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terça-feira, agosto 13, 2013

PS, UM PARTIDO ULTRA-DEMAGÓGICO

Uma abordagem, das mais sérias que li, sobre o que está em causa nos cortes das pensões de reforma: «É legítimo que a maioria dos cidadãos contribuintes, reformados ou não, se sintam defraudados, uns porque lhes dizem que lhes vão reduzir o que recebem, os outros porque não sabem se algum dia receberão seja o que for. Assim como é provável que, perante as dificuldades iminentes, o Governo tenda a tomar medidas circunstanciais que se reduzem ao habitual corte. Este é, mais uma vez, um domínio em que deveria haver uma base mínima de entendimento que salvaguardasse a estabilidade. Não há. Nem isso legitima as declarações de Seguro, afirmando que quando o PS for governo anulará as medidas esta semana anunciadas. Pensando bem, talvez tenha razão. Talvez tenha de tomar medidas ainda mais duras. É a vida!» Alberto Castro

terça-feira, junho 11, 2013

SEM O ESTADO É QUE VAMOS

O que me preocupa são os que vêem no Estado não a fonte de correcção de injustiças e assimetrias, mas o garante particular dos seus interesses, da galinha dos ovos de ouro do que interessa aos mesmos na velha corrupção moral que esfuraca o Regime. Importa mudar e reconhecer que se é pelo sonho que vamos, é sobretudo sem o Estado que teremos algum futuro: «O Estado nada teve a ver com estas iniciativas. Em quase todas há o envolvimento simultâneo de grandes empresas e PME. Em todas há um propósito de produzir resultados. Haja esperança!» Alberto Castro