quinta-feira, março 31, 2011

PURO PRAZER DO POTE

Haja pachorra para a pocilga a céu aberto montada pela rapina socialista.

SÓ ISTO

«Está mais que visto que isto não vai com quadrilhas de políticos. A Islândia está, segundo dizem, a ensaiar um caminho que me parece o mais indicado para Portugal. Primeiro, substituir a Constituição que foi criada pela corja política. Depois eleger deputados directamente pelos cidadãos eleitores, isto é, por todos os que estiverem em condições de votar. Acabam-se com as tricas partidárias e colocam-se na governação do país homens que tenham dado aos cidadãos eleitores sobejas provas de carácter, de honestidade, de seriedade, de qualidades de trabalho,que não usem da canalhice para fazerem valer os seus pontos de vista e que acima de tudo lutem pelo bem da Pátria e não apenas pelo seu bem e do grupo de amigos e afilhados.» Anónimo

ESTE CESSAR DO CIRCO

«Por isso, a argumentação de Teixeira dos Santos é, mais uma vez, uma vergonha. Queixa-se o Ministro de alteração de regras. Na verdade, está na posição do futebolista sarrafeiro que passou o jogo a distribuir cartuchada. O árbitro foi sendo complacente. A certa altura, perante mais uma entrada dura, decidiu-se finalmente por mostrar o cartão amarelo. Teixeira dos Santos, em vez de estar calado, dedica-se agora a esbracejar, dizendo que o cartão é injusto porque já fez outras entradas iguais ao longo da partida. O ponto fundamental é que, quer no caso do BPN, quer no do buraco das empresas públicas de transportes a responsabilidade existe e os portugueses vão ter que a pagar. Tal como vai acontecer relativamente às parcerias público-privadas. Chegado à governação, o Professor de Finanças decidiu converter-se no Professor Mandrake. O dia de hoje marca o fim da ilusão. Sócrates e Teixeira dos Santos ficarão na história de Portugal por terem protagonizado um projecto consumado de co-incineração das contas públicas.» Rui Rocha

BREVE RESUMO DE UM PARTIDO PÁRIA

O post a seguir citado está brilhante, tirando a putativa auto-exclusão do PCP de uma solução alargada de governo. É desejável que o PCP se integre nesse processo. Penso que podemos aspirar ao estabelecimento de amplos entendimentos que passem por esse partido, caso nesta Hora siga sendo patriota e honesto. Penso útil e desejável a presença dos comunistas dentro de um Governo Plural que tenha em mente exclusivamente a libertação criativa, negociada e bem articulada do País, posto em semelhante colete de forças pela incompetência dolosa socratista: PREVISÕES E CERTEZAS «Confesso que quando ouço alguém dizer que Sócrates irá ganhar as eleições legislativas, alterno entre o divertido e o incrédulo. Pergunto-me como é possível que alguém tenha uma visão tão curta que ache que o povo votante é estúpido a ponto de fazer a mesma asneira 3 vezes. Se nos reportarmos ao resultado de 2005, o PS teve 45.05% dos votos com 120 mandatos de deputados. Isto depois de um período de insatisfação ampliado pela "fuga" de Durão Barroso para a UE e de uma apurada campanha de descredibilização do governo anterior. A ajuda de Vitor Constâncio não foi uma questão de pormenor. A intoxicação com o deficit e a famosa previsão até à centésima ajudaram a cimentar no eleitorado uma necessidade de mudança.
Eleições de 2005
PS - 45.05%
PSD - 28.70%
PCP - 7.65%
CDS - 7.26%
BE - 6.38%
Passaram-se 4 anos e o povo votante percebeu que todo o esforço que tinha feito não tinha dado em nada. Pelo contrário as coisas tinham piorado significativamente. O ataque demagógico a classes profissionais inteiras e os episódio muito pouco claros em que se viram envolvidos membros do Governo, em especial o 1.º ministro, causaram uma erosão e um descontentamento crescente na sociedade portuguesa. Mesmo assim, e fazendo uso de medidas eleitoralistas e atacando a oposição acusando MFL de "representante" de velhas ideologias, conseguiu nova vitória eleitoral. As lutas internas e a instabilidade no PSD nada trouxeram de positivo a um partido que poderia ter crescido muito mais que uns meros 0.4%
Eleições de 2009
PS - 36.55%
PSD - 29.11%
CDS - 10.43%
BE - 9.82%
PCP - 7.86%
Mesmo assim o tombo do PS foi notável. Perdeu 9% e viu-se numa situação de minoria na AR. Mas continuou a agir como se fosse uma maioria. A ponta do iceberg começou a ser evidente. Os anos anteriores tinham ajudado (e de que maneira) a arruinar um país com uma economia estagnada há mais de 10 anos. Um endividamento absurdo quer privado quer público colocou-nos numa situação de pura indigência perante os nossos parceiros da UE. O Governo e o PS não podem mais esconder aquilo que foi a (des)governação socialista desde 2005. Um caminho seguro para a ruína. Países que enfrentaram de forma muito mais pesada a crise financeira de 2008 apresentam hoje indicadores de recuperação firmes ao passo que Portugal, pela incapacidade do seu governo que persistiu na negação das evidências, está ainda numa espiral descendente. Se em 2009, o PS ainda usou os dinheiros públicos para aumentos eleitoralistas e pôde esconder o verdadeiro estado das coisas, hoje já não pode. Não pode esconder mas ainda tenta fazê-lo. Apanhado com a boca na botija tenta alijar responsabilidades apontando para o único partido com hipóteses de ganhar as eleições - o PSD. Mas fala só do que se passou desde há um mês atrás branqueando completamente o que foi a sua actuação muito antes de qualquer situação de instabilidade. Com os sucessivos PEC nas mãos sempre afirmou peremptoriamente que todos eles iam ser a solução para os problemas. Já nem a treta da defesa do Estado Social é credível. Sobretudo quando sabemos que uma das medidas do PEC IV era a de congelar as pensões mais baixas e de reduzir as deduções à colecta em sede de IRS, dois componentes claros desse Estado Social que ainda resta. O governo olha para isso como "despesa do estado". Desde as eleições de 2009 o PS mostrou a sua verdadeira face de um partido sem ideologia, governado por gente sem princípios e sem palavra. Por um partido e por um governo que tem causado verdadeiro sofrimento no povo eleitor. E sofrimento onde lhe dói mais - na carteira, e por arrasto no estômago. Achar que o PS pode passar incólume a tudo isto é no mínimo ridículo. O povo ainda consegue perceber quem lhe fez o quê. Não basta retórica para imbecis e um tom assertivo na conversa para que as pessoas deixem de sentir na pele o que lhes caiu em cima desde 2005. Tentando fazer previsões, eu diria que o PSD ganhará as eleições mas as diferenças mais significativas serão no CDS e no BE. No CDS no sentido da subida e no BE numa descida. O PS irá provavelmente ficar com uma expressão eleitoral semelhante à que o PSD tem hoje, e o PCP será mais ou menos o mesmo. O PCP é sempre o mesmo. Mesmo tendo oportunidade de pertencer a uma plataforma alargada de salvação nacional, prefere ficar de fora e mantendo a legitimidade para criticar. Jerónimo podia mandar tatuar na testa a frase "contra a política de direita", uma vez que é sempre o que diz de cada vez que abre a boca. Não há novidade nenhuma a vir daquele lado. Louçã pode ser um excelente tribuno, mas como quase todos os bons tribunos é muito bom em conversa e por aí se fica. Pode ser um excelente economista mas Deus nos livre de um dia ele ter hipótese de transformar o país no seu ideal político e económico. Cada vez mais se comporta como um líder único dentro do BE e isso trouxe alguma inquietação aquando da moção de censura ao governo. Não acredito que o eleitorado fuja do PS para a esquerda radical. Não nos esqueçamos que esse eleitorado veio do espaço político do PSD em 2005 ao ter sido o PSD "empurrado" para a direita pela ocupação do PS do seus espaço político (em teoria, apenas em teoria). A outra coisa que me faz esboçar um sorriso é quando alguém diz que o PSD não tem um programa de governo. Bem, na verdade não tem o PSD, o CDS, o PCP, o BE e nem sequer o PS. O primeiro programa de governo elaborado com a liderança de Vitorino, foi triturado e atirado à rua no 1º ano de governação socialista. Desde aí foi navegação à vista, casuística e completamente desconexa. A única parte do programa que ficou foi a elaborada pelas agências de comunicação a soldo do governo. Daí a crença de Sócrates e dos seus próximos que a propaganda bastava para manter a máquina oleada. A chatice é que a realidade não se compadece com o teatrinho montado pelo governo e agora o cenário caiu e não há agência de comunicação que lhes valha. Estou seguro que Sócrates precipitou esta situação ao perceber que era impossível gerir o caos que criou. Se o PSD engolisse o PEC ele ganhava, se não engolisse, ganhava na mesma. É duma infantilidade gritante pensar que a não comunicação do PEC ao PR e à oposição foi apenas um lapso numa formalidade sem sentido. Sócrates melhor que ninguém sabe o que iria deixar a oposição irritada e as consequências dessa irritação. Aceitou passar por um tipo sem carácter só para conseguir o seu objectivo. Mas parece-me que o que se passou a seguir não foi muito bem planeado. O PS ficou possuído dum terror absoluto de perder o controle das coisas. E sobretudo perder o controle de quem vai auditar o estado em que deixaram o país. Uma auditoria aos desmandos destes 6 anos revelará provavelmente a coisa mais assustadora que o PS pode enfrentar. Não sabemos da missa a metade... Sabemos agora que o governo andou a "martelar" as contas e que afinal o deficit não era de 7.3%. Número que foi ele também a base de uma campanha de propaganda do governo. A aldrabice do nosso governo não andará muito longe daquela em que a Grécia foi apanhada. É também uma aldrabice deliberada e consciente conseguindo ainda omitir tudo o que foi desorçamentado através de dívidas de empresas públicas e PPP's. A fantástica prestação em 2010 era afinal uma fraude. Mais uma a juntar a muitas outras que foram acontecendo todos os dias desde 2005. Mas ao bom estilo PS, lá apareceu Teixeira dos Santos a dizer que já tudo se sabia etc etc. Pois se se sabia porque é que ele não fez logo as contas bem? Porque é que teve de ser o Eurostat a por o dedinho no nariz das entidades (in)competentes e dizer - Vá, vamos lá a fazer melhor as continhas ok? Haverá sempre aqueles que estão em negação e que vão votar no PS esteja na sua liderança o palhaço que estiver. Mas há outros que não se revêem nesta liderança nem nesta maneira de fazer as coisas. É o eleitorado "flutuante" que pode fazer a diferença. E que a vai fazer nestas eleições que se avizinham. Sócrates não terá outro remédio senão demitir-se. O que vai depois acontecer a um partido que elegeu este indivíduo com 93% dos votos? Renova-se TODO? Os seus apoiantes fazem uma viragem de 180º e fazem o mea culpa? Muito improvável. Vão virar a casaca precipitadamente e aguardar 4 anos para ver se voltam ao gamanço descarado dos recursos do país. Partidos assim não se renovam. Fazem apenas uma retirada estratégica para voltar à carga de tempos a tempos.» Groink

