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| "Judite decapitando Holofernes", Caravaggio, 1599, Galeria Nacional de Arte Antiga (Roma) |
«No princípio era a Palavra, e a Palavra estava com Deus, e a Palavra era Deus. Ela estava no princípio com Deus. Todas as coisas foram feitas por meio dela. Nela estava a vida, e a vida era a luz dos homens. E a luz resplandece nas trevas, e as trevas não a compreenderam.» (João 1, 1-5) [joshuaquim7@gmail.com] © Joaquim Carlos Rocha Santos
1 comentários:
Como é visível no quadro, a corajosa e heróica Judite secciona de um golpe a jugular do bêbado e incauto Holofernes. Em vez de uma lâmina 'Nacet' (dois crocodilos de uma vez só!), é usado um punhal - a arma de eleição para semelhantes operações. O bíblico episódio é completamente incompatível com as babujices fufentas da "Jugular"; mesmo assim consideremos Judite como Câncio, e a velha coadjuvante como Vidigal (que assiste, a ver se aprende algo), embora Vidigal seja de longe mais útil à sociedade do que Câncio (mas na condição de abandonar as colagens estéreis e a arte de gume rombo que se pratica hoje universalmente); 'Holofernes', para elas, será a vida normal em família, pais, mães, filhos, avós, valores e laços de sangue - o rei-tirano a abater.
Ass.: Besta Imunda
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