INTERSTÍCIOS SANGUÍNEOS

Declaro solenemente que por vezes, à luz crepuscular, ergo o olhos ao Céu onde rompem interstícios de azul ou a fímbria rósea sanguínea do pós-sol posto, entre o plúmbeo das nuvens. À luz esmaecida, dialogo com o Silêncio, sinto a Brisa que beijou Elias e regresso à minha Hora. Ah, zarpar logo e tomar posse Disso que ainda me é Fé e me será Pátria.

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