8,6 OU O MAL RESIDENTE

A cada dia, o buraco que se impõe. Made by socratistas-socialistas. Se o défice público registado por Portugal durante o ano passado foi de 8,6 por cento, um valor que fica acima dos 7,3 por cento previstos pelo Governo, então estamos ainda mais encalacrados do que julgávamos. Os nossos sacrifícios foram em vão. Não há PEC servil para com a Kanzelerin Merkel que nos valha nem vale a pena bater mais no PSD: o Mal Residente chama-se José Sócrates, um modo bem rasca, tirano e orgulhoso de destruir Portugal, envergonhando-nos a cada hora. E eis que a dívida pública superou a barreira dos 90 por cento pela primeira vez. Nisto não podem ser assacadas responsabilidades nem ao PSD nem ao PP nem ao PCP. É a palavra falsificada do Primadonna a enfraquecer-nos, a humilhar-nos, ao trazer-nos até aqui cagando e tossindo, com sorrisos e anúncios de exuberante estupidez. João Soares apoia isto, meu Deus. Quantos invertebrados na manada!

CORTINA DE VENENO NEO-ESTALINISTA

Não parece normal que haja ainda quem dê crédito aos socialistas. Mas a vulgaridade medra, dissemina-se com cassetes e blocos de rumores ao serviço do desígnio estalinista por que Sócrates se rege.  Partem para as próximas eleições dispostos a liquidar qualquer adversário com uma barragem de esterco mediático, indo bem mais longe que a nojeira ocorrida nas presidenciais. No nivelamento por baixo e na degradação do ambiente é que eles vicejam. Quem ouve hoje António Peres Metelo não o reconhece, dado o fervor com que, mais que comenta economia, lateja números, palpita versões, crepita defesa aos gritos num histerismo amoroso dos socialistas. Eles colocam um de cada vez a atacar o PSD à mínima palavra lançada e o jogo sujo é feito por toda a espécie de volúveis comentadores voluntariamente cegos, bem pagos, ubíquos, intoxicando o ambiente, num jogo destrutivo, de marcação cerrada à mínima vírgula. «Eu vou votar outra vez no PS?» ouve-se por todo o lado. Quanto custa ao PS encher de "adeptos" os Fora da TSF, SICN, TVI24 e RTPN? Eles são brutais. Eles são exclusivistas. Eles estão gordos. Lello. Vasco Franco. Todos. Estão gordos e são contumazes na gula sobre o Aparelho de Estado.

quarta-feira, março 30, 2011

WAKARIMASTA, DANIEL SAN, MAS...

Wakarimasta私は理解してDaniel-San, mas tudo começou com a imbecilidade clientelar e falsária, autista, obstinada e autocrática do Primadonna. O "orgulhosamente estúpidos" socialista nunca poderia nem poderá resultar, tal como o "orgulhosamente sós" deu no que deu. 

IMAGEM QUE DECAI E SE SUJA

«Aos olhos do ABC, Diario Digital espanhol, Sócrates é "um antipático contra todos". Por insistir que Portugal não precisa de ajuda externa, o primeiro-ministro é comparado a um condutor que viaja em contra mão numa auto-estrada convencido que os outros é que estão errados.» TVI24

A BROXA

O Census 2011 metaforiza toda a farsa de aldrabar índices e números, desde o escamotear a vergonha dos recibos verdes à indecência de ignorar a questão da deficiência. É a broxa da imagem douradora de pílulas na parede suja e carcomida nacional.

OS DINOSSAUROS SOARES E SAMPAIO

«Devo dizer que não fiquei nada impressionado com os apelos recentes e vibrantes de algumas dessas egrégias personagens, em favor da manutenção do statu quo ante em nome do mesmo interesse nacional que as terá remetido ao mutismo mais prudente sempre que a governação socialista dava mais um passo em frente para estatelar Portugal. Sou levado a concluir que foram sensíveis, não ao descalabro a que a governação socialista acabou por conduzir o país, mas ao desmoronamento do PS enquanto partido de governo. Não lhes faz impressão nenhuma que Portugal esteja na merda por causa dos socialistas. O que os impressiona deveras é que o PS se arrisque a ficar na merda por causa de tudo o que fez.» Vasco Graça Moura

