Não me recordo de um argumentário em autodefesa tão significativo e impactante: «Nas alegações finais, num italiano quase perfeito, Knox negou ter morto a estudante britânica com a qual partilhava o apartamento. “Paguei por um crime que não cometi”, disse. A estudante norte-americana foi detida pouco após o assassínio de Kercher. Emocionada, disse em tribunal que queria “voltar para casa” e, em lágrimas, considerou as acusações “injustas e sem fundamento”.» Público
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