Toda a gente sabe que o mal está feito e o local do crime é conhecido. Somos, porém, mais que o comportamentos dos mercados financeiros e o que nos reservem: podemos inovar nas escolhas políticas e dar lições de civismo e democracia aos que prosseguem prostituindo as palavras, jogando com elas e atirando-as contra a parede como barro ou esterco. Somos, porém, igualmente mais que as homilias e os discursos da mais fatal e sinistra falsidade habitual. Portugal não perecerá por mais indecentes e primitivos que lhe sejam os criminosos que elege.
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