TRÊS INDICADORES EM ALERTA

«Portugal tem três indicadores no painel de alertas: os "ratings", a taxa de juro e o sucesso de colocações de dívida. O dos "ratings" e o das taxas de juro já estão a piscar. Não é por acaso que a banca portuguesa está toda a mover-se: a Caixa a apresentar a sua "nova" administração, o BCP a aumentar capital, o BES a internacionalizar-se. Estamos a semanas de testes de stress. De eleições. E de precisar de dinheiro que não temos. Não tarda, estamos a abrir páginas no Facebook contra as agências de "rating" e a fazer manifestações na Av. da Liberdade contra "os especuladores". Ainda veremos Francisco Louçã e Ricardo Salgado juntos ao magafone a entoar: "E os bancos, pá?"» PSG

terça-feira, março 29, 2011

FORNICAR PORTUGAL COMPENSA

O que é a propaganda senão esta insistência em reproduzir uma mentira até que se transforme em verdade, em alijar responsabilidades e em repetir palavras vazias, conforme o fazem Sócrates e a sua máquina de fazer encornados para manter negociatas e clientelas?! A Opinião Pública Portuguesa, seis anos intoxicada de muitas maneiras pelo doloso socratismo maligno, é agora fornicada pela mesma máquina de parir mentiras até produzir os desejados frutos eleitorais de alienação e engano: a ajuda externa que se pretende evitar já se tornou interna, internalizou-se, transformou-se em PEC IV. Ponto. O que falta agora é formalizar essa 'ajuda' negada, renegada, dispensada mas certamente convocada quando ou se o Poder não fugir das garras destrutivas da Situação. O Primadonna, na sua derrama de treta, não cessa a voracidade pelo poder, não se corrige, nada assume das suas malfeitorias até ser silenciado, punido e depois esquecido mediante o voto, única arma para extinguir berlusconis e outros pinóquios.

A SUB-REPTÍCIA MALÍCIA SOCRATISTA




Cumpriria que toda a gente com dois palmos de testa atentasse nesta entrevista de António Barreto. Coisas que os socratistas-socialistas odeiam ouvir, ler e ver, mas que urge alargar ao conhecimento geral para que as consequências próprias das verdadeiras democracias se façam sentir sem tardar: removê-los do local do crime, da ocasião do desmando, do nepotismo continuado porque mudar é possível, mudar de ares, de actores, de mensagens, de caminhos. Melhorar também é possível, desde logo no plano da confiança. Refrescar o País é possível desde os mínimos éticos a todo um reset à lógica falsificatória inaugurada pelas duas últimas legislaturas socratistas sub-repticiamente corporativas, levadas com demagogia, propaganda e slogans a fim de que os amigos e as clientelas engordem e os que sofrem, o povo, empobreçam, sofram e se degradem inexoravelmente. Temos um país mais «po...pobre», mais injusto, encurralado nos impasses megalómanos do Primadonna. O PS prosperou graças a um longo e continuado saque. Não se pode aplaudir o desastre nem as desculpas pelo desastre. Nunca se desceu tão baixo. É preciso romper com  o socratismo, punindo-o exemplarmente. 

BULLYING SOCIALISTA-SOCRATISTA

Ando profundamente desagradado com a SIC. Não percebo de onde vem a energia ou os recursos que a fazem tão bovina e obediente à Situação, branqueando o socratismo-socialismo por todos os meios, modos e oportunidades, veiculando uma destruição sistemática das oposições, amansando perante gente absolutamente daninha para Portugal. É um péssimo serviço ao País, embora presumivelmente lhe renda altos proventos. Os políticos e os partidos não são todos iguais: há alguns que se excedem no crime, na corrupção, na manipulação, na incompetência, basta abrir os olhos e ter memória de curto prazo. Toda a nossa realidade presente de dívida pública, desemprego galopante e corrupção desbragada é atribuível não aos dinossauros, mas aos ávidos socialistas rapaces, mentirosos no seu desgoverno, na ocultação dos números económicos, no aldrabar dos défices e das estatísticas, por exemplo o défice de 2010 que afinal é de mais de 8%, na ruína da Economia e da Justiça, nos juros da dívida há algum tempo colados aos 8%. A SIC não pode continuar a ser séria  enquanto veicula que tudo piorou com a saída de Sócrates ou disfarçar que o FMI não esteja sorrateiramente operando em pleno no País. O facto de o dinheiro entrar e a mentira sair pelas televisões ao serviço do bullying socialista-socratista não vai valer a pena nem adiantará de nada, podem ASS e Silva Pereira espumar à vontade. «É só fazer as contas...» ou «Este PEC é absolutamente essencial...» Quem tiver ouvidos que oiça! Quem quiser viver pela verdade, rejeitará Sócrates e os seus bem pagos sequazes. Rejeitá-los-á e abominá-los-á desde as entranhas, de todo o coração e com toda a mente. Não podemos tolerar que sufoquem e destruam Portugal ainda mais.

ANÁLISE A UMA DEMISSÃO LIBERTADORA III

«c) Jurando o diálogo até ao fim, Sócrates, que não emenda o documento para satisfazer as objecções dos partidos, nem sequer apresenta o PEC, na tarde de 23-3-2011, vira as costas aos deputados e abandona a Assembleia, no final do discurso de Teixeira dos Santos, que, por seu turno também se ausenta durante o discurso de Manuela Ferreira Leite. Trata-se de atitudes inéditas de desprezo, que seriam punidas pelos britânicos, alemães, franceses ou espanhóis, com o ostracismo político. Veremos como o povo português as toleram.» ABC

segunda-feira, março 28, 2011

O DIABO É A FÉ SEM SORRISO

Há excertos preciosos como este que a Suzana Toscano evidenciou. Não resisti a reproduzi-lo e, modestamente, a melhorá-lo nalguns pormenores de somenos: « Este livro poderia ensinar que libertar-se do medo do diabo é sapiência (…) poderia ensinar aos doutos os enigmas argutos com que legitimar a subversão. (…) O riso desvia por alguns instantes o vilão do medo. Mas a lei impõe-se através do medo e, a partir deste livro, o riso designar-se-ia como a arte nova, para anular o medo (…). ";" — Mentiram-te. O diabo não é o príncipe da matéria, o diabo é a arrogância do espírito, a fé sem sorriso, a verdade que nunca é aflorada pela dúvida (…).”»
l
[Diálogo entre Jorge (o velho Monge Cego) e William de Baskerville a propósito do suposto livro perdido da Poética de Aristóteles sobre a Comédia que “vê a disposição para o riso como uma força boa” in O Nome da Rosa, de Umberto Eco (Difel ed.)]

CORRIMÃO DE PAU-SANTO NO LAR DA MITRA

«Um corrimão de Pau-Santo era o que a dona-fátima precisava agora para se agarrar, depois de devidamente varrida da RTP (aquela RTP que 'agora', perante os livros e os programas de Passos Coelho e os rumores de faustos e escândalos de transferências governamentais, se apressa a encenar lucros em 'relatórios e contas' forjados para a televisão). A RTP devia ser reconduzida e reduzida à sua expressão mais simples de um verdadeiro Serviço Público e despedir todos os potes-de-banha que por lá parasitam: Domingas, Fatinhas, Isidros, assim como todas as trombetas-de-sócrates. Reformem-se e vão viver para o Lar da Mitra.» Besta Imunda

RTP E AS MÚMIAS DO SITUACIONISMO

«Se se julga que o inventário final de Sócrates é apenas finanças públicas caóticas, desemprego nos 700 000, desprestigio do País, mão-estendida a mendigar, falências em cadeia, 70 000 a emigrar todos os anos, amizades libias e chavistas, freeports e varas, bpn's e 40 000 boys no Estado, engana-se. Ficam também em memória, os telejornais do zé alberto, as entrevistas sob encomenda da judite, os deenes do marcelino, e as primeiras páginas-dos-grandes-resultados-da-gestão-orçamental do ricardito expressamente... Mas a cerejinha no bolo vestida-na-costureira-do-parque-mayer é a madama de segunda à noite: que profundidade, que apontamento súbito, que digressão pelo up-to-date das últimas do mundo, que familiaridade dos convidados naquele "oh fátima, se me permite...", que contraditório/compreensivo da madama para com o zé, que mundivisão quanto aos temas, que perspicácia quanto aos guests stars. O aumento de chegadas à Portela nos últimos tempos, só pode ser de gente basbaque que não sabe como se faz um pograma de tv a cores, revivalista do preto e branco. Esta madama, mai-lo pereira da mãozinha émula do chefe, o santos silva gerente da caterpillar, SA e o lacão, ainda não partiram e já começam a produzir saudades. As mesmas que temos do vasco-muralha-d'aço, do de santa comba e do fidel. Como viveremos sem esta arqueologia.» Anónimo

