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«After he has suffered, he will see the light of life and be satisfied; by his knowledge my righteous servant will justify many, and he will bear their iniquities.Therefore I will give him a portion among the great, and he will divide the spoils with the strong, because he poured out his life unto death, and was numbered with the transgressors. For he bore the sin of many, and made intercession for the transgressors.» Isaiah 53
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quarta-feira, outubro 09, 2013
terça-feira, julho 16, 2013
DUPLAMENTE ATRAIÇOADOS
O partido em que tenho votado, o CDS-PP, foi traído duas vezes. A primeira pela demissão imprevista e intempestiva de Portas. A segunda pela estratégia engonhante e confusa de Cavaco. Cavaco traiu todas as expectativas. À Direita e à Esquerda, toda a gente contava com uma versão remodelada de um Governo Passos Coelho II. Não se deve trair as expectativas gerais. Podemos odiá-lo, podemos amá-lo: é melhor um mau Governo que um Governo nulo e anulado.
quarta-feira, julho 03, 2013
À ESPERA DE NUNO MELO

Depois de uma vida inteira a votar PSD, tenho votado CDS-PP desde 2009, altura em que enfraquecer o desastroso chavismo sufocante do Partido Socialista norte-coreano teria de passar pelo fortalecimento dos partidos minoritários à Esquerda e à Direita para forçar compromissos e um escrutínio apertado do exercício, até aí arbitrário, corrupto e caprichoso, da decisão governamental. Com a inesperada demissão de ontem, Portas, claro, deixa-me absolutamente desiludido e revoltado, embora compreenda que se tenha sentido vexado inúmeras vezes pela impermeabilidade do gasparismo extremo em Passos Coelho. Portas é excepcionalmente inteligente, o que pode ser bom para jogos de Xadrez, mas é péssimo para a paciência e o pragmatismo que a situação do País em absoluto exigia e exige. Também me desiludiu quando manhosamente exilou Nuno Melo para o Parlamento Europeu, em 2009, se não erro, após brilhantes desempenhos na Assembleia da República que talvez lhe fizessem sombra. Hoje, é precisamente em Nuno Melo que ponho a minha esperança de que o País pare de resvalar para a negrura e para o nada, após tão penosos e prolongados sacrifícios. Dois anos em vão?! Há congresso CDS-PP, este fim-de-semana. Pois então que avance. Já e em força.
terça-feira, maio 14, 2013
FLEXIBILIDADE E PATRIOTISMO
«... a taxa de sustentabilidade sobre as pensões de reforma ... só será accionada em último recurso, como exigido pelo CDS... apenas será tomada em caso de absoluta necessidade, sendo que o Governo está colectivamente empenhado na identificação atempada de alternativas... todas as medidas acordadas com a troika são susceptíveis de ser substituídas por outras de qualidade e impacto orçamental equivalentes.» Vítor Gaspar
terça-feira, abril 02, 2013
COM RELVAS OU SEM RELVAS
«Imagino que não haveria ministro que as pessoas mais quisessem ver pelas costas do que Miguel Relvas. Mas Relvas não foi escolhido para integrar o Governo pelos seus eventualmente lindos olhos - foi escolhido para integrar o Governo para representar e assegurar a defesa de uma série de interesses clientelares do PSD, os mesmos que deram o poder interno a Passos Coelho, e que fazem com que a política governamental seja aquilo que é: mudar tanto quanto possível na medida em que nada de essencial mude realmente.
segunda-feira, outubro 29, 2012
SISTEMA POLÍTICO PS/PSD CASTIGA PORTUGUESES
Confesso que por vezes sou cego quando me confronto com a realidade estrita de um partido político. O PS enche-me as medidas do asco. Mas não pensem os apaixonados pelo PS que morro de amores por qualquer outro partido. Pelo contrário. Pelo facto de o PS albergar gente hoje riquíssima graças à política, capaz de negociar matérias lesivas ao interesse geral, embolsando comissões e enchendo os bolsos de certos privados, é todo o sistema Político Português está inquinado e é basicamente corrupto. Quanto a Passos Coelho perdi as ilusões. Não sou o único a ter colocado grandes esperanças pelo menos na morigeração e frugalidade no exercício do Poder, com evidente descontaminação do compadrio socratista imbricado no Aparelho de Estado. Em vão. Permanece tudo placidamente como estava. Tanto socialistas como os demais associados aos partidos de Poder não se livram do estigma de ladrões, incompetentes e doidos. PSD finge que deseja a criminalização da bandidagem política, mas depois vem Cavaco, outro nome do Sistema Político que nos trouxe a esta entorse nacional, e veta a Lei do Enriquecimento Ilícito. Está tudo viciado. Até que os cidadãos, quaisquer cidadãos, livres, sem partido, ascendam ao papel-serviço de deputados, não teremos outra coisa senão esta clivagem suja Partidos/Cidadãos. O Ministério Público, capturado pelos partidos de Poder, não faz nada, roube-se como se quiser e o recorde desse roubo com areia atirada aos olhos das pessoas todos os dias, foi Sócrates. Ele foi até aos limites dos limites. Tirou vantagem pessoal óbvia dos mil negócios que hoje contaminam as nossas contas públicas. Foi essa a sua lei e o seu cio, por detrás do sorriso e da pantominice.
