«O homem está choné. Desde as pontes dos terroristas até ao fim dos plenários às sextas, passando pela do povo que tem de sofrer as crises como o governo as sofre, quem é que toma esta ilustre figura como gente séria? Almeida Santos está para a política como o Futre para o futebol, é só rir.» Anónimo

4 comentários:
Sócrates não tem maioria absoluta, logo a responsabilidade da crise a que o país chegou é sem sombra de dúvidas da maioria parlamentar da Assembleia da República que só aprova o que quer, quando quer e como quer, daí que a não aprovação do PEC e das consequencias que daí advieram são da inteira responsabilidade dos partidos da oposição que chumbaram por unanimidade da coligação negativa o PEC proposto pelo governo. Por muito que custe a muitos iluminados a realidade é esta.
Se o governo estava ciente dos problemas que o chumbo do PEC IV traria ao país, como tantas vezes José Sócrates afirmou na semana que antecedeu a respectiva queda, porque razão o primeiro-ministro não colocou os interesses do país à frente do seu orgulho, não se demitiu e não procurou alternativas ao PEC IV?
Afinal de contas, apesar de se ter demitido, o governo está na mesma a aplicar parte das medidas do PEC IV, esse mesmo que tinha sido chumbado, e que terão «um impacto estimado nas contas públicas de 0,8 por cento do Produto Interno Bruto (PIB)» de 2011. Sim, deste ano.
Está tudo a correr tão lindamente, como tanto se propagandeou em Fevereiro, e afinal são precisos mais 0,8% do PIB já este ano?
Não se percebe. Excepto, claro, se a demissão foi apenas um pretexto para fugir aos problemas que estavam mesmo a chegar (défice de 2010 1.3 pontos superior ao anunciado; dois empréstimos gigantescos para Abril e Junho; falta de dinheiro em diversas empresas públicas). O que se percebe, isso sim, é que com todo este teatro, a coisa piorará.
(...) Não tenho nada contra José Sócrates. Se ele se limitasse
a ser um vendedor de automóveis, ser-me-ia indiferente. Mas ele é o primeiro-ministro e está a dar cabo
do meu País. Não é o único, mas é o mais importante de todos".
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Convém não esquecer também que depois do anúncio da não recandidatura de Zapatero, do abandono da presidência do FDP por parte do ministro alemão dos estrangeiros, todo o equilibrismo da "Interessenpolitik" em que assentou o negócio do PEC em Berlim tornou-se um vazio.
Esta tipo, é um imbecil e um facinora. A fama, já vem de Moçambique.
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