso que, com mais este bonus, é expressamente proibido que os partidos possam receber futuramente, subsídios de entidades privadas, nomeadamente de empresas para evitar escândalos de corrupção como o do Freeport e de empreiteiros que não hesitam em oferecer chorudas prendas a autarcas? Se assim não for este aumento não faz sentido nenhum e é um escândalo, sobretudo se considerarmos a situação económica do País.
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