«Ninguém tem razão perante um morto.
O chamado "chavismo" não terá passado de um justicialismo nutrido pela pobreza de milhões postos à margem num país que ainda é um dos maiores produtores de petróleo do mundo. Para a sua ascensão e êxito terá certamente concorrido o estreito egoísmo da burguesia venezuelana, que queria viver em abundância cercada de miséria, bairros de lata e peões sem quaisquer direitos de cidadania. Não há melhores aliados das revoluções que esses "fazedores de comunistas" derrancados nas cartilhas hipócritas do business first, da livre iniciativa sem coração, na liberdade de alguns sobre a dignidade de todos.» Combustões
«After he has suffered, he will see the light of life and be satisfied; by his knowledge my righteous servant will justify many, and he will bear their iniquities.Therefore I will give him a portion among the great, and he will divide the spoils with the strong, because he poured out his life unto death, and was numbered with the transgressors. For he bore the sin of many, and made intercession for the transgressors.» Isaiah 53
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sexta-feira, março 08, 2013
segunda-feira, fevereiro 18, 2013
GRANDE ÁLVARO
Conforme sublinha o Miguel por outras palavras, não temos uma tradição de discurso nas questões nacionais independente que separe o trigo do joio, distinguindo ministros excepcionais, como Paulo Portas e Álvaro Santos Pereira, dos que não diferem da modorenta mediocridade do sistema político e do Regime: «Álvaro Santos Pereira meteu uma lança em África, conseguiu o acordo com os argelinos para a construção por empresas portuguesas de 75.000 (sim, setenta e cinco mil) casas, um bolo de 4 mil milhões de Euros (4.000.000.000) que vai aliviar a crise no sector da construção civil e garantir emprego por quatro anos a centos de técnicos portugueses. Ninguém diz nada. Não há um louvor, um gesto de simpatia. Este país está, decididamente, a afogar-se na patologia derrotista e só dá ouvidos aos profetas da desgraça, por acaso os profetas que nos trouxeram ao desastre.
Temos um grande ministro da Economia, como temos um excelente ministro dos Negócios Estrangeiros. Mas isso não interessa aos abencerragens de sempre, aqueles que confundem economia com subsídios, mão estendida em concha, mendicância e chupismo dos Euro-fundos.» Combustões
segunda-feira, dezembro 03, 2012
MIL ANOS DE LUZ E FECUNDIDADE
«... a alusão a um medium tempus foi cunhada por Petrarca (um homem "medieval"), mas só passou ao jargão historiográfico em finais do século XVII como sinónimo de trevas, superstição, clericalismo e violência. [...]A literatura, tal como a entendemos (e sobretudo o romance) é criação da "Idade Média". A Universidade, sede de saber, transmissão, formalização e polémica em torno do conhecimento, é uma invenção medieval. A arte, neta de Deus como lhe chamava Dante, muito embora o conceito só fosse estabelecido no século XIX, é também uma conquista medieval. Até o "capitalismo" - passando por cima do errado lugar-comum que afirma a oposição da Igreja à economia, ao dinheiro e ao lucro - nasceu do processo de legitimação do dinheiro, fenómeno que ganhou expressão a partir do "renascimento do século XII. Coube, também à Idade Média, a invenção do trabalho entendido como valor moral. Ou não foi a Idade Média a inventora de uma sociedade que repousava sobre a organização do trabalho, de que as corporações, as guildas, as comunas, as liberdades burguesas e concelhias, raíz daquilo a que se vulgarizou chamar de "democracia"?» Combustões
quarta-feira, dezembro 28, 2011
VOLTAR OLHOS E CORAÇÃO PARA A TAILÂNDIA
«É tempo de Portugal pensar seriamente a necessidade de restabelecer relações — culturais, comerciais, científicas, tecnológicas e militares — com a Tailândia, país onde subsiste a última grande comunidade de ascendência portuguesa no Sudeste-Asiático. É tempo de procurarmos saídas para o atoleiro europeu e voltarmos, de novo, ao mar.» Combustões
sexta-feira, agosto 07, 2009
QUATRO ANOS DE COMBUSTÕES
O magnífico blogue do Miguel, Combustões, faz quatro anos! Quanta fecundidade intelectual e patriotismo fundamentado! Ao autor, os meus efusivos parabéns, votos de ânimo e longa vida por muitas e muitas décadas! Sublinho o quanto o PALAVROSSAVRVS REX está, desde sempre, em intensa comunhão de objectivos culturais, espirituais, pelo ressurgimento do Portugal Imenso, Valoroso e Profundo pelo qual de múltiplas formas ambos sofremos e lutamos: «Este passou a ser, na sua segunda fase "tailandesa", um blogue asiático-português. Aqui no Oriente aprendi a desprezar a plutocracia, o parente pobre do capitalismo, o maior inimigo do trabalho e da propriedade, o maior engodo para os pobres. De câmara em riste acompanhei as peripécias de uma revolução que evitou o colapso deste país (1, 2, 3, 4, 5), assistimos às reviravoltas e golpes fracassados. Depois, uma reflexão necessariamente portuguesa desta jornada, a aproximação ao tempo passado que é tempo de hoje; em suma, o que mais nos interessa, Portugal. Para os próximos quatro anos prometo melhor, se os meus leitores quiserem.» Miguel Castelo-Branco, Combustões
