Ainda não estou convencido de que o mundo não está mesmo, mesmo interessado que a Europa não vá ao fundo, [sobretudo o mundo dos short sellers bolsistas, ao que parece os que verdadeiramente fodem com países e reputações], e de outras entidades subterrâneas que vivem do sangue alheio] embora a Europa me convença que ir ao fundo parece inexorável à medida da obtusidade nórdica e à medida da inflexibilidade ou lentidão de alguns países do sul, cuja excepção, elogiada e recomendada, é Portugal.
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