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sábado, dezembro 31, 2011

PIP E OS IMPLANTES DO DIABO

O facto de os mercados chularem os povos, numa rasura cega da ética, e de esses povos não terem argumentos válidos senão, tendo sucumbido a governações assentes em propaganda e trapaça anticristã servida com delírios novo-riquistas, honrarem a palavra e os compromissos assumidos, lembra metaforicamente o que se está a passar com a empresa Poly Implant Proteheses. A sede de lucro de uma empresa sem escrúpulos, o desejo de Poder perpetuado de um Governo sem escrúpulos, tudo redunda em desastre, morte, naufrágio alheios, com ampla impunidade dos sorridentes agentes da desgraça. O problema PIP enodoa a paz de muitos e a cratera de dúvidas e angústia alarga-se. A Rocha Moral onde assentava a nossa Palavra e a nossa Esperança Civilizacionais, Cristo, está lá, se soubermos e quisermos sair do Pauis nacional e europeu para que a internacional obscenidade socialista e nihilista nos conduziu: há um fulcro de perfídia desalmada enraizado na Europa e nos EUA. Há que romper com ele. E esse combate humanista está nas nossas mãos.

segunda-feira, outubro 03, 2011

ESSE SURTO DE BOAS PRÁTICAS

Não consigo determinar em que ponto da nossa história colectiva recente, colocamos na cabeça a beleza poética inscrita no falhar do nosso dever, levando a melhor sobre a entidade patronal, graças a atestados manhosos. Agora a Ordem dos Médicos, como quem acorda do pesadelo da nossa improdutividade cara e da sua responsabilidade directa, vai apresentar nos próximos meses uma proposta ao Ministério da Saúde para reduzir o número de situações em que é necessário atestado médico: em casos como gripes, constipações ou enxaquecas, basta que sejam os cidadãos a assinar uma declaração em como estão ou estiveram doentes. Se a entidade patronal tiver dúvidas, deve poder accionar um mecanismo rápido para mandar uma junta médica a casa do trabalhador. Isso do mecanismo rápido para mandar uma junta média a casa do trabalhador não será assim a modos que... muito caro ao erário? 

quarta-feira, junho 01, 2011

ACÇÃO DIRECTA DE PUNIÇÃO ELEITORAL

Eis uma boa ideia: acção directa de punição eleitoral exemplar pelo quanto José Sócrates representa política e moralmente asqueroso, nefasto e nefando para Portugal. Pertence a este blogue que a promove. Nós aderimos porque é absolutamente justa e um imperativo de actuação mínima para quem ame Portugal!

quinta-feira, novembro 11, 2010

PÔR COBRO

A Conferência Episcopal Portuguesa anda muito activa, mas faz-me lembrar o Presidente da República que se fechou em copas ao longo de meses, anos, enquanto o circo socratista empenava o País e locupletava os seus apaniguados à fartazana. Cavaco e a CEP assemelham-se na mesma amarela, frouxa, ausência de profetismo corajoso e profiláctico, sobretudo num tempo em que o socratismo silenciava, tornava irrelevantes e ridículas tantas vozes adversas a si. CEP e Presidente foram calando a espessa névoa de mentira e esmagamento das pessoas que uma coisa sórdida e insensível como Sócrates e os seus sequazes praticaram, sorrindo, com muita festa, imagem, show de luzes. O pacto de silêncio com que o Cardeal Patriarca abençoou o estrume socialista foi por demais notório do aborto à agenda gay. Com eterna pertinência tardia, a CEP manifesta-se agora contra as medidas de austeridade que têm sido tomadas pelo Governo, porque de modo nenhum são acompanhadas da correcção dos desequilíbrios inaceitáveis terceiro-mundistas na distribuição da escassa riqueza e são consabidamente grosseiros os provocantes atentados à justiça social. Pôr cobro, como a CEP sugere, à atribuição de remunerações, pensões e recompensas exorbitantes já vai tarde. A partir de agora, para combater a retórica rasca socialista de ir perdurando apodrecidamente e a sua práxis de despedimento sumário dos mais fáceis de despedir, só mesmo com uma sementeira de tomates de magno calibre. Em terra que relegou produzir o que come, todo o castigo é de menos e nenhuma vergonha adicional de mais.

terça-feira, junho 01, 2010

TUDO SOBRE A NOJEIRA DOMÉSTICA

«Como diz um comentador no Público, "o azar deles é não serem portugueses. Se fossem, assobiavam para o lado e ainda reclamavam com a CS por se meter nos seus assuntos privados." A ética republicana dos José S. e Ricardo Rodrigues e Assis, por cá, é a da lei. Curiosamente as leis são copiadas desses países...e não se prevê a admissibilidade de se poder fazer corninhos na Assembleia da República. Surripiar gravadores alheios e dizer que foi em acção directa já está previsto legalmente. Mentir no Parlamento descaradamente é o pão nosso de cada dia e por isso o costume que a lei prevê. Por isso temos o que merecemos: a mediocridade, o descalabro democrático e a maior pouca-vergonha de que há memória.» José

terça-feira, julho 07, 2009

INADMISSIBILIDADE ÉTICA ATRASADA

Quando a inadmissibilidade ética chega com muitos dias de atraso, como algumas menstruações, não convence porque demonstra ser não da ordem da convicção, mas da do oportunismo mais deslavado. Não vale agora a pena tentar compor a imagem esborratada na fotografia. A casa-PS mostra o que gasta. Pior para a casa para não ser pior para Portugal. Falta pouco para desparasitar a Administração Central e levar ao Rato um cheirinho a realidade.

terça-feira, novembro 13, 2007

MINISTRO (DO TIRAR A TOSSE) DA SAÚDE


O progresso é isto em todo o seu esplendor estúpido:
não que se ajuste a realidade à Lei, enquanto bom-senso e pedagogia,
mas que se dobre a Lei à realidade unilateral e unívoca.
Se um dia a prática real consagrar generalizadamente o desprezo dos velhos
e a crueldade sobre eles, faça-se uma lei que o caucione.
Se um dia praticar o aborto estiver consignado estritamente
a imperativos subjectivistas, a fundamentos individualistas,
conforme vai estando, que a Lei o preveja e prescreva.
Esta política do matadouro é toda eficiência!
É só cortar a direito que se faz tarde!
...
É a esplendorosa ética correia-de-camposina e um sinal dos tempos.
Havia gente assim igualmente pragmática em Dachau.