Portanto, o que temos na Presidência da República é o mesmíssimo Sistema Político que consagra um estado de coisas apodrecido transversal ao PS e ao PSD. No Parlamento, o mesmo. No Governo, temos a bicefalia PSD-CDS-PP onde se improvisa governar na óptica do que pensem de nós lá fora: Passos/Gaspar/Portas, na verdade e em suma, fazem parte do primeiro Governo que actua prioritariamente segundo a imagem externa que convém a Portugal. Pouco ou nada se acautela da realidade concreta dos portugueses, dos seus parcos rendimentos, do seu labirinto numa economia quase desactivada. A Procuradoria-Geral da República tem estado no bolso ora do PS ora do PSD, mas no fundo preserva e protege recíproca, mutuamente, quer os interesses de uns quer os interesses outros porque todos se têm na mão, tendo na mão os podres alheios e assim sucessivamente. A Madeira, com o seu perpétuo Jardim, é, politicamente, um caso de 'sucesso' dos vícios e virtudes do resto do Sistema Político Nacional, uma vez que o Alberto João é um fanático do Poder, um viciado no Poder, um tirano absolutista e multichantagista no Poder, sempre aclamado e sempre hegemónico por razões que nem ao diabo se confessa. Que Sócrates e Paulo Campos permaneçam sossegados na sua impunidade que é, no fundo, a impunidade máxima do actual Regime, deveria repugnar-nos radicalmente todos os dias. Em vez disso, temos a plácida aceitação do estado para onde Portugal foi conduzido e o protesto destemperado com a linha de conduta que o utópico Passos reserva para o seu País: sacrifícios, desesperança, punição. Precisávamos de um Governo com gente atenta ao que somos e ao como vivemos, mais sensível, mais humano, mais próximo da realidade, das realidades pessoais, e a partir daí mobilizador de todos. Não. Temos mais um robot articulado por forças alienígenas. Precisávamos de castigos exemplares para quantos enriqueceram ilicitamente, nos últimos seis anos, à vista do naufrágio nacional, aliás, completamente cientes dele e infrenes na navegação desastrada para ele. Infelizmente, há por aí uns cegos socialistas, apaixonados e cavalares, que não questionam a corrupção do seu partido, em década e meia de poder, como porta quer para a falência nacional quer para todas as actuais derivas experimentalistas, catárticas e punitivas que hoje o Governo Passos/Gaspar/Portas encabeça. É pena quando a cabeça não quer acompanhar o que os olhos flagram. É pena quando os olhos se fecham ao que a razão flagra de escandaloso e dantesco. Nada mais escandaloso e mais dantesco que a vida de dândi parolo levada pelo sr. Sócrates em Paris, que nos resume e resume uma forma de Regime, a República, que falhou. Essa obscenidade brada aos céus todos os dias. Não se pode deixar passar em claro.
domingo, outubro 28, 2012
O DEPUTADO LÁBIL
José Manuel Rodrigues até se esforça por parecer independente e heróico, mas é lábil.
segunda-feira, outubro 22, 2012
MALDITA UBIQUIDADE POLÍTICA
«Acontece que os eleitores não são propriamente uma corja de canastrões ignorantes como a “Corte” sempre os considerou desde os primórdios da revolução “liberal”. A aferir pela amostra das recentes Regionais dos Açores, eles não estarão dispostos a premiar atitudes traiçoeiras ou posturas ubíquas: o CDS foi, de longe, o partido que mais desceu e o seu parceiro de coligação pró-austeridade, o que mais subiu.» LR
MENEZES NÃO PRECISA DO CDS-PP
Rui Rio foi um autarca excelente num tipo raro de navegação política, a navegação de cabotagem. Mais nada. Geriu o Porto sabiamente, como é de tradição, mas das elites para as elites. Nenhum risco. Todos os passos medidos e calculados. Polémicas? Pequenas. Menores. Contas sérias e em dia. Exemplar. Com ele, porém, o Porto emudeceu. Com ele, o Porto embaciou. Todas as lideranças do passado não tinham de Rio o juízo contabilístico, mas tiveram voz grossa e um tacão bem sonoro no salão donde Lisboa nos negligencia e empobrece. Menezes não precisa do CDS-PP para ganhar largamente a nossa Cidade do Porto. Se esse partido quer ser ainda mais irrisório, que seja. É uma escolha. Não necessita de um partido só capaz de tergiversação e covardia na Parece-Que-é-uma-Coligação. Sabe, sempre soube, rodear-se dos melhores e os melhores quase nunca estão nos partidos. Em vão se estigmatizará o seu trabalho autárquico em Gaia, basta contemplar a vasta obra e os inúmeros benefícios deixados aos gaienses. Com ele, o Porto passará a ter voz, a ter rasgo, e a ver multiplicadas as hipóteses de empreendedorismo e progresso. Menezes representa o que nos levou à Índia e ao Brasil: a coragem de uma navegação política de longo curso, ousada, aventureira. Está-lhe no sangue.
