Sábado, Outubro 01, 2011

PASSOS, JARDIM E OS BOIS SEM NOME

A forma como os socratistas agudizam, com assaz grotesca impostura, a questão da Madeira e das suas eleições prova a qualidade reles de quem nem sequer dá a cara ao emitir esterco em grande. Recorde-se que as eleições legislativas de 2009 foram fraudulentas, uma vez que os números do défice real haviam sido ocultos ou adulterados pela dupla de sucesso Sócrates-Teixeira, e essa fraude passou incólume, ninguém a denunciou a não ser em surdina. Isto serve de paralelismo e comparação já que se encarniçam contra Jardim, mas não contra os demais descontrolos da gestão desastrosa 2005-2011. Não se pode limitar a liberdade de Passos Coelho em dar ou não dar a conhecer já o montante da dívida oculta e o “programa de ajustamento macroeconómico para a Madeira”: goste-se ou não, o povo que vota em Jardim não é sensível aos humores dos ex-assessores-bloggers e conspiradores socratistas. A estes custa recordar que compete a Passos Coelho romper com a Mentira por grosso que foi a marca de água de um Governo maligno e multimentiroso, graças ao qual nunca o controlo das mentes e vontades havia sido tão nazi e primário em Portugal. Ainda não se fez justiça a Portugal quanto aos efeitos daninhos desses seis anos socratinos de trapaça. Não é grave que São Bento mantenha em segredo as medidas que irão ser tomadas na Madeira ou que a dívida oculta agora revelada possa ser não a verdadeira, mas a que o Governo Regional decidiu que poderia ser dada a conhecer. O reajustamento é fatal. Fatal a austeridade ali. Grave é que os mais dissolutos assessores socratistas, bois sem nome, ralé mais reles da destruição de Portugal, tenha o topete de uma palavrinha a dizer sobre o modo como Passos Coelho decide gerir a questão madeirense. Não lhes assiste qualquer legitimidade.

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