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sexta-feira, outubro 31, 2014

AUTO DA PORCA DO REGIME VII



[As Aventuras do Santa Alcoveta]

Vara, incumbido de agendar um encontro privilegiado entre SóCrash, o Santa Alcoveta, e o Diabo, lá ganhou ânimo e tratou disso. Foi, naturalmente, mediante um telefonema e um telemóvel descartável. 
— Tô, tô? É o Diabo? 
— Sim, pá, sou eu em pessoa e tal, a substância, o parasita no ser da espécie humana, sou a besta que habita em ti e em quem quiser e fizer por isso. 
— Ah, então é você. Este número está certo. Desculpe lá o incómodo, mas o meu amigo do peito SóCrash... 
— Sim? Trata-me por tu. Somos íntimos. 
— ... pediu-me o favor de lhe propor um encontro... 
— Claro que sim, mas a verdade é que eu estou sempre com ele. 
— Sim, pois, Diabo, claro... Olhe... olha, sei que está... estás, sempre muito ocupado... você... tu vestes bem, perfumas-te melhor, calças-te com primor e requinte... és um excelente orador, o meu amigo Santa Puta admira-te muito... e quer encontrar-se consigo... contigo de um modo... único e especial... 
— Ok. Tratarei disso. Não é preciso que me aguarde neste ou naquele dia, no Gambrinus ou no caralho, Armando, meu camarada. E não lhe digas nada. Far-lhe-ei uma surpresa inesquecível. 

E foi num desses dias em que a maluqueira toma conta da cabeça do Santa Alcoveta e lhe dá para gastar cinco mil euros duma vez em rosas vermelhas, mandadas colocar por todo o apartamento da Bramcamp, e em que depois se deita a aspirar aquela delícia. O Diabo apareceu-lhe, nu, colado ao tecto do quarto, mesmo por cima da cama onde, de braços cruzados atrás da cabeça e pernas cruzados, SóCrash dormitava deleitado. De braços abertos, como um crucificado do prazer, fazendo uma paródia assustadora da famosa cena do filme Beleza Americana, o Diabo acena-lhe e faz-se notar. Abrindo os olhos, SóCrash começa por dar um gritinho, depois percebe quem é, acalma-se, mostra-se familiar e entabula um delicioso diálogo com o seu mentor e mestre: 

— Ahhhh, Não acredito... És tu, Diabo? E o Armando que não me avisa... 

quinta-feira, outubro 30, 2014

AUTO DA PORCA DO REGIME VI

Outro galheteiro de proprietários do Regime e da Democracia
[As Aventuras do Santa Alcoveta]

 SóCrash, o grande condecorado, a alma e a lama do Regime, sentiu um tremor de gozo ao ouvir falar na extraordinária entrevista do seu ex-ministro e ex-penduricalho ameba de Direita Esquerdizante, Freitas do Amerdeiral. Não perdeu tempo e convocou-o para um Porto, na Bramcamp. Pressuroso, a sumptuosa luminária infalível compareceu e, com enorme deferência, foi o próprio Santa Alcoveta a vir ao átrio recebê-lo:

 — Caramba, pá, Freitas do Amerdeiral, dá cá esses ossos, essas banhas essas bochechas impagáveis, pá!
— Meu caro Santa Puta, não imagina a honra em ser por si recebido. Sabe que em Portugal eu pertenço à casta dos especiais...
— Sim, claro, pá, comendador Amerdeiral, tu és um prodígio sumptuoso da palavra e da ideia...
— As TV chamam por mim, Santa Puta... O que eu digo conta!
— Sim, pá... As nossas TV veneram os fósseis do Regime, os inúteis e as canas agitadas pelo vento, professorais sibilinos... E esse, definitivamente, não é o teu caso, pá. Que encantas pela frescura e pelos teus postulados de Esquerda...
 — Claro. Eu sei que sou brilhante... Como o Santa Puta sabe, liderei o CDS, mas basicamente o meu espírito pardo servia de biombo ao génio de Amaro de Costa. Estive com Sá Carneiro, embora muito na sua sombra porque o meu carisma é um carisma...
— ... Murcho... Amerdeiral. Deixa lá. O meu gajo, o Costa, também não tem um quarto do meu carisma, mas nós, no Rato, temos estado a trabalhar nisso.

