Sábado, Outubro 08, 2011

EM DEFESA INCONDICIONAL DO ÁLVARO

Quando se percebe que até Seguro não resiste em eleger Álvaro Santos Pereira como o elo mais fraco do Governo porque sim, percebe-se a marosca mal-intencionada da mais reles e imoral oposição dentro da parte reles do PS que é a maior parte. Dessa maledicência estéril e pouco fundamentada também não escapa o jovem trapezista Ricardo Costa, cabeça de drive dupla, ou até o inesperado António Manuel Venda. O Álvaro, que é todos os dias combatido, desprezado, reduzido, derrotado, para o Venda «fez uma triste fez ontem à tarde no Parlamento». Porquê? O critério é o da forma. Ora então, o ministro ingénuo e informal Álvaro tem um problema de forma? O que lixa este argumento é o facto de o anterior executivo desastroso ter sido bastante perfeito na forma. Os assessores que assistiam o Pseudo-Engenheiro e Exímio Actor eram absolutamente inexcedíveis no manuseamento das buchas informativas, produzindo um spin de altíssima eficácia mediática.  Mas isso era tudo o que tinham para oferecer. Isso e refrões altissonantes. Se o Álvaro, até exercer funções governativas, professor universitário no Canadá, segundo Venda «mais parecia um aluno cábula a ter de repente de fazer um prova oral» prefiro-o assim, como Einstein perdido e aos papéis, mas eficaz no espírito da letra e recto no exercício das suas funções ao serviço do País. Em face disto, o que me parece é que o Venda, o António e os demais voyeuristas da política preferem as grandes bazófias do passado a qualquer coisa que revolucionarize e torne sóbrio o Estado e faça terminal o chupismo instalado. E é pena. 

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