quinta-feira, setembro 20, 2012
PARTIDOS DA BANCARROTA A PIQUE
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| Há muito que os partidos não traduzem o Povo, por mais sondagens que se façam: «Uma semana depois do anúncio de mais austeridade e depois de Portas revelar as suas divergências, o PSD surge a cair a pique nas intenções de voto dos portugueses. Os sociais-democratas perderam 12 pontos...» DN |
NÃO VÁ SCHÄUBLE SUSPENDER AS PALMADINHAS
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| Para que Wolfgang Schäuble continue amiguinho há que arrepiar caminho: «A comissão política do PSD convida o CDS para uma reunião conjunta das direcções dos dois partidos com vista a “obter a indispensável manifestação de apoio ao acordo político de coligação”, celebrado após as legislativas de 2011.» Público |
quarta-feira, setembro 19, 2012
DESFAZER DE MODO CONTROLADO A PAZ PODRE
«Pedro Passos Coelho errou na condução política da medida de aumento da taxa social única para os trabalhadores, revelando displicência. Paulo Portas não engana ninguém, engana toda a gente. Obviamente, quis descomprometer-se de uma medida impopular, pondo os pés de fora do navio. E assim se chega às vésperas de uma crise política.
Uma crise política neste momento é tão estúpida que ninguém a quer. Nem o PS. A Bolsa portuguesa já começou a cair, as taxas de juro a subir, as agências de "rating" a avisar: com crise política, a reputação externa de Portugal vai por água abaixo. E isso quer dizer mais dificuldade de regresso aos mercados, logo necessidade de mais dinheiro da troika, logo mais austeridade. Os dois partidos têm a obrigação de suportar o insuportável e pelo menos desfazer de modo controlado a paz podre.» Pedro Santos Guerreiro
terça-feira, setembro 18, 2012
DIVÓRCIO EM ANO DE CIO

Informações acerca da relação pessoal entre Passos Coelho e Paulo Portas sugerem que não existe relação entre Portas e Passos. Não existe porque não se exercita. Não existe porque não conversam. Nada comentam. Não trocam impressões. Portas não disse nada pessoalmente ao Primeiro-Ministro acerca da facada, dada no Domingo, às alterações na Taxa Social Única levadas ao Eurogrupo pelo o ministro das Finanças, na semana passada. Portas usa a porta dos fundos de um adjunto político para leituras de divórcio ao chefe de gabinete do Primeiro-Ministro. Qual dos dois será o insuportável? Qual o vaidoso? Qual o esquecido do estado miserável em que o PS Socratista deixou Portugal?! Abracem-se. Beijem-se. Desçam do alto do anátema à missão de vida ou de morte para Portugal. Não se vinguem. Não se castiguem. Não apregoem virgindade em causa própria. Acção. Coragem. Por Portugal, nem um tristíssimo Portas nem um caricatural Quixote Passos. Matem-se de trabalho por nossa causa e digam-nos a verdade toda. Deve chegar.
quarta-feira, setembro 05, 2012
BES, ESCOM, E O LANGOR FEBRIL DO MP
Se na Alemanha e na Grécia há muito que há muito mais que suspeitas, por cá o nosso ágil Ministério Público vai dizendo, tímido, que suspeita terem sido os 25 milhões de euros de lucro da Escom por consultadoria nos submarinos usados para pagamento de "luvas". Não percebo por que motivo isto é ainda uma suspeita. Patenteada na carta rogatória enviada às autoridades judiciárias alemãs em Maio de 2011, tal suspeita que relaciona a compra dos aparelhos com os depósitos fraccionados de um milhão de euros que o CDS-PP efectuou em numerário numa conta no Banco Espírito Santo vai morrer, como todas as demais, solteira.