terça-feira, outubro 28, 2014

AUTO DA PORCA DO REGIME V


[As Aventuas do Santa Alcoveta] 

De óculos escuros e uma gabardine negra, SóCrash, o Santa Puta, encontra-se com o Armando, o Vara, na Pastelaria de Belém para avaliar os progressos no grande Golpe de Estado das Esquerdas em decurso, liderado pelo testa de ferro Costa. Vara cumprimenta-o entre dentes: 

— Então, pá, Zé, Santa Puta? 'Tás bom? E o nosso Costa, como é que a coisa vai? 
— Olá, pá, Armando! Nosso Costa, não. Meu Costa. E o meu Costa vai bem. Fez bem em ir falar de treta de Esquerda para entreter as Esquerdas, lá na taberna irrisória do LIVRE. Eh, pá, aquele Tavares está mortinho por ser ministro. Talvez chegue a chairman da MotaEngil. 
— Cuidado, pá, Santa Puta. O teu gajo continua a nada dizer de substantivo que ultrapasse a mesma lógica do Marinho e Pinto também para que qualquer eventual acordo, seja com quem for, se torne possível, nem que seja com o Diabo. Mas as ideias fazem falta, pá. 
— Ainda bem que falas do Diabo, Vara. Sabes quem foi o gajo que me mandou ter com ele? 
— Com quem? 
— Com o Diabo? 
— Sim, quem é que te mandou ir ter com o Diabo? 
— O filho da mãe do Melícias. Fiquei-lhe com um pó. E no entanto, gostava de um encontro com o gajo. Veste bem e usa bons sapatos e perfumes... 
— Pois, pá. Deste confianças ao padre camarada.... Mas esse nosso gajo Costa... 
— ... Nosso, não, meu Costa... 
— Ou isso, pá, Santa Puta, esse teu Costa não diz nada para além da utilidade que o nada tenha para o processo da tomada de decisões, dá para ver donde vem a sua autoridade política, não é de um carisma de líder visionário como tu, Santa Puta, que ele não tem e nunca terá... 

