Colocado pelo PS à mercê do que e de quem viesse a seguir, Portugal defronta-se com o seu magnífico precipício: ou uma destruição sem precedentes ou a união que faz da fraqueza a coragem empreendedora contra tudo e contra todos. Não basta dizer que este é um dos piores momentos da nossa História em matéria de destruição de empresas, de emprego e de vidas: é preciso afirmar em que e como se faria diferente para que não fiquemos com a sensação de nada haver a esperar senão ser sucessivamente esfaqueados pelas costas ora pelo PS ora pelo PSD, cujos discursos criminosos na fase eleitoral têm sido imediatamente desmentidos na fase de Poder assumido. Contra nós.
«After he has suffered, he will see the light of life and be satisfied; by his knowledge my righteous servant will justify many, and he will bear their iniquities.Therefore I will give him a portion among the great, and he will divide the spoils with the strong, because he poured out his life unto death, and was numbered with the transgressors. For he bore the sin of many, and made intercession for the transgressors.» Isaiah 53
Mostrar mensagens com a etiqueta Belmiro de Azevedo. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Belmiro de Azevedo. Mostrar todas as mensagens
quarta-feira, março 20, 2013
segunda-feira, outubro 22, 2012
ALI HÁ RATO NO PÚBLICO SONAE

«... não faz sentido ser Belmiro Azevedo a pagar aquilo que o Largo do Rato inspira e desfruta.» José Mendonça da Cruz
terça-feira, setembro 11, 2012
BELMIRO, GRANDE FILÓSOFO SOCIAL

Sim, Belmiro, sim, tu sabes tudo. És um deus empregador do norte. Tencionas aproveitar a descida da Taxa Social Única para as empresas, contratando mais gente ou vais apostar em mais máquinas de pagamento automático do Continente? Já sabemos que Portugal não tem uma estrutura estatística nem de avaliação dos impactos e quando se faz uma coisa, nada se altera no outro lado e que esse é que é o problema. Sim, é verdade, mas enquanto presidente do conselho de administração da Sonae, que tal dizeres aqui ao desempregado desnecessário e compulsivo do Ensino se vais contratar gente? Parece qualquer coisa de muito básico e infantil dizeres apenas que quando se tira dinheiro ao povo falta dinheiro para comprar coisas, quer seja na economia quer seja nas empresas e que isso depois tem um impacto tremendamente negativo para a actividade económica, que desaparece. Eu quero que o facto de nós não termos instrumentos de estudo em Portugal, como muitos países têm, e o facto de que tudo nos Governo seja covardia e navegação à vista, se foda. Neste momento, Portugal quer saber se vais contratar mais gente. Alto, parece que vais respondendo a medo quando aludes à rentabilidade daquilo que é nosso, da floresta, do mar, da agricultura. Olha, também achas que já temos estradas que cheguem. Isso é que é lucidez. Não teremos estradas a mais? Pronto, apanhei-te, disseste à margem da conferência “Portugal e os Desafios da Segurança Energética”, no Porto, que «nós podemos empregar muitos trabalhadores portugueses em tarefas muito interessantes.» Disseste que podes empregar. Veremos se empregarás. É que, de acordo com o BES Investimento, as empresas mais endividadas e com mais mão-de-obra vão ser as mais beneficiadas com a redução da TSU de 23,75% para 18% e entre as cotadas no PSI20, Sonae, BCP e EDP são as que mais beneficiam com a redução da TSU, poupando a empresa de Belmiro de Azevedo 20 milhões de euros. Belmiro, Belmiro, disfarças mal a tua alegria esfuziante. Vinte milhões é dinheiro. O que farás com ele pelas famílias?
segunda-feira, setembro 10, 2012
VÁ, PANÇUDOS, VINCULEM-SE A CONTRATAR
Uma coisa de que estou à espera ansiosamente é que Alexandre Soares dos Santos, tão cristão, caritiativo e autoproclamadamente sensível do ponto de vista social, assuma promessa explícita de contratar e contratar e contratar. De Belmiro de Azevedo espero o mesmo e de Américo Amorim. Que tal se António Mexia e os seus accionistas viessem oferecer-se para acomodar uma excepção à baixa da TSU para a empresa monopolista que gerem principescamente?! Agora que Passos, como um doido, entra de costas quentes em rota de colisão connosco, os pobres, os que trabalham, os que sobrevivem mal e porcamente; agora que se cobre do nosso asco e da nossa rejeição absolutamente gerais, transversais e consensuais, que tal vincularem-se esses gordos a algum compromisso explícito com a sociedade portuguesa?
Etiquetas:
Alexandre Soares dos Santos,
Américo Amorim,
António Mexia,
Belmiro de Azevedo,
Pedro Passos Coelho,
TSU
quarta-feira, março 14, 2012
quarta-feira, janeiro 04, 2012
O NICOLAU TAMBÉM É LAMENTÁVEL
As abébias dadas por Belmiro e Alexandre dos Santos ao colocarem as suas holdings a salvo e a seco na Holanda, está a ser um festim para os socratistas. Percebe-se a vingançazinha sequiosa em decurso. Tiram a barriga de misérias com um tipo de crítica tão justificada quanto absolutamente demagógica. Quem lhes ouve as palavras ao Ricardo Costa, ao Nicolau, ao pessoalzinho do Espesso, tudo gente que amparou e embalou as políticas mortíferas dos socialistas, percebe que foram todos ainda mais lamentáveis nos anos Sócrates. O empório do empresário Soares dos Santos, ao que se sabe, não está a desactivar o Pingo Doce nem a desempregar em massa.
quinta-feira, janeiro 28, 2010
NEM EM VINHOS E KIWIS
Belmiro está furioso. Tem toda a razão. Tem perdido margem. O Governo treme, titubeia, colapsa nas contas, nos mínimos credíveis. Teixeira dos Santos quer mal-governar de graça. Belmiro sabe que afundamos. Está cada vez mais difícil explorar o pequeno português, maximizar-lhe o suor, justificar-lhe a larica. Não há a quem vender. Comprar já foi. Será que pensa como Ricardo Espanhol Salgado e também quer fugir com mamas e bagagens, para fora do País, se lhe ousarem tributar a actividade? Nós? Em risco de ficarmos uma aldeia de vinhos e kiwis? Não nos suplantaram já (até mesmo nesse pouco) by far os espanhóis?!
quinta-feira, dezembro 31, 2009
FAZER A FOLHA À FOLHA DE BELMIRO
Nova alarve tentativa de intoxicação informativa, máxima especialidade da casa. Ali a retaliação serve-se ao retardador. Do menu do CC constam hoje duas partes, faces da mesma perfídia incansável: que Belmiro despachou o director da sua folha oficial, o Público, por razões que a razão e o lucro não desconhecem. E que o mesmo Público não é de confiança. Tudo isto como se entretanto tal folha não tivesse sido amansada pelo dinheiro lá metido que lhe dita a actual linha editorial anónima e anódina tão do agrado do quase monarca (nu!) oficioso do regime. Não andam ali comentários, blogues e jornalistas investigativos sob estrito "cinto de castidade" em matéria de liberdade de movimentos expressivos?! Por outro lado, não tem o Poder, isto é, o Governo-PS e a sua ala putrefacta maçónica, o poder tal como o concebe o absolutismo controleirista socratinesco, a hegemónica possibilidade táctica de viciar as bolas, de adulterar as cartas publicitárias no Casino da Notícia Português?! As fontes de receita publicitárias no jornalismo impresso tradicional retrocede pelo mundo inteiro. Por cá, o Poder mitiga o problema e saneia subtilmente a imprensa que possa ser hostil. Os CC sabem é muito!
quarta-feira, março 19, 2008
(PRO)POSTA ABERTA A BELMIRO DE AZEVEDO