quinta-feira, agosto 30, 2012
STONE-COLD BLUFF
É altamente duvidoso que toda a questão da RTP tenha suscitado qualquer clima de tensão entre CDS e PSD. O mais provável é que se esteja a fomentar suficiente trepidação, ruído, um bom bluff de debate e dissensão internos, contra a sôfrega e histérica agitação em torno da putativa concessão da RTP. Quanto a uma resistência global e interpartidária ao putativo aumento da carga tributária sobre os cidadãos no Orçamento do Estado para 2013, já toda a gente percebeu que não é possível ir mais longe. Já chega.
sexta-feira, agosto 24, 2012
RTP, ABRENÚNCIO, E CDS-PP
Neste tempo em que quase todos os idiotas estão mortinhos por se zangar ou por se escandalizar, duvido que o CDS-PP tenha sido apanhado de surpresa ou por trás a propósito dos cenários putativos que contemplem o futuro da RTP. Aliás, tudo se resume a isto: «... anúncio de que o Governo está a estudar a hipótese de concessionar a RTP1.» Anda tudo doido por acção e mistério para sacudir o tédio.
quinta-feira, agosto 16, 2012
DO POBRE E MENDICANTE CDS-PP
Os partidos de Poder, em Portugal, 'consomem' muito dinheiro. É sabido. Do modo como ele entra e flui tem-se uma pequena ideia, a julgar pelo acórdão no processo Freeport, que arrolou obliquamente Charles Smith e Manuel Pedro, para logo os absolver, não tendo arrolado, ainda, quem deveria. Muito se falou aí do financiamento partidário. Comparado com as grossas quantias de dinheiro do comissionismo socratista, comparado com o grau e extensão das infinitas traficâncias 'socialistas' reveladas no Face Oculta, este caso do CDS-PP nos últimos dias de Dezembro de 2004, e mesmo o miserável valor mendicante de 1.060.250 euros, depositado manhosamente na conta do partido, é do domínio do anedótico. O sentido de humor do nosso jornalismo não pára de surpreender tal como a qualidade do nosso Ministério Público nestas questões. Prefiro dez deslizes destes a envolver o CDS-PP que um só envolvendo um PS ainda sequestrado por uma facção recordista do reles e da conversa da treta. Que se saiba, o CDS-PP ainda não logrou falir-nos, o que o absolve.
terça-feira, abril 03, 2012
ENFADONHA E CASTRANTE DISCIPLINA PARTIDÁRIA
Estou inteiramente com Ribeiro e Castro e a sua consciência: o detalhe da fidelidade ao CDS-PP é só um detalhe. Pode bem claudicar em questões como aquelas que nos ancoram a uma identidade, como acontece com o 1.º de Dezembro. Se o antigo
líder do CDS-PP optou por furar a disciplina
partidária [não como a 'independente' Isabel Moreira fura maquiavelicamente a sua apenas para fragilizar a liderança do PS em serviço servil a quem lhe deu a deputação] sobretudo com a proposta
de lei para restaurar o feriado
do 1.º de Dezembro, só tenho de estar com ele nesse ponto.
sábado, junho 11, 2011
DUAS FORMAS DE VÓMITO
1. Primeiro, o dinossauro fundador do PS compactua anos com o degradante espectáculo do seu protegido Sócrates. Seis anos de extremo videirinhismo socialista, convenientemente acrítico sob o absolutismo delinquente socratista. Agora e só agora vem acreditar que a saída de Sócrates permitirá a «renovação do partido» e que «o PS tem de mudar». Renovar e mudar? Só se desaparecer de cena e se extinguir, pois nem se renova nem muda. Pior ainda se o Tó Zé não tiver hipóteses. Mas afinal, por onde andou o PS profundo estes seis anos? Por que se permitiu que um grupelho de socialistas ávidos comesse do erário, cevando-se alarvemente, e desse de comer do erário ao restante socialismo ávido, calando-o, e afundando assim as finanças públicas, empobrecendo-nos a todos?! Se não houve até aqui, não se pode esperar que haja crítica, debate, sentido de decoro dentro desse Partido decadente. 2. Voz isolada ao arrepio das prioridades sublinhadas pelo líder nacional, uma responsável regional do CDS-PP veio dizer aos militantes do seu partido que devem correr atrás dos lugares de confiança política, porque merecem. Não mereceremos nós, demais portugueses de fora a vê-los, que os dois partidos por empossar na governação façam as coisas bem feitas, semeiem confiança, decência e frugalidade na gestão do Estado? Só os excelentes, só os melhores podem aspirar não a lugares, mas a funções de interesse e relevo para Portugal. Isto escrevo eu, observando à volta rápidos rubores éticos por pentelhos, como o desta responsável regional, quando pouco estrebucharam em seis longos anos com toda a porcaria socialista dos agarrados aos lugares. Um apodrecimento nunca visto e tão poucos a escandalizar-se, tão poucos a ruborizar de nojo.
domingo, junho 05, 2011
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