sexta-feira, setembro 21, 2012

UMA CULTURA DA BURLA E DO BRANQUEAMENTO

O restrito número de socratistas que ainda ousa bolçar opinião a escudar anos de latrocínio alegre sobre contribuintes e contumaz opacidade deliberada nas contas públicas, atira-se dia sim dia sim a quantos, sendo livres a opinar fora da caixa restrita de facção, regressam ao passado das governações socratistas para bater no Intocável Sócrates. Depois de Pedro Santos Guerreiro ter sido alvo de recente reeducação económica segundo a infalibilidade socratista do PEC IV e do aumento manhoso à Função Pública em 2009, chegou a vez de Luís Menezes Leitão.apanhar com o argumentário encornado do pessoal onanista de serviço. O coitado do homem Luís não tinha o direito de embarcar na tese universal de que Sócrates é o rei dos mentirosos por ter mentido em pleno Parlamento: «Sócrates foi apanhado a mentir no Parlamento sobre o caso TVI e foi imediatamente desculpabilizado pelos seus deputados que diziam que se tivesse ocorrido não era grave. O inquérito parlamentar que então foi aberto, e que podia ditar a demissão de Sócrates, evitando o que ocorreu posteriormente, foi convenientemente encerrado com o acordo do PSD. E ficou provado que mentir compensa em Portugal.». O que foi o pobre Menezes Leitão escrever. Pronto, deu um exemplo de mentira. Haveria mais? Com certeza. Infinitos e sistemáticos exemplos de mentiras. Ora proferidas na missa diária das aparições na TV. Ora em treta-chuva no Parlamento, fugindo às questões directas que lhe eram colocadas, repetindo anúncios tão falsos como falidos. No entanto, para os zelosos defensores do bom nome precário do ex-Primeiro-Ministro, não se lhe pode apontar uma mentira sem se ficar obrigado a listá-las a todas. Tudo quanto se aponte de negativo, nefasto e nefando a esse ex-actor político pertence ao domínio da difamação, da calúnia, do atentado ao bom nome. As escutas que o apanham em conspiração activa e pornográfica contra uma Jornalista e uma Estação de TV, são ilícitas. O conteúdo não conta. E como é que esses zelosos chupadores de calipos justificam que o Burlão tenha dito no Parlamento que não tinha tido conhecimento das intenções e preparativos para o eventual negócio PT/TVI, quando as escutas mostraram que ele falou acerca desse negócio com Vara antes do episódio parlamentar?! Os anais defensores do bom nome precário de Sócrates mostram-nos o caminho: separar os papéis. No papel de Primeiro-Ministro, Sócrates não tinha tido esse conhecimento. Já a título privado, sim, conhecia-o, participava conspirativo e estava ao corrente do que fazer nos círculos empresariais e jornalísticos. Se isto não é ridículo... E pronto, para essa malta que um Primeiro-Ministro conspire contra uma estação de TV é legítimo. O problema é o meio pelo qual se obteve a informação de que, em Portugal, um Primeiro-Ministro ousou negociar, urdir, conspirar activamente pela compra de uma Estação apenas por que se desse uma mudança editorial de um serviço noticioso. O direito à privacidade é outro dos argumentos da malta que lambe o chão por onde o parisiense larga as migalhas comissionistas. Se há coisa que lhes está atravessada são as escutas a Vara. Para quem aprendeu a chantagear e a fugir das próprias responsabilidades e malfeitorias, ter sido apanhado foi a suprema derrota. Na rede de Vara estava a bisca histérica Sócrates. E isso é um problema e um vexame para essa conspícua gentalha. Como se investigação legítima se confundisse com espionagem ou como se Sócrates estivesse isento de qualquer propósito investigativo, uma vez investido de responsabilidades públicas. Evidentemente que se os políticos têm relações duvidosas, relações perigosas contra o interesse nacional, devem ser escutados. A privacidade dos políticos [o que ganham, como gastam, de onde lhes veio a riqueza] acaba a partir do momento em que são investidos papéis que envolvem a prestação de contas cabais ao Povo, às instituições do Estado. Nem todas as conversas tidas ao telefone com amigos expõem uma linguagem chula e intencionalidade ilícita como aconteceu entre Sócrate e Vara. O que é certo é que a indecência prevaleceu. A geometria e a aritmética da impunidade em Portugal atingiram a perfeição com os casos sucessivos de José Sócrates. Nenhum socratista é levado a tribunal. Paris continua deliciosa para aquele que se vê reflectido pelas águas de La Petite Seine para só ver a Burla a Portugal que merece o bom nome, a Burla aos Portugueses que toma os próprios actos ilícitos por difamação, a Burla aos Contribuintes que toma por calúnia as próprias malfeitorias listadas uma a uma. O que foi Luís Menezes Leitão escrever, coitado!

sexta-feira, março 16, 2012

ESCUTAS, O ESQUELETO DA DESLEALDADE

«Então agora é preciso dizer que as escutas não foram destruídas totalmente. Existem ainda, guardadas no sistema porque é assim mesmo que este funciona: com backups. Coisa que Noronha Nascimento não conhece. E não são as que restam no tribunal de Aveiro depois da vergonha que consistiu no corte literal, no processo, de parte das escutas. À tesourada ou xizactada. Não: são todas as escutas em que intervém o PM como interveniente acidental. Resta agora ao tribunal de Aveiro pedi-las todas, todinhas, que é para vermos ouvirmos e lermos a maior desfaçatez de que há memória na política portuguesa e que teve como protagonista o "emigrado de Paris" que vive como se vai sabendo... e também para sabermos quem é que é ridículo.» josé