(Ficção a roçar a Ralidade)
O coyote errante, na linha longíqua do horizonte, sou eu.
lkj
Um cidadão desfavorecido acerca-se do gabinete do Grande Pai
das Operadoras de Caixas Registadoras, dos Operadores de Telecomunicações,
dos Grandes Investimentos Internacionais,
dos Grandes Protestos-Piçada contra a Taxação Obcessiva e Estrangulante do Estado
sobre particulares e empresas,
e ousa peticionar:
j.: Dr. Belmiro, estou em crise. Eu queria um pequeno donativo. Vinha aqui pedir-lho.
Belmiro: Mas tu o que és?
j.: O que sou?
Belmiro: Sim, o que és?
j.: Sou um Parasita Útil. Mereço subsídios e subvenções porque sou Poeta.
Belmiro: E trabalhar?, não há nada, nada, nada?
j.: Nada! Sou Poeta. Trabalho a Palavra. Faço um biscate por uns trocos.
Vivo mal e mal vivo.
Belmiro: Você é patético. Não tem orgulho próprio? Nunca dei por si.
j.: É natural, sou Poeta, não sou Político. E ninguém dará por mim até que morra.
Faz parte do Estômago Estúpido da Vida.
lkj
Belmiro: Não costumo dar donativos. Não acredito num mecenato sem retorno.
Não dou peixes a desconhecidos e não ensino a pescar sardinhas
a quem me não trouxer garantidamente um tubarão. E isto é Gestão e Eficácia. Aprenda.
j.: Não acredito no trabalho escravo. Não acredito no lucro como absoluto.
Não acredito no papel do Estado Português
como garante de Justiça Social ou da Justiça em Geral.
Não acredito no papel de responsabilidade social dos mais Ricos,
que começaram sempre com um golpezito-Belmiro numa herança
ou com uma oportunidade reles-Amorim qualquer.
Não tenho perfil para golpes. A minha ética não o permite
para anos depois comparecer sério e de cara lavada
com todo um admirável sucesso e todo um admirável empório-império financeiro.
Preciso de um donativo!
Uma qualquer migalha para si para começar a pescar por minha conta!
Qualquer coisa para mim de abundante dada e generosa!
lkj
Belmiro: Vá trabalhar. Sue o seu suor. Poupe o seu dinheiro. Faça como eu fiz.
j.: Se isso é definitivo, possa você, os seus filhos e os seus netos, um dia, passear
em romaria de homenagem ao cemitério aonde os meus ossos forem descansar.
Atirar-lhe-ei a si e aos seus uma tíbia à tola ingrata e somítica.
Subscrever:
Mensagens (Atom)