CRÓNICO PASSADOR DE CULPAS

«A culpa é do excesso de pensionistas. A culpa é dos desempregados. A culpa é dos doentes. A culpa é dos contribuintes. A culpa é dos pobres. A culpa é das empresas, excepto as ungidas pelo regime. A culpa é da meteorologia. A culpa é do petróleo que sobe. A culpa é do petróleo que desce. A culpa é da insensibilidade. Dos outros. A culpa é da arrogância. Dos outros. A culpa é da incompreensão. Dos outros. A culpa é da vertigem do poder. Dos outros. A culpa é da demagogia. Dos outros. A culpa é do pessimismo. Dos outros. [...]Há sempre "novas oportunidades" para as culpas (dos outros). Imagine-se, até que, há tempos, o atraso para assistir a uma ópera, foi culpa do PM de Cabo-Verde. No fim, a culpa é dos eleitores, que não deram a maioria absoluta ao imaculado. A culpa é da democracia. A culpa é de Portugal. De todos. Só ele (e seus pajens) não têm culpa. Povo ingrato! Basta! Na passada quarta-feira, a culpa... já foi.» BF

FUMOS DE VICIAÇÃO ELEITORAL

«A agenda não escondida do situacionismo, sem ideias vagas e com toda a responsabilidade política, num país rendido ao aparelho de poder que a si mesmo se decreta como o monopólio do interesse de Portugal. Quem paga, come e cala, como é costume. Depois, a oposição é que tem ideias vagas e irresponsabilidade política. Neste simples diploma que não é barafunda nem cambalhota, criamos uma verdadeira trincheira na Europa contra a invasão do FMI, por acaso dirigido por um camarada da Internacional Socialista, porque o PS nunca governou com o FMI (antes de agora não havia um verdadeiro PS...). Se o nosso Primeiro-Ministro fez um ajuste directo com a pretensa chefe da Europa, é natural que os chamados concursos públicos entrem no "simplex" de um mais amplo ajuste directo, sobretudo quando um governo de gestão se transformou no principal palanque da campanha eleitoral, com diários tempos de antena de sucessivos ministros do pretenso partido-Estado! As clientelas aplaudem! [...] No Sporting, se vigorasse o regime "one man, one vote", o presidente Lopes não tinha sido eleito. O sistema censitário e gerontocrático, ao condicionar o sufrágio directo e universal pode ter equivalente, na corrida eleitoral geral da nação. Há muitas pressões no controlo da informação, na mentira e no financiamento das campanhas que deveriam ter, desde já, observadores eleitorais, para eleições "fair and free"!» José Adelino Maltez

O GARROTE DO DESÂNIMO DERROTISTA

Para além de tudo, o Luís esquece que as sondagens em Portugal são um enorme indutor de resultados conformistas entre outros garrotes conducentes ao desânimo mais derrotista: «Em Portugal, há um motivo adicional de zanga eleitoral: o assalto ao aparelho de Estado pela clientela socialista (toda a gente conhece pelo menos uma história), o que introduz o cinismo no eleitorado. É o pote, os tachos, eles são todos iguais, os apelos à abstenção. [...] A ausência de esperança e o horizonte de empobrecimento inevitável será o terreno fértil para a demagogia. Também em Portugal. Por isso, desconfio das sondagens onde o centrão surge demasiado grande e os partidos de protesto demasiado pequenos. Não há razão nenhuma para Portugal não traduzir no sentido de voto o profundo descontentamento que existe na opinião pública e que é tão poderoso como aquele que alastra no resto da Europa.» Luís Naves

PINOTES DO PESTÍFERO SÓCRATES

Não será saudável para os nervos de um português lúcido o pestífero estertor do maligno socratismo. Para as clientelas resta o lento velório de tais enganos e tamanhos logros. Nada mais que ouvir discursos de Calimero, após seis anos repletos de pinotes com impostos, seis anos de cabriolas com anúncios, seis anos com todos os coices ao contribuinte. Mas há quem compre e engula a pestífera personagem. Não é o caso do Carlos: «Para além do suposto e abjecto arranjinho institucional para não destapar os mais que certos buracos nas contas públicas, o Eng. pode vir a contar com outro grande trunfo, na corrida eleitoral: a falta de memória dos portugueses e do próprio. Esperemos que não. Esperemos que o homem seja removido de vez, em nome da salubridade colectiva.» Carlos do Carmo Carapinha

MIL VEZES VIVA A ISLÂNDIA!

O que se passa na Islândia? Uma revolução pela vontade firme, atenta e informada da esmagadora maioria dos cidadãos. Eis um artigo e uma matéria a ler na íntegra e que deveriam ser acompanhados ao pormenor dado o exemplo islandês em democracia avançada, participativa, profunda, directa. Há sempre saídas se forem as que nós quisermos, criativas, abertas ao bom senso, e não as que nos impõem dogmaticamente manipulados por Cães Mentirosos e outros Animais Açulados contra o pobre contribuinte. Quem dera tal estamina social e força cívica alastrasse ao pachorrento Portugal: «Para as mudanças constitucionais, outra vitória popular: a coligação aceitou criar uma assembleia de 25 islandeses sem filiação partidária, eleitos entre 500 advogados, estudantes, jornalistas, agricultores, representantes sindicais, etc. A nova Constituição será inspirada na da Dinamarca e, entre outras coisas, incluirá um novo projecto de lei, o Initiative Media  que visa tornar o país porto seguro para jornalistas de investigação e de fontes e criar, entre outras coisas, provedores de internet. É a lição número 4 ao mundo, de uma lista que não parece dar tréguas: é que toda a revolução islandesa está a passar despercebida nos media internacionais.» Joana Azevedo Viana

AUDITORIA TEMIDA E RENEGADA

«É óbvio que vai haver uma auditoria às contas públicas, a única dúvida é saber se vai ser feita e divulgada antes ou depois das eleições antecipadas. Também é mais do que provável que se encontre um buraco, a única duvida é a sua dimensão.» Pedro Braz Teixeira

domingo, março 27, 2011

DO BULLSHIT SOBRE A "AVALIAÇÃO"

«O bullshit também se instalou nos nosso comentadores encartados como se viu nos últimos dias a propósito da avaliação de professores. Como nada sabem sobre o que acontece nas escolas, debitam uma série de generalidades porque o silêncio foi eliminado da inteligência.» Paulo Guilherme Trilho Prudêncio

RAZÕES PARA O TERROR

A única fonte de terror para Sócrates é a verdade, toda a verdade e nada mais que a verdade. E a verdade é que o socialismo-socratismo terá gerado derrapagens infinitas, mil Taguspark, mil BPNs, mil Varas e Varejeiras, por incúria incompetente, avidez clientelar, glutonaria pelas delícias imorais do mando imundo, gestão danosa do erário, displicência com Portugal, negligência com os portugueses. Nada aterroriza mais essa figura burlesco-trágica [o Primadonna Sócrates] que já não poder controlar 'factos', 'verdades' convenientes ao exercício sorna do Poder, uma vez que a descoberta de novos buracos nas contas de Portugal está iminente, só sustida por Cavaco, coisa a envergonhar-nos e à UE, porque provará os malefícios da Síndrome Constâncio que consiste em falhar sucessivas vezes no acompanhamento e supervisão [de bancos ou Estados]. Depois da Grécia, Portugal é outro Estado-membro nas malhas da trapaça com números económicos. Ninguém sai ileso. Não admira que Sócrates se queira abrigar à sombra das asas de Merkel e fornicar com o PSD. Enquanto isso, ninguém estará a olhar para ele nem para a sua extraordinária obra destrutiva em nome do sectarismo mais reles. 