quinta-feira, novembro 17, 2011

PAULA TEIXEIRA DA CRUZ E A OMERTÀ DAS SÚCIAS

Se há mulher que eu admiro e por cuja saúde temo [por todas as razões fundadas no peso e poder das eminências pardas de bloqueio à Justiça e de serviço manufactureiro da imune impunidade dos corruptos da política] essa mulher é Paula Teixeira da Cruz. Acredito nela. Não acredito, nunca acreditei ou acreditarei, na pessoa e no estilo farronca do Bastonário Marinho e Pinto. Oxalá uma era inteiramente nova de Justiça isenta, célere e fiável [despartidarizada e frígida relativamente ao poder económico], se imponha em Portugal e assim como Lima aquece com as nádegas as cadeiras prisionais nacionais e internacionais, Isaltino também as aqueça de modo duradouro e Vara, com as suas unhas polidas, o seu cabelo impecável, fatos de bom corte. E, em breve, quando chegar a horinha de o Primadonna pagar pelas miseráveis merdas inomináveis que perpetrou, possa ele sentar-se também finalmente e roçar as ceroulas Armani nos calabouços pouco frequentados por graúdos da Polícia. E pague por todas as coisas malévolas e sujas e mal explicadas e oportunistas e furonas e ilegítimas que fez e vêm de trás, tão detrás que se perdem na memória loura da Opinião Pública. Para isso, é necessário que Pinto Monteiro e Noronha do Esquecimento sejam reformados compulsivamente, o quanto antes. Já chega de o que fazem nem estar bem nem estar mal, nem ser bom nem ser mau. Ser uma merda, como se diz na tropa.

NOSSOS RICOS, NOSSAS LESMAS

Louve-se a atitude simbólica do grupo de 138 milionários norte-americanos que, no auge da sua má consciência perante o oceano de jovens excluídos e maduros literalmente sem-futuro/desempregados norte-americanos por aqui e ali a ocupar praças, recantos, e sobretudo a engrossar a voz, enviou uma carta aos líderes do Congresso e ao Presidente dos Estados Unidos pedindo que lhes fossem aumentados os impostos «pelo bem da nação». Por cá, para começo de conversa, esta expressão é logo fuzilada por meio mundo de comentadores e proprietários do politicamente correcto, muitos deles bloggers com créditos firmados na praça. No fim, se nos pusermos a considerar os nossos ricos,  pelo contrário, esse escol de milionários com décadas de fuga espertíssima e expertíssima ao fisco, tudo faria para concretizar ainda mais fuga esperta e sábia à fiscalidade por todos os interstícios possíveis, conforme o exemplificam esses admiráveis sôfregos Lima, Vara e tutti quanti, fauna de ricos recentes, sem chique, sem toque de classe quanto mais história, prestígio, legado moral ou sentido social. Estou em pulgas para ler o que escreverão amanhã, caso peguem neste assunto, os meus adorados cronistas Manuel António Pina e Ferreira Fernandes, eles que muitas e muitas vezes puseram o dedo na ferida indescritível das lesmas sociais a que se resumem os nossos ricos.

