Esta noite senti a presença maléfica do pior Queiroz do África do Sul, 2010 sobre o relvado dinamarquês. Com ele, esta campanha rumo ao Europeu começou por quase naufragar e soluçar. Bento chegou para unir e reestabelecer empatia com o que estava quebrado e em processo acelerado de deserção escaqueirada. Levantou um grupo. Inverteu o rumo. Parecia que sim. Ora, a julgar pelo que se viu nesta-noite-para-esquecer, Queiroz incorporou Paulo Bento e regressou frente a esta Dinamarca repleta de toscos voluntariosos e logo para perder ingloriamente, fraquejar e mostrar aquela velha mediocridade que parecia banida para sempre. Já tinha voltado a partir do momento em que a questão Carvalho pôde eclodir daquela forma, que consistiu num tiro no porta-aviões luso. Não poderia haver pior prenúncio do problema anímico e físico hoje patenteado em Copenhaga nem poderia haver coisa mais nefasta para lançar por terra um trabalho de união senão a questão Ricardo Carvalho. Esta noite, viu-se demasiada crispação e desunião desportiva no grupo. Sobre o campo nada mais que aquela morredeira e incapacidade, quando todos, mas mesmo todos os jogadores, especialmente os mais geniais e desequilibradores, surgiram a menos de trinta por cento. Hoje, a mediocridade a que Queiroz nos habituara regressou e arrastou-se pelo jogo o máximo de tempo possível. Por isso, Postiga encheu o campo tal como Martins e o próprio João Pereira mostrou ser aquele paredão intransponível às investidas sempre goradas dos pobres dinamarqueses. Enfim, nem Carvalho, nem Bosingwa: às teimosias amedrontadas de Queiroz sucedem-se as teimosias irredutíveis de Bento. É o fim do estado de graça.
8 comentários:
Estava mais que visto...Esperemos que a equipa se una, se não lá vai europeu.
a 'quiulpa' é do orçamento, da madeira e e da troika.
Bom, bom foi o Rolando. É sempre um esteio da defesa. Já o tinha sido com a Islândia e voltou a fazer uma notável exibição...
Cumprimentos
Viram os comentários dos jogadores no fim? Na melhor linha de C. Queiroz, que sempre via as coisas ao contrário do que todos víamos. Por exemplo, Moutinho disse que começaram mal mas que depois jogaram bem. Surreal!!!
bosingwa, pepe, dani, coentrão... E até o eduardo p substituir o mãos de manteiga kridinho do p.bento.) A seleçao sem estes fica muito limitada. nesta selecçao nao ha lugar para estupidez e burrices da dupla rolando/b.alves, joao pereira inseguro, meireles com pouca garra a k estava.mos habituados, carlos martins a falhar a parva, postiga a dormir e um moutinho tao pekeno k mal s mexia. O c. Ronaldo fez o k pode pois tava sempre sozinho e desanimado e o nani tem qi de um nabo coitado. (nem falo do defesa eskerdo k nem sei o nome e n fez p merecer k o decorasse)Ptt em novembro ha k reunir realmente os melhores e o p. Bento k ponha o orgulho no bolso e va falar de homem p homem com o r. Carvalho k precisamos d um patrao a defesa decente como s viu hoje!
Não pretendemos que as coisas mudem, se sempre fazemos o mesmo.
A crise é a melhor bênção que pode ocorrer com as pessoas e países, porque a crise traz progressos.
A criatividade nasce da angústia, como o dia nasce da noite escura.
É na crise que nascem as invenções, os descobrimentos e as grandes estratégias. Quem supera a crise, supera a si mesmo sem ficar "superado".
Quem atribue à crise seus fracassos e penúrias, violenta seu próprio talento e respeita mais aos problemas do que às soluções.
A verdadeira crise, é a crise da incompetência.
O inconveniente das pessoas e dos países é a esperança de encontrar as saídas e soluções fáceis.
Sem crise não há desafios, sem desafios, a vida é uma rotina, uma lenta agonia. Sem crise não há mérito.
É na crise que se aflora o melhor de cada um.
Falar de crise é promovê-la, e calar-se sobre ela é exaltar o conformismo. Em vez disso, trabalhemos duro.
Acabemos de uma vez com a única crise ameaçadora, que é a tragédia de não querer lutar para superá-la.
(Albert Einstein)
Neste momento, depois de cinco vitórias consecutivas, carregados de elogios, os jogadores portugueses são criticados. O português tradicional é aquele que rapidamente esquece o bom e adora malhar nos outros.
Por que é que hei-de ter mérito no elogio e demérito na malha, Daniel-San?
Malhar e elogiar faz parte da paixão e espicaçar os ânimos já me está a render ameaças de morte benfiquistas.
Gosto do odor a sucesso... lol
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