AUTOCRACIA ALEGRISTA

«Numa altura em que os representantes do povo decidiram que os seus mandatos não reflectem a vontade dos seus representados, Manuel Alegre decide afirmar que ouvir os cidadãos nas urnas é fútil. Um ditador não diria melhor.» PML

XABRAQUE DE LOUCURA E COBARDIA

O processo de branqueamento da incompetência crónica de Sócrates está em curso. Nada como pousar o consolador xabraque de loucura e cobardia por cima do cavalo manco. Mas é necessário colocar os olhos no quão grotesco um processo eleitoral se pode tornar para pensar duas vezes antes de colocar toda a fé nos perigosos organizadores de eleições em Portugal, seja para a presidência do Sporting seja para o Parlamento Nacional [pisado e escarrado por Merkel], basta recordar o cheirinho a negligente fraude ou fraudulenta negligência aquando das últimas presidenciais. As coisas podem ficar feias. Estão a ficar feias. Há certos postais humanos que já percebemos capazes de tudo enquanto não forem parar à prisão que os aguarda ansiosamente há alguns anos. Veja-se a loucura no Sporting que se transformou num saco de gatos sem piedade nem moderação. Veja-se a demência colectiva no estalinista PS a qual, com a eleição aclamativa do Estaline-Sócrates, compra covardemente décadas de irrelevância. Ainda mal.

ANÁLISE A UMA DEMISSÃO LIBERTADORA II

«b) Sem financiamento possível, Sócrates foge à responsabilidade de pedir socorro financeiro. Apresenta, com urgência, o PEC no Parlamento, sabendo que as oposições iriam votar resoluções contrárias ao documento. O que se comprometeu em Berlim (com Merkel) e em Bruxelas, nas costas dos partidos, do Presidente da República e dos parceiros sociais, já não pode cumprir.» ABC

sábado, março 26, 2011

DIAGNÓSTICO DA MAIS IMPURA MALIGNIDADE

«Este primeiro-ministro nunca esteve à altura do lugar a que, por circunstâncias fortuitas da nossa história política, chegou. No dia em que caiu, no momento em que o seu Governo ruía, na hora em que abandonou os seus ministros durante um debate crucial, deixou ver, com mais nitidez, o seu rosto de autocrata. Se houvesse alguma dúvida de que não era mais possível suportar uma “situação” sustentada apenas na chantagem e no desprezo pelas mais elementares regras da democracia, o gesto final deste tiranete vindo das Beiras encarregou-se de a desfazer.» José Manuel Fernandes

PÓS-SOCRATISMO

No pós-socratismo, acredito num Governo com enorme sentido plural, onde seja possível escutar e servir a Sociedade Civil, um Governo que escute e leve em conta Jerónimo de Sousa, que integre o PP de Paulo Portas, espaço multidisciplinar onde todos possam trabalhar juntos, como acontece nos demais países assentes em coligações alargadas e patrióticas, a fim de cada qual dar o que tem por Portugal: o melhor do PCP e do PP serve Portugal. Tudo menos socialistas na governação como insiste Pachacha Pereira sibilinamente. São demasiado incompetentes, interesseiros e ávidos pelo Aparelho de Estado para pensarem que nós, cidadãos, existimos, somos dignos de ser pensados, servidos e amados. O Diabo tem estado com os socialistas e os socialistas têm sido amigos do Diabo. Por isso estamos como estamos.

TUDO SOBRE O PEC ORTOGRÁFICO

Façam o favor de ir lendo aqui. Nunca será de mais combater o PEC Ortográfico, o Aborto Livre, o modelo Indecente de Avaliação dos Docentes, irmãos do PEC IV, da bancarrota iminente e da dívida galopante, frutos maus da mesma árvore malíssima socialista-socratista.

ANÁLISE A UMA DEMISSÃO LIBERTADORA

«a) Foi Sócrates que provocou esta crise política com a negociação secreta do novo PEC com Bruxelas, documento que apresentou sem informação nem consulta à Assembleia da República e ao Presidente da República, com o aviso de que não governaria com o inevitável FMI, e com ameaças de demissão se os partidos não lhe aprovassem o que nem souberam.» ABC

SILVA PEREIRA E SÓCRATES

Estive a ver Pedro Silva Pereira na TVI24. Indiciava uma enorme tensão e um nervosismo ansioso. Pelo ritmo do palavreado deveria estar encharcado em café. A falta de paz era crassa. Por isso espumava, enquanto o olhar dardejava violências, a voz tremia, e toda a sua cinética dramatizava uma hiperbólica gravidade. Ao falar de Passos Coelho adjectivava-o numa explosão depreciativa para além de todos os limites do passional. Não é possível que haja ali uma pessoa individual perfeitamente individualizada, passe a redundância. Dir-se-ia que a doentia sombra solipsista e egolátrica de Sócrates formatou Silva Pereira para que fosse nada mais que um reflexo pálido das fúrias e tiques daquele. Nenhum traço distintivo. Nada de seu. Desaparece Silva Pereira. Nasce um Duplo em pior, um Sósia Moral, um Clone em Mau. 

SOBRESSALTO DE BELO N'O JANSENISTA

Recomendo vivamente a serenidade de uma visita assídua ao blogue O Jansenista. As fotografias. Os posts. Leituras e observações jocosas. E a música. Pode aí acontecer-nos um assalto ou sobressalto de Belo que nos desarme e alimente pelo resto do dia. Quase de certeza que acontece. Não se pode perder. Nada de desperdiçar o nosso tempo longe do Belo, longe do bem que nos faz O Jansenista.

SPORTING EM DIA G OU B

Não se imagina o que sairá das eleições dos Leões, mas há que ter imenso cuidado com o excesso da paixão que cega e com os imitadores de Vale e Azevedo. Eles andam por aí.

CAUSAS DE UMA NADA FUNÉREA DEMISSÃO V

«5. Perda acelerada de popularidade A transferência de intenções de voto para outros partidos e a vergonha dos seus apoiantes é tão grande que é difícil hoje encontrarmos alguém que em conversa se assuma como apoiante de José Sócrates ou até admita ter votado nele. Em 27 de Setembro de 2009, Sócrates parece ter tido 2.077.694 votos a menos do que o Tribunal Constitucional firmou...» ABC

O PEIDORREIRO PROBLEMA SÓCRATES

Cuidado, Pedro, o #Primadonna tem muito a dizer este fim de semana, ameaça. Ontem esse Problema Demissionário Português chamado Sócrates parecia o Presidente da Europa: surgiu de dedo em riste, agressivo e contundente, contra jornalistas estrangeiros, como quem não somente "defende" Portugal, mas agora também "defende" a Europa dos Mercados, do Efeito Dominó. O que seria da União Europeia e dos indefesos europeus se não fosse o Primadonna José Sócrates e o que ele tem a dizer de absolutamente 'luminoso', 'imprescindível', 'decisivo'? Inchado com os elogios néscios de Merkel, babado com os beijos de Berlusconi e os abraços de despedida dos demais líderes piedosos, como o grego, por exemplo, acha-se, na sua loucura, uma espécie de Messias Oficioso disto tudo. Nasceu para aquele glamour. Tiraram-lhe a dose de ser sexy entre eles. E nada mais faz que estrebuchar enrouquecendo de Vítima tudo o que diz de si, contra tudo e contra todos. Cuidado, portanto, com o Primadonna, Pedro. Primadonna uma vez, Primadonna para sempre, para mais a cheirar por demais a Pachacha Pereira no hemiciclo, o único a desalinhar pela pseudo-avaliação alinhando pela velha e demente cretinice socratina, grande sinédoque do Descalabro Nacional operado pelo socialismo-socratistismo. Este fim de semana os assessores não terão mãos a medir para branquear com slogans peidorreiros a grande Farsa do Problema Sócrates. Será num teleponto perto dele, transparente, onde letras correm, à esquerda e à direita para que gagueja mais demência e cuspilhe mais desespero.

sexta-feira, março 25, 2011

UM QUISTO-RELÍQUIA QUE ERA METÁFORA

Morreu essa espécie de verdadeiro pai do PEC IV e de todas as nossas bancarrotas magna obra dos socialistas-socratistas: o modelo castrador pseudo-avaliador de professores, símbolo de toda a merda autocrática agora em colapso acelerado. Qualquer bancarrota financeira começa com muitas pequenas bancarrotas morais, humanistas, começa com cedências ao reles e ao Diabo, à Mentira e à Chantagem Profissional. A liberalização chantageada do Aborto foi uma delas precursora das demais e daquela que traga hoje o Povo Português. Começara também na maligna sanha contra os professores iniciada exemplarmente por Maria de Lurdes Rodrigues, a Medusa Petrificadora. Não serviu para nada. Não permitiu senão discórdia, mordaça, desarmonia. Acaba tarde. Era já a metáfora do nosso desastre, primícias de uma desonestidade monumental a engolir de vexame todo um Portugal de joelhos.