sexta-feira, novembro 11, 2011

A OMERTÀ OCULTA A DESNALGAR-SE

Por mais voltas e voltinhas que se dê, Sócrates pertence àquele grupo de primeiro-ministros de má casta, que, num tempo muito preciso, escafederam-se, deixando os seus países em maus lençóis mediante ou más apostas económico-bancárias, como a Islândia e Irlanda, ou por pura gestão ávida, danosa, com falsificação de números da economia, como a Grécia e, sim, Portugal, sobretudo. O Estado Português foi conduzido à bancarrota por Sócrates e pelos seus, entre os quais o inenarrável e indescritível Obeso Basílio, no altar dos negócios e da treta, um dos mais derreados e sabujos socratistas certamente na proporção do suculento comissionismo fácil de que todo o socratismo viveu e medrou. Mas Sócrates fez mais: intimamente associado a Vara, perseguiu Moura Guedes e a TVI, o que configurou um gravíssimo crime de atentado contra o Estado de Direito mediante a urdidura de um estratagema para controlo da comunicação social. Só que este recanto chamado Portugal não tem gente sólida e fiável no empreendimento interminável e cego da Justiça. Tem Monteiro e tem Noronha, figuras decorativas, inúteis, pífias, fatigadas de nulo, sempre a perder para um animal selvagem e destemperado como Sócrates. Perante um par de telefonemas bem assentes como bordoadas e toda uma omertá compromissiva maçónica, esses poderes fátuos judiciários, em vez de nos nos representarem com zelo, protegeram e ainda protegem pulhas, sujos, esses não apenas corruptos, mas sumamente corruptos, absolutamente corruptores. O Processo Face Oculta resume, na índole que se desnalga dos arrolados, a índole purulenta do Primadonna. A sua ainda impunidade e incompreensível respaldo redundaram nas nossas fomes, dificuldades e problemas presentes e futuros. Cada desculpa e cada ocultação de factos e responsabilidades, em tribunal, parece mais mal amanhada que a outra e por isso o ex-presidente da REN, José Penedos, arguido nesse processo, se demarca de alguns comportamentos do filho, resta saber até quando será possível o Primadonna poder escapar dos factos semi-ocultos que o arrolam e o tramam.

quinta-feira, novembro 10, 2011

METER UMAS ALHEIRAS E TIRÁ-LAS NA CARTOLA

Deverá ser 'espectacular' para um perfil chulo, mas com quantitativos de dinheiro para além do descritível, poder atirar as larachas que quiser, dizer escarninhamente qualquer treta, meter as petas que for preciso, em julgamento, para depois sair sereno e seguro rumo ao recesso do lar a fim do injusto descanso. Sacam-se umas alheiras da cartola e anda-se nisto, muito pela alta culinária e a sem-vergonha.

terça-feira, novembro 08, 2011

LÁBIA, LATA, ALMA GÉMEA DO PRIMADONNA

O gene da trapaça, da peta, do optimismo fraudulento, da pantomina desonesta e da falcatrua sem freios, está na massa do sangue de quem come e bebe do melhor à custa do alheio e não há Ministério Público que o pare, enquanto fica a rir de nós. Bastou-nos uma grande Filomena na política: «Está-lhe na massa do sangue.... Até dá graça, porque é uma mulher. Mas a verdade é que rouba tanto ou mais do que a maior parte dos homens. Eu, que me lembre, nunca conheci nenhum com tantas participações.» Público

domingo, outubro 09, 2011

JACKPOT ARRANCADO COM OS DENTES

«Pina Moura, Armando Vara e Dias Loureiro. Todos eles foram ministros, todos eles tinham salários modestos antes de chegarem ao Governo e todos eles acabaram por fazer carreira no mundo empresarial, aumentando o rendimento anual para valores acima dos cinco dígitos.» CM

quinta-feira, maio 19, 2011

VARA PROMETE AJUDAR SÓCRATES

Uma pergunta que qualquer um faz é quando será que Armando Vara virá dar uma mãozinha à campanha do PS. Certamente que o grande conspirador anti-Manuela Moura Guedes terá um contributo especial para galvanizar as hostes brutas que votam sem tino e dar ainda mais credibilidade às lagrimazinhas parolas do seu grande amigo Primadonna, o número que faltava à vasta palete de fingimentos, trocas e baldrocas. Entretanto, ao ouvir Portas, percebe-se que o eleitorado não está treinado para premiar inteligência e capacidade de decidir e empreender. Burrice asna e estupidez absoluta é que José Sócrates diga que foi por sofreguidão pelo Poder e oportunismo político que o PSD inviabilizou o PEC IV, abrindo uma crise política. Ninguém, em seu perfeito juízo, teria interesse em atravessar-se para gerir um Estado arruinado, minado de vícios, conspurcado de usura. Uns candidatam-se por falta de vergonha e excesso de lata, último esforço para disfarçar o mal feito. PSD e CDS-PP não têm alternativa senão servir de enfermeiros a Portugal.

