DESCULPE, MAS ESSAS DÍVIDAS OFENDEM-NOS

«Numa altura em que se fala muito das dificuldades que o Estado está a sentir para se financiar, o crescimento explosivo da nossa dívida pública continua a não incluir importantes rubricas, tais como o endividamento de todas as empresas públicas e das parcerias público-privadas. Há, provavelmente, ainda inúmeras dívidas que poderão não estar devidamente contabilizadas e/ou orçamentadas, de modo que a dívida pública real poderá ser ainda mais elevada do que dívida pública oficial (que já é a maior dos últimos 160 anos). Porém, as dívidas do Estados e dos organismos públicos não ficam por aqui. Há ainda as dívidas que transitam para anos posteriores, bem como as dívidas aos fornecedores.» Álvaro Santos Pereira

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