BREVE SUMÁRIO DE UM COITADINHO LETAL

«O grande canalha, canalha, entenda-se, porque refinado aldrabão, caiu. E caiu porque a manipulação e extorsão do povo ingénuo tem limites. Sócrates, apoiado pela legião de canalhinhas que o rodeiam e incensam, na ânsia de benefícios, apesar da sua labiosa oratória, nunca deixou de evidenciar, para quem está atento, o seu carácter prepotente e mesquinho, a sua tendência para o despotismo intransigente e a sua falta de vergonha. Na barriga da mãe foi-lhe dado o dom da oratória. Ele aproveita-o. E nada haveria a objectar se a sua facilidade discursiva não fosse utilizada para influenciar negativamente, para enganar, para aldrabar quem o ouve. Diz-se que Hitler devia ter conseguido, com os seus discursos inflamados, hipnotizar o inteligente povo alemão, talvez como tentativa de explicação do comportamento servil desse povo que tanto admiro. Tenho de aceitar que isso talvez corresponda à verdade, ao ver a passividade com que o povo português, na sua grande maioria inculto, atávico, indolente, com pouca ou nenhuma apetência para aprender, sem vontade para se interessar pelo que não seja futebol, cartas, vinho e mulheres, tenha-se deixado levar, com paciência mais que evangélica e benevolência inaceitável, pelo fascínio do seu discurso. Mas a complacência do povo foi longe de mais e vai pagar bem caro por isso. O covil do Rato é pródigo na criação de aldrabões.» Anónimo

CAUSAS DE UMA NADA FUNÉREA DEMISSÃO IV

«4. Pressão dos apoios internos e abandono de órgãos de poder auxiliar Aumentou a pressão dos apoios internos do socratismo: do meta-sistema, da Maçonaria bloco-centralista, do próprio partido e da sua plataforma financeira e empresarial, para que Sócrates se demitisse. O objectivo desta confluência de interesses sinistros é evitar para o PS um resultado à irlandesa (o partido governamental de centro-esquerda, Fianna Fáil, passou de 41,6%, em 2007, para 17,4%, em 2011), mais grave do que os 20,8% de Almeida Santos, em 1985. Um resultado não permitiria o controlo sistémico que o PS conseguiu exercer, também sob a batuta do presidente Jorge Sampaio, durante os governos Durão Barroso-Portas e Santana Lopes-Portas, nem sequer a contenção das investigações e o controlo de danos sobre os negócios, contratos e actos, realizados pelo Governo socratino com os seus parceiros. Além disso, não tem sido possível estancar a fuga discreta de parte da super-estrutura política satélite. Dá-se o abandono de sectores daquilo que chamo «o nível intermédio instrumental do socratismo»: Maçonaria, alguma Igreja (Patriarcado de Lisboa), media, finança e cúpulas judiciais.» ABC

OS TRUQUES CONTABILÍSTICOS

«Falta a ambos, Governo e oposição, credibilidade. A austeridade do Governo foi fingida: a redução do défice no ano passado resultou de truques contabilísticos baseados na passagem à esfera pública de um fundo privado de pensões. (Não se podendo acusar a União Europeia por isto, ela é culpada de cumplicidade: as suas regras contabilísticas encorajam estes truques e penalizam aqueles que honram os compromissos dos seus fundos de pensões).» FT via Cachimbo 

OS HOMENS DA LAPA

CAUSAS DE UMA NADA FUNÉREA DEMISSÃO III

«3. Bancarrota iminente As duas causas anteriores desencadeiam uma terceira: a ruptura iminente de pagamentos, devido à previsível incapacidade de financiamento no mercado a taxas suportáveis e a possibilidade de nos leilões de dívida o Governo não conseguir arrecadar dinheiro suficiente para pagar juros, salários, subsídios e pensões.» ABC

PEC MAN, THE ONE AND ONLY

CAUSAS DE UMA NADA FUNÉREA DEMISSÃO II

«2. Alteração do Fundo Europeu de Estabilização Financeira (FEEF) adiada para o final de Junho de 2011 O Governo deve ter sido informado e concluído que, na cimeira europeia de 24 e 25 de Março de 2011, seriam adiados para o final de Junho, o alargamento do FEEF e a criação imediata de um mecanismo de apoio aos países endividados, através da concessão rápida e flexível de crédito de emergência. Sem essa alteração imediata, o socorro financeiro não podia ser disfarçado de um apoio pontual (empréstimos-às-pinguinhas...), de uma operação financeira da União Europeia, sem pedido formal de Portugal e sem FMI... . A União Europeia não consentia que Sócrates deixe subir a taxa de juro ao limiar dos 8,5% sem o obrigar ao pedido de ajuda, pois, de outro modo, o euro seria afectado profundamente. Porém, o socorro financeiro formal significaria para Sócrates o falhanço objectivo da sua política.» ABC

CAUSAS DE UMA NADA FUNÉREA DEMISSÃO

«1. Perda de apoio financeiro do Banco Central Europeu (BCE) na sustentação artificial da taxa de juro da dívida do Estado No rescaldo do episódio do compromisso do Governo português com a União Europeia, à revelia da Assembleia e do Presidente da República, sobre o quarto (ou quinto...) Programa de Estabilidade e Crescimento (PEC), tomado firme pelas instituições da União Europeia, Sócrates deve ter percebido, pelos seus contactos internacionais que a paciência da União e dos líderes europeus para consigo tinha terminado. Com o esgotamento da paciência pelos compromissos falsos, de um Governo que não podia cumprir o que prometera aos parceiros europeus, também acabava a sustentação artificial, que a Comissão e o Conselho recomendavam, da taxa de juro das obrigações do Estado português, mantidas artificialmente pelo BCE através de intervenções maciças nos mercados. Sócrates decide, em 15-3-2011, levar o PEC imediatamente ao Parlamento, quando podia adiar essa apresentação para o mês de Abril; durante essa semana hesita, mas após uma intervenção falhada do BCE, em 18-3-2011, para descer decisivamente a taxa de juro das obrigações do Estado português, conclui que o PEC tem de ser apresentado imediatamente no Parlamento (23-3-2011) e forçar a demissão do Governo. A taxa de juro das obrigações do Estado português a cinco anos subiram a 8,20% ontem, 23-3-2011, ainda antes da apresentação do PEC no Parlamento.» ABC

O ABOMINÁVEL HOMEM DO RASTO

[Cartoon criado pelo excelente Henrique.]

