HUMILDADE, MORTAIS!
Mais uma hora terrível em que o Planeta fala, de esta vez no Japão, engrossando a voz e reduzindo a cinza, pó, lama, o altivo ser humano. Coisas que nos ajudam a uma introspecção profunda e ao pensamento sábio de não andar pela vida com as lâmpadas do amor apagadas por falta de azeite como as virgens estultas. Humildade, mortais! Quando ninguém espera, o ladrão irrompe, mortífero.
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e de gentes
João Eusébio da companhia de Joshua refere que há no mundo umas plantas que poderão ser como cá, melões mas cujos frutos são viventes e imitam a espécie de borregos ou cabritos.
Estes enquanto verdes vão crescendo com o suco da planta, quando amadurecem levantam-se vivos e comem a erva circunvizinha, até que se despedem da vida em que nasceram
Quem cria corvos fica sem olhos
Tais são as unhas domésticas que não contentes com tudo quanto lhe dais querem dominar tudo quanto encontram
e tudo é pouco para sua cobiça e voracidade
assi é a morte
assi é a vida