Se me fosse dado o dom da ubiquidade e do viajar no tempo, teria indicado a ponte mais próxima ao líder do Partido Nacional Democrático Alemão de extrema-direita, Udo Voigt, debaixo da qual pudesse pernoitar em sossego. Não sei aonde vai buscar dinheiro um líder de um partido de brutos, num País com uma história brutal de extrema-direita, para recorrer ao Supremo Tribunal a fim de processar um pobre hotel de luxo por lhe ter negado alojamento. Não houve qualquer discriminação. Apenas higiene.
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