«After he has suffered, he will see the light of life and be satisfied; by his knowledge my righteous servant will justify many, and he will bear their iniquities.Therefore I will give him a portion among the great, and he will divide the spoils with the strong, because he poured out his life unto death, and was numbered with the transgressors. For he bore the sin of many, and made intercession for the transgressors.» Isaiah 53
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quinta-feira, abril 10, 2014
NÃO DEMOS OUVIDOS AOS CORVOS
domingo, abril 24, 2011
UM INTUITO MALDOSO
Há notícias que cumprem um intuito maldoso e insultuoso, coisas que se lêem nos abrantes e voltam a ler-se aqui. Contra a indecência mais completa, incompetência que se fez Governo e nos condenou às actuais humilhações, toda a estratégia colorida é pouca e muito fraca qualquer tentativa de humanização do pretendente ao cargo de PM, Passos. Soares é o primeiro a insinuá-lo [«...alguém com quem se pode falar...»] e não o faz por acaso.
terça-feira, julho 20, 2010
O DILEMA DILMA ROUSSEFF
Há quem veja no dilema Dilma Rousseff, rosto do pós-luluismo, uma fonte de problemas no ambiente político brasileiro: proveniente do extremismo mais extremista de uma esquerda armada, extinta, não se pode esperar ali um amor muito sincero aos valores da democracia, do pluralismo, e sempre que se pronuncia em público é um desastre. Parodiada até à exaustão na Internet, poucas personalidades brasileiras se vêem assim tão detestadas. Não consegue agradar com a naturalidade com que Lula agrada à esmagadora maioria do povo brasileiro. Por isso mesmo, Dilma passará a falar pouco. O seu lugar é mesmo o gabinete. A sua vocação passa por ser eminência parda, mesmo eleita. Agir. Transformar. Sem debate. Para continuar associada à figura de Lula e capitalizar votos, apagará de bom grado a sua personalidade vincada. Em traços mais gerais de personalidade e no que respeita à questão da popularidade, por paradoxal que pareça, José Serra assemelha-se mais a Lula. O sexto sentido brasileiro resolverá certamente o dilema Dilma.
terça-feira, setembro 01, 2009
OCASIONAL CALIMERO COM TÁRTARO
Sócrates, na entrevista a Judite de Sousa de esta noite, RTP1, além de exemplificar a "intolerância" de MFL com a exclusão do inefável socratinesco "jovem" Passos das listas e gaguejar outras comparações que o distinguem dela, exibiu um tártaro persistente na dentição mandibular inferior que não abona nada a favor do seu estatuto sexy. Já para não falar nas suas fabulosas ilusões de Ainda-PM ou mesmo no alto conceito de si mesmo manifestamente exagerado. Defender os interesses do PS foi bom, mas está a finar-se. Ser teimoso e obstinado, altamente intolerante e persecutório com quem quer que se lhe oponha, incapaz de integrar o máximo de opiniões complementares possíveis para sintetizar as melhores e mais honestas decisões, deu em nada. Ardiloso, a sua energia não mobiliza. Esmaga e dispersa. Useiro no logro, o seu auto-convencimento é insolência. A sua palavra soa a cínico e a flato. O estilo il Duce não colhe. Medina Carreira não erra quando sugere ser este Governo e este Ainda-PM espalhafatosos e um crime contra o país o estrangulamento futuro pelo endividamente em obras ostentatórias num país mendicante e pelintra porque governado em regime de prolongada fantasia incompetente. Sente-se incompreendido pelos professores e pelos juízes e até tem amigos juízes e juízes no seu Governo, mas já toda a gente compreendeu muito bem a Fera Bestial que habita o Ocasional Calimero. Viu-se. Sócrates ao volante, perigo constante: «Boa parte da entrevista foi de resto marcada por sucessivas críticas a Manuela Ferreira Leite. Sócrates acusou a líder social-democrata de "confundir o país com o partido" a propósito das críticas que esta lhe fez sobre a existência de asfixia democrática em Portugal, exemplificando com o caso de Pedro Passos Coelho que "não está nas listas [do PSD] porque pensa de maneira diferente", o que indicia um afastamento por "delito de opinião".»
