Uma das coisas que mais nojo nos deveria causar é o facto de a vérmina socratista ainda lá estar, corroendo, minando, sugando os parcos recursos do Estado na sua poalha de reles. Nada pára a endogamia socialista com a sua mão firme sobre tudo o que mexe e lhes permite boiar entre as próprias fezes. É impensável que permaneça intacto o mesmo Poder Apodrecido que nos trouxe, sorrindo o seu alarve esgar rasgado, até ao mais humilhante começo de miséria entre as Nações: «Em "A Pantera Cor-de-Rosa" existe um episódio passado no deserto e numa mina de diamantes: a pantera tem a pedra preciosa, o explorador - seu inimigo - tem um cantil de água; vão trocando sucessivamente de bens, sabendo que a escolha é entre morrer rico ou viver pobre. Nós, portugueses, não temos senão uma escolha: será a de sobreviver, mas pobres. Passos e sócrates poderão acabar mal politicamente, mas apenas por meses ou breves anos (veja-se o paleio de puta que pinto-de-sousa tem de reserva, e óptimo para enganar futuramente povo e televisões). Economicamente, um poderá "administrar" o que o Avô-Ângelo lhe proporcionar. O outro poderá desfrutar do pilim que já tem acondicionado em off-shores - abadalhocando-se diariamente em merdices Armani e D and G. A nós a miséria; e não paramos nós próprios, como povo, de dar curso à nossa natureza.»
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