Jorge Jesus ficará para a história do Sport Lisboa e Benfica como o melhor treinador de sempre nas duas últimas décadas. A abrir, logo campeão. Depois, quase campeão e quase vencedor de títulos quase relevantes. Terá sido o melhor treinador, tirando as finais perdidas e os escassos, quase nulos, resultados dignos de memória. A sua posição dentro do clube é hoje de pura fragilidade dado o desdém de que é alvo, preso por ter cão, preso por não ter. Num momento em que o clube incorre em velhos erros, como mudar de equipa a cada época, os efeitos já se sentem no ar: uma sofrível pré-época e uma derrota a abrir a Liga. Assistimos aos últimos dias de JJ como treinador dos encarnados. E é triste. Tanto talento. Tanto potencial ganhador atirados pela janela. Afunda-se e atira-se fora um treinador carismático, o melhor candidato a Ferguson Português, entre a ingratidão da turbamulta vermelha e a insegurança patenteada pelo homem que tantas finais lhe[-à-turbamulta vermelha] proporcionou.
«After he has suffered, he will see the light of life and be satisfied; by his knowledge my righteous servant will justify many, and he will bear their iniquities.Therefore I will give him a portion among the great, and he will divide the spoils with the strong, because he poured out his life unto death, and was numbered with the transgressors. For he bore the sin of many, and made intercession for the transgressors.» Isaiah 53
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