domingo, janeiro 22, 2012

LURDES RODRIGUES, MENSTRUO DA FLAD

«"o Governo está a acompanhar com atenção as consequências para a imagem da Fundação Luso-Americana (FLAD) resultantes da pronúncia da sua presidente executiva pelo crime de prevaricação de titular de cargo público"[...] "«a ex-ministra da Educação recusa demitir-se»  e a suspensão de funções (auferindo o salário milionário) seria uma solução embaraçante e patética. E nem o Estado português, nem o norte-americano, são responsáveis pelo pagamento dos encargos da sua luxuosa casa na Avenida de Roma, para a qual teria contraído um empréstimo 883 mil euros (segundo o jornal 24Horas, de 3-11-2008)." [...] o primeiro-ministro é que nomeia os três membros do Conselho Executivo da fundação. Portanto, pode substituir Lurdes Rodrigues a todo o momento e sem necessidade de qualquer indemnização.» ABC

1 comentário:

Anónimo disse...

Impossível que alguém 'importante', neste aflitivo lugar esquecido por Deus, tome a nobre iniciativa de deixar as funções públicas ou privadas - em que se encontra, 'gerindo' - quando estala um sururu judicial. Para já, conclui-se que a Nobreza é coisa mítica, do tempo dos unicórnios, apenas do passado, dos romances de cavalaria, dos livros de história - não da 'vida real'. Depois, é só analisar aquelas mentezinhas avaras e aqueles espiritozinhos ambiciosos: se alguém se demite, isso é sinal de culpabilidade; se alguém sai para que a justiça cumpra o seu percurso, a espera corre o risco de ser longa e insuportável - logo "deixa-me cá ficar no tacho, enquanto ganho mais uns cobres". Isto, admitindo ainda biberonicamente que os visados nas investigações e processos são, à partida, considerados inocentes. Porém o que temos mais visto é isaltinos, névoas, loureiros (dias e valentins), varas, ricardos-rodrigues, conselheiros-imunes e inimputáveis de toda a espécie a permanecer "rijos e hirtos como barras de ferro" nos lugares até não poder mesmo haver outra hipótese senão saír - a pontapé. No caso grotesco dos isaltinos-camarários deste mundo até se põe - segundo juristas - a questão supra-cómica de poderem estar em funções mesmo fechados na prisão (telefonando, mandando, despachando, combinando, comprando, licenciando, etc). Lurdes & Pedrosos - uma associação socialista mais do que suspeita, cujos fins, verbas e personagens são um enredo que cheira a aterro sanitário a quilómetros de distância. Resta o pequeno Vitorino que, quando era ministro de Guterres numa pasta e num tipo de vida que detestava, aproveitou logo suspeitas fiscais-da-treta para se por ao fresco com manifesto alívio. Provavelmente não restaria muita gente nestes cargos dourados das 'fundações' se tudo fosse devidamente investigado.

Ass.: Besta Imunda