segunda-feira, agosto 13, 2012

INSACIABILIDADE DO CRIME POLÍTICO-ECONÓMICO

O restolho nojento do socratismo é um dos fenómenos que me comprazo em observar porque ele representa o saque triunfante e impune da política, após um assalto ao Estado sem qualquer pudor. Representa, mesmo agora, desarmado do controlo sobre os media e dos recursos públicos com que financiava principescamente toda a espécie de língua-de-pau, a última arma de combate conspirativo-desinformativo em desespero de causa ao serviço dos interesses parasitas político-partidários de uma facção labrega de arrivistas que se deu bem a comissionar o Poder Absoluto que detinham. E o que é o parasitismo político-partidário do restolho socratista faccioso? É a decadência soberba, a defesa do indefensável, a vaidade insidiosa e onanista, o cinismo como método e programa, a gula sectária como único verbo, a inscrição tardia e falsificada na Esquerda como reduto, após o grande coito à Direita com o Dinheiro. O socratismo reminiscente em blogues-broche é o roubo sem prisão, o saque e a impunidade como realidades que comungam numa mesma retórica de autodesculpabilização e terra queimada, chamando campanhas de assassinato de carácter à colecção de factos objectivos, límpidos, apesar de obstruídos, comprometedores, no seu currículo sujo, do mesmo e único porcalhão e seu séquito. Corrompidos em extremo, o Estado e os partidos de poder carecem de refundação, mas não para esse restolho sujo e abjecto socratista. Para ele, as PPP não foram crime, não foram abuso obsceno, não foram oportunidade comissionista política, não foram acordos de roubalheira à descarada, não foram grotescas violações da Lei, da moral, da ética, dos interesses públicos e do mero bom senso. Provas? Um Parlamento-cartel de paus-mandados, advogados subjugados às lógicas instaladas, um Ministério Público no bolso pequeno do Poder Político Socratista que estava, Tribunais amputados, castrados, ridicularizados, desautorizados pela cúpula, conforme jaz bem evidente no limites colocados no Face Oculta. O Estado de Direito para o lixo reminescente socratista é o Estado sob a palma da sua gula nostálgica. Por isso é que todos, PCP, BE, PSD, CDS, apesar de corrompidos e pátina do Regime sem suficiente sentido de serviço ao Povo e ao Estado, convergem numa mesma e unânime leitura: nada mais criminoso e abusivo que as últimas PPP com que os socialistas, maioritariamente os socialistas, especialmente os socialistas, garantiram boa parte dos nossos problemas de insolvência, agora e pelas décadas, ámen. Infelizmente, a lista de malfeitorias, o oportunismo, as atitudes intratáveis, tudo passa mesmo pelas PPP, pela gestão sorna do dossiê BPN, pelo Freeport, pela deriva conspirativa do Face Oculta. Une-os um só e mesmo problema de carácter psicopata em rédea solta. Não há meio de vós, socialistas, querelardes por uma limpeza dessa gente dupla, monturo de ávidos e mentirosos?! Ficávamos todos a ganhar.

1 comentário:

Anónimo disse...

Pronto, já desabafaste, toma a aspirina e vai dormir.