Entre aqueles, raros, que se habituaram a desprezar ou a odiar a Selecção a partir do momento em que o melhor guarda-redes não era porque não era convocado, e os que desejam toda a sorte do mundo aos nossos rapazes, não há nada. Ou se ama ou se odeia. Ponto. Escrito isto, esta noite no Dragão parece consensual um resultado positivo frente à Islândia, construído na paciência e na porfia. Talvez. Os nosso prognósticos relativos aos jogos da Selecção tornaram-se excessivamente prudentes em razão de amargos de boca sobejos. Dizem que será inevitável vencer, mas o certo é que não há meio de depositarmos um teor de fé assim tão absoluto na Selecção, talvez porque alguns jogadores a evitem e, quando convocados, aproveitem para descansar, conviver e serem 'geridos' na perspectiva prioritária da agenda dos clubes. Veremos.

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