FUCK YOU, KANZLERIN

A INTRUSIVA PANZER MERKEL

«O Conselho Europeu, onde a senhora Merkel tem uma opinião decisiva, é um órgão intergovernamental e não consta que ali se critiquem decisões de parlamentos. Estas aceitam-se. Se a chefe de governo da Alemanha criticasse uma decisão do parlamento britânico, por exemplo, imagine-se a comoção nas ilhas britânicas. Se o primeiro-ministro português criticasse uma decisão do Bundestag, que diria a senhora Merkel? O óbvio: é uma decisão da nossa democracia e não lhe diz respeito.» Luís Naves
l
«Seria um erro ver nestas declarações de Angela Merkel qualquer apoio a José Sócrates. O que ela diz é muito mais grave: que não lhe interessa qual o partido a que pertence o Primeiro-Ministro português desde que ele execute as medidas que ela defende. José Sócrates comprometeu-se a aplicar integralmente essas medidas, por isso servia muito bem. Em consequência, foi altamente censurável a decisão do Parlamento português em não dar apoio às medidas que ela determinou. Caberia perguntar à Senhora Merkel se acha que o Primeiro-Ministro português (qualquer que ele seja) não responde perante o Parlamento nacional, da mesma forma que ela responde perante o Bundestag, e se os deputados têm que aceitar acriticamente as propostas do Governo em matérias que são da sua estrita competência.» Luís Menezes Leitão

PSD: UM DIA NO NABAL

«Não tinham ainda passado 12 horas sobre a demissão de Sócrates para a tradicional nabice comunicacional do PSD se revelar no seu esplendor. Logo de manhã, na TSF, já se falava que, aproveitando umas declarações atabalhoadas de Miguel Relvas, o PSD ia “subir os impostos”. E lá vinha Santos Silva em dose cavalar na sempre benevolente rádio socialista. Só à noite vi os telejornais dos canais por cabo e já estava estabelecido que os juros da nossa dívida tinham batido recordes devido à demissão do Governo. Ninguém, claro, referia, que já andavam a bater recordes há não sei quantos meses precisamente porque este Governo estava funções. Ninguém pensou que, se calhar, “os mercados” terão ficado mais preocupados por se descobrir que afinal o défice de 2010 tinha ultrapassado os 8% e, na verdade, ninguém perceber qual é a nossa real situação financeira. A Fitch cortou dois níveis no nosso ranking, e os nossos jornalistas relacionaram logo com a queda do Governo, mas uma outra agência cortou também dois níveis ainda antes do anúncio do PEC 4… Ninguém deu valor ao facto da Bolsa portuguesa ter subido bem mais do que 1%, sem qualquer “pânico” provocado pela partida dos nossos sábios governantes. [...] Que, 24 horas depois da demissão de Sócrates, os socialistas já construíram uma narrativa para se livrarem de culpas do estado desastroso a que conduziram o país, enquanto o PSD tem que responder, na defensiva, porque quer aumentar os impostos, como se fosse o verdadeiro responsável pelo descalabro?» Duarte Calvão

quinta-feira, março 24, 2011

PARTIDOS EM QUE VOTAR?

O CÂNDIDO E PERSPICAZ REBANHO

«Com todo o respeito, creio que a questão de fundo [...] é a existência de um "caldo de cultura" que permite a um reles vigaristazeco, ignorante aldrabâo de feira, com todas as "qualidades" à vista (desarmada...) do respeitável público,ascender a "PM" rodeado da respectiva quadrilha, directamente proporcional ao bípede. E semelhante corja não só é eleita como, passado tempo mais que suficiente para se comprovar a sua corrupção, incompetência, nepotismo, roubalheira (oficial e oficiosa) é reeleita por este cândido e perspicaz rebanho de que todos fazemos parte...» Anónimo

MALEFÍCIOS E MALFEITORIAS

O sofrimento daqueles que lucidamente conhecem o Mal feito pelo socialismo-socratismo ao País ainda não acabou e há-de estender-se na mesma proporção com que a estupidez e a ignorância mais ou menos gerais abençoam a Mentira e a Manipulação mais diabólica. Misteriosamente, circulam os rumores mais sacanas que repletam de desânimo e estúpida indiferença a doxa, seja na paragem do autocarro, seja nos Fora informais da Escola ou da Fábrica. Frutos do cinismo mais cretino e mais danoso, circula que todos os políticos são iguais, que ao PSD devora-o a «sofreguidão pelo poder», que a bancarrota é consequência directa de essa avidez da Oposição. Portanto, Sócrates não tem qualquer responsabilidade pela situação a que Portugal chegou e é ele o único garante do interesse nacional. 

PROFANADOR DESESPERADO

«O artista, no tempo de Adolph H. não teria que se esforçar muito para integrar o staff Goebbels. Era vê-lo ontem, hodierno c/ teleponto, o mesmo estilo ad nauseum, o mesmo ritus mete nojo supostamente grave, a fatiota de sempre, plastificada, tudo a partir de S. Bento lugar supostamente para se falar c/ sentido de estado, espumando ódio contra o mundo, prometendo vingança, deixando bem manifesta a falta de dimensão de um arrivista, que os portuga permitiram se apropriasse daquilo que ele julga ser um brinquedo... Mas por detrás de tudo, analisado o invisivel, detecta.se o desespero, um gajo em desespero... E tem razões. Ele sabe que a partir de ontem, já não controla como controlava. Ele sabe o lixo que tem debaixo do tapete... Ele sabe que o ódio que sente não é superior ao ódio que gerou... Ele sabe que a tenda de kadhafi voou...e nem nessa tem dormida...nem ali será acolhido... O artista vai estrebuchando, num estertor macabro de tigre de papel... Nem molécula de pena, para um estupor que fez de Portugal um cauchemare interminável. Mas o ar hoje está muito mais oxigenado...» Anónimo

AR DE QUEM IA CHORAR

«O canalha só se sente bem quando mente. E mente com um descaramento e uma frequência muito própria de qualquer besta imbecil. Vi-o agora em S. Bento com um ar de quem ia chorar. Farsante é ele e sempre ajudado por bom discurso.» Anónimo

ÉLAN TRÁGICO-BURLESCO

Revestido da credibilidade de um mosquito, sólido como uma jangada que se debate na procela, o Primadonna não desiste de ser ainda poder. E tem razão. Se o seu poder pariu isto, faz muito bem em tentar berlusconizar-se, regressar, ressuscitar como tiranete perfeito numa República de corneados precisamente por si. Negócios, comissões, clientelas. Bater-se-á pelos velhos tempos e pela grande causa clientelar maçónico-socialista umbilicista. Parte derrotado, rejeitado, mas desembainha ainda a murcha espada do élan pífio, enorme viciado na própria aura narcísica. O mesmo show mediático soará a fantasmagoria ridícula como Zé Cabra, fraudulenta como Vale e Azevedo. Ilusão de armar ainda a velha tenda e encenar ainda o velho circo. Ele não desiste como muitos a quem falta uma quinta-feira, tenazes como mastins na mesma determinação-demência. Nós também não desistiremos de lhe garantir um longo colóquio com a História trágico-burlesca socialista-socratista nas suas causas e consequências. Se justiça for servida. Eleitoral e da outra.

quarta-feira, março 23, 2011

MOMENTO CALIMERO

Agressivo e desprezivo para com o seu tapete de teatro e pantomina, o Parlamento, parece que será de São Bento que o Primadonna comunicará directamente a sua demissão ao eleitorado e à opinião pública através das TVs. Está por minutos e já é deprimente. Temos de vomitar sempre que Kadhafi discursa às tropas e declara que vencerá ou que os outros são maus, ávidos e irresponsáveis. Agora Assis perora a favor do charlatão louco e da sua candidatura a uma derrota recorde. Boa sorte, cretinos! 

