Domingo, Março 06, 2011

FUCK ME IMATERIAL

Qualquer coisa de paradigmaticamente nojento o extinto Grupo de Trabalho para o Património Imaterial: «Dois dos membros daquele grupo, que custou ao Estado cerca de 209 mil euros, acusam o Instituto dos Museus e da Conservação (IMC) de nunca ter proporcionado as condições indispensáveis ao seu funcionamento. Um deles, o ex-director regional de Cultura de Lisboa e Vale do Tejo, Luís Marques, responsabiliza pessoalmente o secretário de Estado da Cultura, Elísio Sumavielle, pelo falhanço do projecto e por ter "lesado o interesse público".»

1 comentários:

francisco disse...

Agora anda aí a tesão do Património Imaterial. Já lixaram o património material, portanto a única forma de manter boys em inenarráveis e improdutivas funções é abraçar o etéreo. Não há uma vaga para supervisor do património oral erótico ou presidente do Instituto das coscuvilhices, insultos e maledicências populares? Eu gostava.

post scriptum: Claro que o Património Imaterial existe e é importante, não acredito é na integridade das dinâmicas que levam à criação dos organismos e dos projectos que visam o seu estudo e salvaguarda. Por mais água das rosas que usem a perfumar as suas acções, o que vem destes governantes cheira sempre a podre.