Luís Filipe Vieira decidiu elogiar rasgadamente Vítor Pereira, treinador do FC Porto. Vale o que vale. Veneno, nesta hora incerta portista, repleta de indeterminações, desconfianças, desarticulação em campo. Vítor Pereira, ao contrário do que declara maviosamente Vieira, ainda não provou solidamente o seu valor, embora vá a tempo, começando por ganhar amanhã. A caminhada triunfal do Benfica contra mortos, como o Paços desta noite, essa soma e segue, ilustra o tempo com as suas esperanças de liderança. E basta ouvir a conferência de imprensa de Jesus, de regresso à filosofia da bola e às notas artísticas, onde se apresenta como omnisciente e profeta dos movimentos do adversário, para perceber a nova tendência, a onda que poderá carregar, ou não, o Benfica em ombros. Pimenta no cu dos outros é refresco. Veremos.

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