Puzzle completo. Razões práticas, pragmáticas, prosaicas, por que SóCrash não aceitou a perneira electrónica e um pouco mais de liberdade domiciliária? As razões do costume sob o biombo da treta do costume. Desembolsando 670 mil pelo apartamento e perto de cinco mil pela arrecadação, o paquistanês Makhdoom Ali Khan, candidato a um visto Gold, comprou a casa do antigo primeiro-ministro no edifício Heron Castilho, na Rua Braancamp, em Lisboa, no passado dia 6 de Agosto, dia da escritura que contou com João Araújo como representante, depois de pressurosa e amigamente Manuel Salgado, vereador do urbanismo da Câmara de Lisboa, ter assinado o convenientíssimo despacho através do qual abdica do direito de preferência que a autarquia tinha sobre o edifício. José Sócrates comprara este apartamento em 1998 por 235 mil euros e pôde, por alguns anos de êxtase e glória vã, passear profusamente uma ilusão de Poder Absoluto, Impunidade Reluzente, Grandiosidade Anã e Carisma Psicótico — ilusão devidamente atufada de rosas aos quilos. Agora já tem alguma liquidez para pelo menos pagar aos Advogados... e "reembolsar" Carlos Santos Silva em infinitamente menos que a cova de um dente de leite.
«After he has suffered, he will see the light of life and be satisfied; by his knowledge my righteous servant will justify many, and he will bear their iniquities.Therefore I will give him a portion among the great, and he will divide the spoils with the strong, because he poured out his life unto death, and was numbered with the transgressors. For he bore the sin of many, and made intercession for the transgressors.» Isaiah 53
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terça-feira, agosto 11, 2015
PUZZLE FÁCIL
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Carlos Santos Silva,
Heron Castilho,
José Sócrates,
Lisboa,
Makhdoom Ali Khan,
Manuel Salgado,
na Rua Braancamp,
SóCrash
sábado, março 21, 2015
AUTO DA PORCA DO REGIME XIII
Sócrash, o Santa Alcoveta, o Alcoveta corruptora e corrupta de todos arranjinhos e de todas as possibilidades, está finalmente, milagrosamente, preso. Sente saudade de muitas coisas, sobretudo tocar, pegar, cheirar as suas fotocópias. Ter à mão o seu ricaço protector, o advogado infernal Proeza de Caralho, um dos Bispos Negros do Regime, podre de rico e voz mediática infalível, sentenciosa e papal, após décadas de coitos proventosos com o Centrão na rapina que nos sorve, mata e espezinha. Por isso, a partir de Évora imagina-se a convidá-lo para um almoço imaginário numa tasca chique da Capital. O primeiro a chegar seria o democrático Mefistófeles, príncipe dos mais iguais dentre todos nós. Logo em seguida chegaria numa aura gloriosa SóCrash, o Santa Puta, recheado de fotocópias. Estaria a chover. Um solícito empregado viria, de guarda-chuva em punho, ao encontro destes dois sinistros optimistas sempre a rapar:
— Ó meu zeloso protector, advogado Proeza de Carralho, vamos cá celebrar-nos e beber uma pinga. — Meu caro Santa Puta Detrito 44, quanta honra!
— Nós, os que não temos escrúpulos na palavra e na venalidade, somos dos mais ditosos na terra.
— Vale a pena, Santa Puta. O dinheiro é tudo o que vale a pena neste mundo.
— E o sexo... Bem, o sexo, logo a seguir ao exercício do Poder. Apanha-se mais, Proeza de Caralho.
— Santa Puta, trata-me por De Caralho.
— Trato-te como tu quiseres, De Caralho. És uma das figuras-chave desta choldra. Ensinas-nos a abarbatar e a ficar sempre por cima.
— Adoro ir às televisões expor umas coisas sofistas, Santa Puta.
— Eu também gosto da sensação de lançar uma convicta nuvem de treta, De Caralho.
— Sabes quem é que me venera supremamente, Santa Puta?
— Todos os pivots, De Caralho! Agora a sério, não, não sei.
— A Lourenço, da SICN. Tenho um advogado, o AraSujo, que te vou dar por brinquedo. Podes explodir de cólera à vontadinha. Ele aguenta.
— Ó meu zeloso protector, advogado Proeza de Carralho, vamos cá celebrar-nos e beber uma pinga. — Meu caro Santa Puta Detrito 44, quanta honra!
— Nós, os que não temos escrúpulos na palavra e na venalidade, somos dos mais ditosos na terra.
— Vale a pena, Santa Puta. O dinheiro é tudo o que vale a pena neste mundo.
— E o sexo... Bem, o sexo, logo a seguir ao exercício do Poder. Apanha-se mais, Proeza de Caralho.
— Santa Puta, trata-me por De Caralho.
— Trato-te como tu quiseres, De Caralho. És uma das figuras-chave desta choldra. Ensinas-nos a abarbatar e a ficar sempre por cima.
— Adoro ir às televisões expor umas coisas sofistas, Santa Puta.
— Eu também gosto da sensação de lançar uma convicta nuvem de treta, De Caralho.
— Sabes quem é que me venera supremamente, Santa Puta?
— Todos os pivots, De Caralho! Agora a sério, não, não sei.
— A Lourenço, da SICN. Tenho um advogado, o AraSujo, que te vou dar por brinquedo. Podes explodir de cólera à vontadinha. Ele aguenta.
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