domingo, agosto 30, 2009
TRESANDA A PEIXE ESTRAGADO
Graças a Deus, há mais PS para lá de Sócrates cuja usura da paciência geral superou todos os limites. Todos os apoios de que beneficia logo se dissiparão quando averbar 17% ou 18% ou 19% ou 20% nas próximas legislativas. Nessa altura se compreenderá que o Oceano de Assessores do Governo-PS de nada serve contra a autópsia operada pela bloga livre e cívica e por todos os que souberam conservar-se independentes e lúcidos. E se verá que essa treta de "progresso" e "modernidade" sôfregos, em registo feirante para enganar papalvos, não passaria da última pazada para cima de um País já agonizante. Refinado coveiro que tresanda a peixe estragado. Quatro anos e meio de marreta progressesca e moderneira com retrocessos violentos na Verdade e na Fiabilidade, na Justiça e na Liberdade. Um líder sem escrúpulos capaz de todas as entorces e violentações sobre pessoas e consciências apenas para ostentar índices melhorados e a pompa de aparentar. Grande pregador batido e coçado, rei do anedotário em Língua Portuguesa, excelentíssimo Quase-Passado, quase Nunca-Mais!: «O secretário-geral do PS, José Sócrates, afirmou hoje que nas próximas eleições legislativas estará em jogo uma escolha entre duas mundivisões, entre o progresso e a modernidade dos socialistas, e outra retrógrada e conservadora.»
sábado, agosto 29, 2009
ESPUMAR DE ESTERTOR EMBUSTEIRO
Ninguém poderá esquecer o PS Autocentrado da Legislatura. Agora, Sócrates choraminga e ataca o programa do PSD, flanando as bandeiras-espantalho de todos os papões. Agora a palavra social não sai da boca do Ainda-PM. Agora o ministro bonzinho Vieira da Silva dá rosto ao canto de sereia PS. Mas para trás estão quatro anos e meio em que o Governo-PS fez sofrer os portugueses e ignorou olimpicamente quem sofria devido às suas políticas incompetentes, persecutórias, onde a punição e a exclusão pontificavam africanamente. Enquanto milhares se desempregavam a todos os níveis e a todos os níveis eram culpabilizados, todos podiam ver como paradoxalmente os PS respaldava, premiava, prebendava e sinecurava os seus. Como se não houvesse país senão essa ilha de interesses corporativos e favoritistas de um Partido apenas Ávido de cópulas com o Poder dos Mais Poderosos. Por isso, o descontentamento grassava. Engolir em seco e suportar um jugo desmesurado foi o que milhares tiveram de fazer. O descontentamente agravou-se com a reveladora Crise encarregada de denunciar essa promiscuidade activa governamentalesca com o Dinheiro e negligência grosseira com o Povo. E explodiu também de escândalo em escândalo, de abafamento em abafamento, de suspeição em suspeição. Por isso, federando insatisfações e descontamentos mais que justificados, toda a Oposição deseja repor Portugal. Apagar todas as marcas de um desastre falsário. Foram quatro anos de humilhações. Quatro anos de desdém pelo cidadão comum, esbulhado de Fisco e massacrado com propaganda espectacular para baralhar tudo e tornar a dar aos mesmos. Anos de empobrecimento. De desemprego estúpido, promovido na função pública e no sector privado, eliminando e desactivando pessoas para o vazio mais sacana e imperdoável. Massas foram privadas de dignidade, professores foram comprimidos de burocracia e menoscabados na sua função, segregados em função da sua opinião. Enquanto isso, a despesa pública não baixou. Pelo contrário. A sofreguidão clientelar pôde regalar-se ainda mais. Leis fiscais iníquas retroactivas levavam à miséria, sem apelo nem agravo, milhares de portugueses, atascados no bolso e desmoralizados na alma: «O secretário-geral do PS disse ontem em Faro discordar de uma Segurança Social em que esteja "cada um por si" e criticou o PSD por defender o plafonamento da Segurança Social portuguesa no seu programa apresentado publicamente quinta-feira.»