segunda-feira, maio 09, 2011

AS PULHICES SELECTIVAS

O elogio valupiano a Estrela Serrano representa aquela lata margem de duplo pensar e marginalidade que consiste em considerar escandaloso somente o que se perpetre contra os piores e mais sujos membros da tribo. Se for contra o inimigo, o inimigo que se arrange. Quando Estrela menciona os conceitos de 'ética' e de 'moral' insulta a sensibilidade dos indefesos, perfeitamente à mercê dos Vara & Sócrates deste mundo. Se, de acordo com Val, o Correio da Manhã é «uma escola de pulhices, maníaco perseguidor de quem persegue e um fervoroso apoiante de quem apoia», o que dizer do zelo canídeo sectário do próprio Val e dos abrantes? Nem justiça nem magnanimidade. Só corporação. A propósito de Vara, toda a zelosa investigação, coscuvilhice e escuta será de menos e o mesmo se diga de Dias Loureiro, esse dourado exilado de luxo. 

AS PULHICES SELECTIVAS

O elogio valupiano a Estrela Serrano representa aquela lata margem de duplo pensar e marginalidade que consiste em considerar escandaloso somente o que se perpetre contra os piores e mais sujos membros da tribo. Se for contra o inimigo, o inimigo que se arrange. Quando Estrela menciona os conceitos de 'ética' e de 'moral' insulta a sensibilidade dos indefesos, perfeitamente à mercê dos Vara & Sócrates deste mundo. Se, de acordo com Val, o Correio da Manhã é «uma escola de pulhices, maníaco perseguidor de quem persegue e um fervoroso apoiante de quem apoia», o que dizer do zelo canídeo sectário do próprio Val e dos abrantes? Nem justiça nem magnanimidade. Só corporação. A propósito de Vara, toda a zelosa investigação, coscuvilhice e escuta será de menos e o mesmo se diga de Dias Loureiro, esse dourado exilado de luxo. 

sábado, fevereiro 19, 2011

CAGANÇAS DO OBSCENO VARA

Quem quiser ver o seu País reflectido na mesma superfície que matou Narciso, olhe para Vara e continue a desculpar a sua esposa, Sócrates, que a merda é exactamente a mesma e mesma a péssima índole. Quem vê Vara, vê o cu da aristocracia Vale Tudo, malsã, incompetente, furona, manobrista. O princípio é este: o País que se foda. Importa é antes de mais preservar Vara e a sua esposa, Sócrates. A todo o transe. E é isso que se faz.

quarta-feira, fevereiro 09, 2011

REPIUPIOS DO EMPARDALADO VARA

Vara aparece diante de esses grandes falos, que são os profusos microfones espetados à queima-boca-dele, como absolutamente imaculado, como vítima agastada pelas chibatadas dos julgamentos em praça pública. Fala como se vivesse debaixo da ponte e não comesse uma sopa decente há semanas, como muitos de nós. Queixa-se de estar a pagar o alto preço da sofreguidão obcecada dos media [e dos partidos à espreita de poder] pelos variados lixos do Primadonna. Há que dizer com toda a frontalidade: nós, sociedade civil sob a canga dos cortes e do caralho a quatro que este Governo inventou, não temos culpa que o Primadonna se lambuze por Poder, por controlo exclusivista-favoritista e manhoso do Estado, pela gulodice autocrática ultraliberal da concessão dos milhentos tachos aos seus  excesso de fisco, garantido empobrecer é para os outros. Ó infinita turba de dependentes, infinita fêmea protégée corrupta, leoa dos aventais, como consentir este estado de coisas abjecto! Ó grandes lavagens e pocilgas abençoadas pelo bispo maçónico Almeida Santolas! Para tantos milhões meteórica e serenamente arrecadados, Vara parece um coitado à porta dos Congregados com uma gaita de beiços, um boné no chão, em concha, chorando a moedinha. Que se há-de fazer ao Primadonna? Sim, porque quem vê o Vara, vê o Primadonna. Sempre acossado. Sempre na berlinda. Apresenta o mesmo número de prestidigitação e inventa ser gente, desbarata assemelhar-se vagamente a alguém. Deforma-se de ambições, ânsias, desmesuras que trucidam pessoas inocentes e assassinam legítimas esperanças. Que se lhe há-de fazer?!