O EPITÁFIO QUE FALTAVA

«Digam lá o que disserem Soares, Sampaio, Vitor Ramalho, Ferro e muitos outros, só há uma saída: socialismo de merda para a rua e para nunca mais.» Anónimo

UMA FELIZ CATÁSTROFE

Acho espantoso que um conjunto de cidadãos e opinadores considere o dia de hoje uma catástrofe pelo presumível auto ou heterodespedimento de Sócrates. Não apenas uma catástrofe, mas uma das maiores do século, quiçá do milénio, e achem ainda que o culpado dela é Cavaco, Pedro Passos Coelho, as oposições. A chantagem mais cretina afinal funciona. É preciso ser absolutamente grunho e com um par de palas do tamanho dos Clérigos que não sabemos o dos cornos, ma eles e elas andam aí na sua indigência mental, infinita desinformação, crassa malícia incitando o 'Engenheiro' Sócrates «inteligentíssimo» a que não se demita. Toda a nojeira, toda a tragédia de Portugal chama-se socratismo, uma trupe servil, aclamativa de só sapateiro vaidoso de lábia infinita, hábeis recursos de anestesiar com slogans, controlar e ameaçar quase toda a gente que pense à parte do seu excelso pensamento único ziguezaguante. Foi a sua soberba, avidez e mentira de ditador fanático que cavaram a nossa bancarrota e abriram toda a crispação em decurso. Não temos de sentir compaixão se o único terror socialista se prende com o desemprego massivo que espera os seus boys insensíveis à verdadeira catástrofe infeliz da dívida, dos juros, dos PECs terminais. Urge arejar o País e pôr cobro à sinuosidade de processos, às palavras contraditórias com as acções, à ocultação maliciosa dos números e dos factos da economia, à álacre incompetência que sorri e às mil homilias-cacete de malhar com retórica vã. Haja festa, champanhe e canto: poderá sair de cena o grande tampão anímico dos portugueses, o máximo divisor incomum de Portugal, ímpar corporativo conspirativo do socialismo rapace, inigualável desbaratador do Presente e do Futuro. 

CONDENO E CONDENO

É preciso condenar quaisquer gestos de violência gratuita sobre pessoas e bens relativos aos clubes rivais Benfica e FC Porto. Eu condeno. Rui Gomes da Silva condena. Todos condenamos que os discursos de Luís Filipe Vieira e de Pinto da Costa se assemelhem muitas vezes aos de Kadhafi, irredutíveis e incendiários, com os resultados que estão à vista. Ajudaria que o Benfica institucional ou oficial se mostrasse menos imperialista e absoluto e que o FC Porto se apresentasse menos de reduto, menos vítima do centralismo, embora evidentemente o centralismo seja fonte de respostas desportivas fortes e de uma enorme superação, tipo «Subestimem-nos e verão!». Tudo é dinheiro. Qualquer evento insólito vende jornais. Mas o Benfica vende mais jornais que todos os outros clubes juntos. Vítima, vitorioso ou derrotado, nada se compara ao Benfica quando se trata de capitalizar qualquer pretexto a seu favor. Daí o meu apelo aos delinquentes das pedras e das bolas de golf: parem de vitimar o Benfica para que o Benfica não se vitimize ainda mais e os jornais o elevem à imaculada santidade dos mártires!

terça-feira, março 22, 2011

A HISTERIA DE SAMPAIO

O mal do alarmismo de Sampaio e de Soares, muito enxofrado por Cavaco deixar o PS a fritar, é ser um alarmismo tardio e muito menos incomodado com o País, a fritar desde 2005, que com o PS: «Estamos num momento absolutamente crucial para a credibilidade do país, abrindo-se uma porta se as coisas correrem todas mal, como neste momento se está a prever, para haver uma situação de extrema gravidade para o país e para a sua credibilidade» [...] «apelo na qualidade de cidadão activo, à responsabilidade de todos os agentes políticos para que, a 24 horas de votações e discussões, se faça um derradeiro esforço para evitar uma hecatombe» Jorge Sampaio

QUEM TIMONA O CORTIÇO PS?

Jean-Claude Juncker bombardeou o Governo português com um obus de verdade. O que havia para negociar está negociado. A culpa seguirá sendo do PSD, obviamente, já que nesse boneco alguns socialistas ainda batem, exceptuando Assis que já fala a medo, admite a formalidade da mentira do PM e não contesta as autocríticas de Amado. Depois de Sócrates ter mentido continuará a mentir. Alienou Portugal nas nossas costas, despejou a última réstia de soberania orçamental sem ter nem achar o País apenas para salvar a face. Ninguém timona o cortiço PS desconjuntado de gulas e falsificações. Menos ainda a nau Portugal.

INIMPUTABILIDADE CRASSA

Brilhante na ironia: «... o facto de na UE e no BCE terem tomado as propostas de Sócrates como compromissos em vez de como linhas gerais a negociar significa apenas que aquela gente da Europa é tolinha e nunca que Sócrates de facto se comprometeu com o que não tinha negociado.» Maria João Marques

ELES QUEREM NEGOCIAR?

Assis, Lacão, Silva Pereira e o resto da tribo de náufragos socratistas, depois de pauladas e cacetadas como as de ASS, surgem agora implorativos para que a Oposição "dialogue" e "negoceie". Mas afinal os responsáveis da zona euro deixaram bem claro que quaisquer ofertas de negociação das novas medidas de austeridade por parte dos socialistas-socratistas com a Oposição eram impossíveis. Disseram que o compromisso já foi assumido e por isso mesmo não há nem pode haver razões para alterar o programa que já foi apresentado por Portugal a Bruxelas. Não sei se, com isto, haverá ainda espaço para mais língua de pau, implorações de última hora, acenos do abismo, palavras derradeiras. Mesmo Soares, por exemplo, anda angustiado, faz um apelo, e enquanto alguns batem em Passos Coelho, cuspindo e escarrando a denúncia da "sofreguidão" alheia pelo Pote de Governar que esconde a própria, ele resolveu bater em Cavaco. Andam estes falsos cristos de Anás para Caifás sem que ninguém lhes possa valer, após seis anos de amadorismo, soberba e estupidez.

BRASIL DO BEM-AMADO ARTUR AGOSTINHO

Foi em conversa amena, desde o Brasil profundo [interior de Pernambuco], que ao nome evocado de Artur Agostinho me comovi. Era 2007. O meu interlocutor, quase na casa dos setenta, brasileiro de velha cepa, falava dele, recordando-o, com um carinho enorme certamente das memórias da rádio, da televisão, das reportagens cá e lá porque houve uma fase de lá, aliás evocada na imagem que escolhi, e muitíssimo marcante para o Artur. Fiquei orgulhoso e a pensar no que também em mim ressoava do carisma inigualável de esse homem de afectuosidade perene, enorme simpatia, lúcido humanismo nunca manchado. Foi grande. Foi e será sempre um bem-amado de Portugal e do Brasil. 

segunda-feira, março 21, 2011

CULPABILIDADE DELINQUENTE

«A culpa de estarmos na iminência de uma intervenção financeira externa só tem um único culpado: Sócrates e o seu Governo. A culpa é dos sucessivos malabarismos praticados com o défice das contas públicas, com a instalação da propaganda e da mentira como forma de governar, da fuga para a frente como meio de pura preservação do poder. Ao que estamos a assistir é à tentativa de consagrar uma mentalidade delinquente na gestão do poder.» Eduardo Dâmaso

EXCISÃO LIBERTADORA

O PEC dos impotentes, dos desonestos, dos mentirosos não é o corte sério no despesismo público, mas nas migalhas mínimas que contemplavam o cidadão: é com ele que se procurará tapar o buraco de 1400 milhões de euros nas contas deste Governo. Negociar com quem nunca quis inverter a gula dos cargos, dos prémios, das benesses e mordomias, com quem não difere em nada dos piores tiranos nas tácticas mais imorais de permanência dolosa à frente dos destinos comuns? Impossível. O socialismo-socratismo colonizou o Estado, violentou-o e perverteu-o. Merece excisão. E com carácter de urgência.

TRANSUNTO

E eu, Senhor, o que serei,
se da lei da morte livre não me sei ou se obra não deixo?
Deixo só queixas mil tantas e tamanhas. 
Da Injustiça a escassa atenção recebida 
que me macera. Só depois que faleça serei poesia. Tê-la-ei. 
Para quê pensá-la agora?
Meu prestígio é ter sofrido em público 
o trucidarem-me dia a dia Portugal,
Cânone e Pátria, esta, 
em que me espelho 
porque me espelha a mim 
dela transunto.