Porque as palavras me são luz e instrumento explicitador de amor e inconformismo, de dor e de prazer; porque as palavras me são garantia de esplendor carnívoro pela verdade toda, pela carcaça da realidade que só eu poderei devorar, rei e tirano do dizer inédito, serei, porque o sou de facto, o inextinguível e feroz PALAVROSSAVRVS REX. [joshuaquim7@gmail.com][Um blogue de Joaquim Carlos]

Terça-feira, Julho 14, 2009

URGENTE DEBILITAÇÃO HIGIÉNICA DO PS

Santana é sempre o bode expiatório com que estes partidocratas, Costa, o goês, e Sócrates, o Armani-Armante, armado agora em mansinho, escondem a própria insuficiência, eles que superaram largamente o Governo crivado de deslealdades que Sampaio eutanasiou. E não o superaram em matéria de trapalhadas. Superaram-no em matéria de esquemas e operações de torção à realidade. Coisas pensadas, programadas, para ficcionar e artificializar a vida real, segundo o princípio da propaganda antes da realidade ou de qualquer outra coisa de autêntico e palpável. Um Governo despesista, mas sem dinheiro. Um Governo que faz, promete e acontece, quando a impotência financeira é quem mais ordena, a não ser para saciar os desígnios de facção. Chega de invocar Santana. Em primeiro lugar, o PS não é de Esquerda. O PS de Sócrates é um insulto à Esquerda. É um programa chavístico, esbulhatório e explorador dos cidadãos, miserabilizante para Portugal. Com propaganda cara, a Direita socratinesca desejaria lograr ser aclamada, ditatorial e perpetuísta como a Esquerda ditatorial, aclamada, "cristã" e populista de Chávez, na Venezuela. Por isso, ouvir de Sócrates a expressão "Direita" para dizer "os outros", é ridículo. Que Direita? O PP e o PSD? Mas haverá nessas siglas a mesma sofreguidão do poder pelo poder, da caça infrene ao voto, conforme se percebe no partido devastador de Extrema-Direita Desastrada, chamado PS?! Parece que não. Este PS representa toda uma Direita que é preciso emagrecer, moralizar, enfraquecer, a fim de que Portugal finalmente respire liberdade e desconstrangimento, se liberte da lógica siciliana, reciprocamente protectora de um Partido cuja pátria é o Poder e o Dinheiro, afastada que está dos portugueses e do serviço deles. Mais Esquerda da séria e mais Direita da genuína. Chega da prostituição aos Fortes e do Interesseirismo sem ética travestido de Política. Veja-se como a Banca Portuguesa é escandalosa e deficitariamente tributada. Porquê? Não é lá que estão e para lá que vão estes ávidos de Poder, tarde ou cedo?! Um pouco de esperança e novos tempos, de esta vez com quem sabe, não é pedir de mais: «Com o falhanço da união da esquerda como pano de fundo, António Costa quis hoje clarificar a escolha que os lisboetas terão de fazer nas eleições de Outubro: entre “o rigor e a trapalhada, entre a competência e a aparência (...) entre a política ao serviço dos cidadãos e a política espectáculo”. Uma escolha entre “passado e futuro”, como já tinha sublinhado José Sócrates, secretário-geral do PS, defendendo ainda que “nunca houve vitórias da esquerda com qualquer enfraquecimento do PS”.»

3 comentários:

Mary disse...

Olá, novo amigo!

Obrigada pela visita ao meu blog e pelo cumprimento!
Aos poucos vou me inteirando do conteúdo do seu blog. De início, posso dizer que gostei muito do seu estilo de escrever. Embora o que eu tenha lido até agora, diga respeito ao seu país, já vi que vou gostar dos próximos tópicos. Concordo com a postagem sobre a "gripe de papel"!

Abraços brasileiros,
Mary

Rodrigo Nascimento disse...

Obrigado pelo grato elogio... fiz umas aletrações no layout do meu blog. em um momento oportuno quero ler seus textos.

abs
rodrigonascimento1@msn.com

Rodrigo Nascimento disse...
Esta mensagem foi removida pelo autor.