sexta-feira, outubro 29, 2010

O LADRÃO TODO-BOM!

Coragem, portugueses! Vós empobrecereis e amargareis por uma década, talvez. Mas eles ficaram ricos. A rapaziada do lado certo enriqueceu em sossego. Ninguém lhe mexa. Nada de bulir com eles, que bem mereceram a farta maquia esgalhada em telefonemas e passes de génio, negócios à fartazana. Coragem, portugueses! Já faltou mais para o Fim do Mundo. O mal dele, Mundo, e do País, são essa raça viperina, os bloggers. O mal do País são os jornalistas sem avença de partido, os polícias-mesmo-polícias, investigadores intrépidos, os juízes metediços, gente que lhe dá para investigar no lado proibido: é que não largam o senhor primeiro-ministro, coitado, e os seus amigos altamente recomendáveis! Coragem, portugueses! Votastes bem: eles estão ricos. Enriqueceram honestamente. Vós mendigareis. E é justo e proporcional ao vosso voto perspicaz e avisado no próspero "socialismo". Há que continuar no bom caminho: indiferentes, distraídos e negligentes, como bons adeptos do clube lá da terra, o Partido Socialista de Portugal com os seus membrudos amigos ladrões. Ladrões? Sim. Mas bons ladrões e até com um ou outro bom ladrão todo-bom. Há que desprezar, espezinhar e matar profetas-Medina, bloggers incómodos, opiniões enervantes e insubmissas a enrouquecer aqui, nas suas denúncias, por anos. Se se pudessem eliminar esses obcecados em comentar a nossa triste vida pública, teríamos finalmente todo o sossego tumular que estamos mesmo a pedir! Coragem, portugueses! Já faltou mais para o Fim do Mundo! É só mais um esforço para o fim da aventura-aventesma Portugal, presidido por Merkel, Portugal, esse cu de Judas eurorrisível no continente errado.

sexta-feira, julho 30, 2010

MUITO MAIS QUE AMANTES


A péssima índole dos homens de que se rodeia o 'deus' Sócrates e a do próprio 'deus' está demonstrada por demais, ao vivo, e na avalancha de factos relevantes que nos têm sido dados a conhecer. Soterrados pela PGR, mas libertos supletivamente pela imprensa ousada e cívica, perante o que deles resulta apurado do processo Face Oculta, não se pode obliterar os objectivos por que se norteavam dois homens: controlar a Comunicação Social; usar dinheiro de empresas públicas para financiar os interesses do PS; condicionar e constranger a actuação do Presidente da República de forma a provocar eleições antecipadas em 2011. Plano e acção conspirativa que Teófilo Santiago, responsável da PJ de Aveiro, Marques Vidal, do MP, na mesma cidade, e depois o juiz de instrução, António Costa Gomes, viram nos indícios recolhidos nas conversas mantidas entre José Sócrates e Armando Vara, homem a quem todas as delícias e venturas sucedem, não importa o que lhe suceda e o que dele se saiba. Sublinhe-se que José Sócrates e Armando Vara patenteavam uma cumplicidade extrema nos objectivos, sendo evidente algum ascendente de Vara sobre Sócrates, com este a mandar calar o PM, numa das conversas escutadas pela investigação. Nesta conspiração liderada ao mais alto nível, era combinada a intromissão na vida interna de empresas do sector empresarial do Estado e visava o Presidente da República, quer com ataques políticos, quer com a tentativa de o limitar devido a interesses do genro.