QUEM DERA!
Não há férias nem descanso verdadeiro com angústias e demasiadas incertezas no horizonte. E o dos portugueses é esquisito, muito pouco esperançoso. Ainda podemos sorrir e pensar que não, que tudo se comporá, mas a verdade pode ser outra e começa desde logo por ser outra num espírito já com demasiadas razões para se ter tornado desconfiado do bem, duvidoso da normalidade. Quem dera desligar por completo e deixar que ideias novas aparecessem e fossem brilhantes ou que pelo menos a esperança fosse tão luminosa como esta empatia que se acende fácil e pura diante do outro!

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