Lembro-me como se fosse hoje. Aquelas moças de pele alva, pescoço desenhado a tinta da china, olhar esverdeado por trás das repas d'ouro, ancoravam o olhar implorativo no meu e ele detinha-se no delas até à embriaguez. Não. Devia ser impressão minha. Mas não podia enlouquecer. Passaram vinte e cinco anos. Eram polacas. Extremamente belas em tom angelical com o demónio rondando em ardor e tudo o que a pele prometia. Mas não podia enlouquecer.
5 comentários:
Polacas... prefiro mais para o Sul da Europa.
só aprecio o trabalho de Madame Curie
só aprecio o trabalha de Ines Cudna
só aprecio o trabalha de Ines Cudna
As pessoas sentem-se sempre atraídas por aquilo que é mais raro na sociedade onde vivem. Os homens portugueses gostam de mulheres de leste por causa disso, a atracção pela diferença, mas não lhes gabo o gosto, nenhuma mulher de leste tem a sensualidade e o "sal" do Sul!
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