quinta-feira, agosto 20, 2009
CONTRA A MALFEITORIA, MALEDICÊNCIA
O Clima Político é Tóxico. Gémeos, o PSD e o PS dicotomizam-se com clichés esquerda e direita. Mas não passa de uma luta pelo que o Estado tem de suculento para eles. Objectivamente, o PS excede-se na sofreguidão e nos processos torpes para conservar o Poder. A Mentira, traço condutor de uma legislatura completa, recrudesce e mostra as presas. O PS de Carlos César manifesta-se caciquista, seguidista, servil ao poder central brutal que Ainda mora em Lisboa, preso por fios de seda. Esse Partido Sôfrego já colocou no terreno todos os anónimos mal penetrados a perverter e a sodomizar as caixas de comentários dos vários blogues antagonistas com insinuações pessoais, parvo que olha o dedo e não repara na lua para que se aponta. Serão eles, essa espécie de anónimos mal foederados, que, bem pagos, encherão de cobardias reles quem se oponha ao seu maneirento deus em traje Armani. Um partido, já condenado, que a todos os níveis recorre aos processos mais baixos contra quem se lhe oponha não vale a ponta de uma bolinha de esterco ovino. No que respeita aos vícios insulares de Jardim, também César vai dando os primeiros passos, engrossando a voz, como fez Assis, Canas, José Junqueiro, contra o partido rival por bagatelas e fuga aos problemas e angústias plantados na sociedade. Há mais partidos, mas é como se houvesse apenas dois. Todos!, mas todos os Homens Viris e com Coluna Vertebral se insurgem contra o PS-Governo. Os insatisfeitos, os perseguidos, os abatidos, os declarados incapazes, os dinamitados na sua dignidade e mal-tratados nos seus direitos e aspirações, também se insurgem e se opõem ao Partido Sacante, o dos ajustes directos, o dos favoritismos e da Nova Alcântara, o do QREN subtraído às Regiões para privilegiar Lisboa, o da Desactivação Criminosa Agrícola. As Garras e Guerras recentes contra a Presidência da República por tal Partido-Súcia demonstraram de sobejo o estilo e o escopo seboso de um poder exercido sem um módico de lealdade institucional e sem qualquer respeito pelas pessoas concretas. Faltam 35 dias. Até lá, lute-se nas trincheiras, entre o sangue e as fezes, contra o Partido Sarna de todos os esquemas e subterfúgios, de todos os ataques reles, de todas as humilhações e golpes baixos. Há certamente um PS digno, sério, a levar em conta, mas não é Este PS. Debalde estrebuchará e retorcer-se-á essa agremiação de Vitais Moreira, aflitos com a interrupção da tetina garantida, doce roubalheira clientelar intocada em quatro anos e meio, aguardando justíssima derrota ou dane-se e pereça Portugal, na sua asna cegueira alheada, inconsciente: «O vice-presidente do PSD, Paulo Mota Pinto, não estranhou as declarações de Carlos César sobre o alegado contributo de assessores de Belém na elaboração do programa eleitoral social-democratas, desmentindo “categoricamente” as “insinuações” suscitadas por dirigentes do PS.»
segunda-feira, agosto 17, 2009
MAIS DIFERENÇAS ABISSAIS
«Os estrategos de campanha socialista sabem que o PS socratino não tem a vantagem moral de Obama. Portanto, não há hipótese de uma campanha das grassroots para a recondução do primeiro-ministro. Por exemplo, Sócrates tem um imenso défice blogosférico de apoio que não é compensável. Até talvez copiasse a entrevista com Damon Weaver, se os tácticos não reprovassem a previsível associação mental dos eleitores com a impressão da memória socialista. Não. O PS não consegue uma campanha das bases, mas apenas uma campanha básica. Uma campanha suja, com números camuflados e o despertar de toupeiras infiltradas. Números camuflados, como a providencial estimativa de 0,3% de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) no 2.º trimestre de 2009, pseudo-benzidos pelo Eurostat, que o Dr. José Maria Martins goza. Números sujos da lama estatística socratina que fará a administração pública sofrer da desconfiança dos cidadãos durante anos. Essa lama tem de ser removida da administração do Estado para repor a confiança dos cidadãos nas instituições, como o Banco de Portugal, o Instituto Nacional de Estatística (INE), Instituto de Emprego e Formação Profissional (IEFP), Ministério da Educação, etc. Com muito bem salienta Alberto João Jardim. E aqui temos defendido.» António Balbino Caldeira, Do Portugal Profundo
quinta-feira, agosto 06, 2009
MAÇÃ DE BRUXA VERMINOSA

Cabe ao eleitorado, essa Branca de Neve mil vezes enganada e traída e outras mil vezes por trair e enganar, cabe sobretudo aos professores portugueses, os mais desconsiderados, humilhados e brutalizados da Europa, talvez do Planeta, recusar-se a comer da maçã envenenada oferecida eleitoralisticamente pela bruxa verminosa e eleitoralesca, em nome de um Governo aflitivo por reeleição aflita. O XVII Governo Constitucional, de momento e na sequência do fingimento de sempre, não difere de uma leiloeira ou de uma loja de roupa: com um olho na periclitante reeleição, declara em saldo os aspectos mais asquerosos das suas políticas, disfarçando-as, passando-lhes pela face a base, a maquilhagem de uma actracção provisória e meretriz. Mostre-se rejeição de semelhante torpeza, pelo voto e pela lúcida noção da barganha tacticista subjacente a uma muito má consciência: «Enquanto o anterior – apresentado como mau – estatuto de carreira foi revisto ao fim de quase 10 anos e sobreviveu a três mudanças de governo, este – tão perfeitinho, rigoroso e meritocrático – nem chegou ao início da terceira temporada e foi revisto pelos próprios autores. Note-se que as bonificações pelo mérito – com efeitos no concurso nacional e sendo um dos aspectos criticados pela OCDE pela distorção que introduzem – duplicam, ainda antes da sua primeira aplicação. É obra.» Paulo Guinote, Educação do Meu Umbigo
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