terça-feira, julho 21, 2009
PEDAÇOS DE PORTUGAL
«Seis da tarde. Não dera pela passagem do tempo. Um café, bolinhos e a marcante gentileza do líder da comunidade em acompanhar-me até ao limite da aldeia. Para este passeio levei comigo um amigo francês, que compreende bem o que isto significa, pois é francês nascido na Argélia, como eu sou português nascido em Moçambique. No autocarro que me trouxe ao centro disse-me: "que gente tão amável. Note-se: vivem no seu mundo e não noutro mundo". Não pude dizer mais nada. Eles vivem no seu pedaço de Portugal. Se eu mandasse, dava-lhes de imediato a cidadania portuguesa.» Miguel Castelo-Branco, Combustões
sexta-feira, abril 24, 2009
FOI HÁ 13.000 DIAS
«Foi há 13.000 dias e o país continua à espera do futuro! Para mim, tudo teria sido diferente se tivessem deixado o Palma Carlos no governo — o mal menor, pois o fulano até tinha um ar de cavalheiro e até sabia usar os talheres — mais o Spínola na palácio rosa, mais os Bulhosas e os Champalimauds a manejar as contas, mais a economia a crescer 7% ao ano. Mas a esquerda queria distribuir, queria sonante e, sobretudo, queria poder; daí destruirem tudo, despejarem do Estado, das Forças Armadas, da Universidade e da Banca quem do ofício sabia e empurrar os meninos ricos a brincar às revoluções para o poder. Foi o que se viu. Quanto à direita, ficou como era e como é e será: absolutamente narcotizada, incapaz de abrir um livro, com sol e touros a debroar as manias de grandeza e pasmar-se perante o passado remoto que não fez ou, mais grave, não soube merecer.» Miguel Castelo-Branco, Combustões
domingo, março 22, 2009
2009, ANO DO PCP: ANDOR COM PS!

Ainda que a maior parte do eleitorado de esquerda e do centro não seja do PCP e em princípio não esteja habituado à ideia de nele votar, é imperioso compreender que trinta e quatro anos de rodízio clientelar PS/PSD, redundaram em perversões sucessivas da vida económica e política nacionais e numa degradação ética galopante, evidentíssima na promiscuidade da política com a finança, da política com a justiça. Se querem chamar reformas à reversão exclusivista dos lucros e dos ganhos para a parte mais ínfima dos portugueses, chamem refinamento do furto, empobrecimento geral. Mas não reforma. O PCP não é papão. Fortalecê-lo é enviar uma mensagem decisiva às orientações desalmadas que medularam a governação recente por um regresso geral ao passado distante das migalhas, das misérias e das carências. 2009 pode e deve ser, por isso mesmo, o ano do PCP, mas não do estalinismo subtil de ASS, mas não do acumulativismo de cargos que mora na família PS, em Lello e em Vitalino; mas não da conversa de chacha dos chamados 'liberais' e 'neoliberais', esses afinal que o Miguel muito bem define na posta e nos excertos que dela se transcrevem a seguir, embora dilua o lado socratino que não é evidentemente causa de uma cultura e de um estado limitado de espírito, mas representa indiscutivelmente o pólo agudizador de um complexo fascizante, dependentóide de um Duce, o pólo agudizador de esse proteccionismo e amiguismo pseudo-liberal levado por ele, aliás, a um inusitado extremo, pólo agudizador de um grave problema de decisão, de verdade, de multilateralismo, factores decisivos que se constituem hoje na energia locomotora do progresso económico e da afirmação nacional como movimento agregador dos cidadãos e não deles desmobilizador: «É estranho, pois, que os nossos capitalistas, agora tão euro-dependentes como outrora Estado-dependentes, se reivindiquem de um pensamento liberal que nunca vingou, pois a empresários destes sempre foi necessária a muleta do proteccionismo, do monopólio e do amiguismo que ganha concursos, que sufoca a competição e perpetua o medo dos pequenos em avançarem para o terreno do mercado. O pequeno, logo que reune meia dúzia de cobres, ora faz uma casa, ora abre um café ou uma retrosaria; tudo coisas importantes. Quando se fizer uma história do empresarialismo português afundar-se-ão todas as pequenas e grandes mentiras sobre o tão propalado como inexistente "capitalismo em Portugal". [...] Agora, a crise já não é só crise: é coisa para ficar para muitas décadas. Alguém responde por isso? O causador desta coisa sem saída é só Sócrates? Onde estão os "jovens agricultores", os "jovens empresários", os mangas arregaçadas que viveram todo este tempo dos milhões dados por um regime que seguiu com canina fidelidade as más lições do passado? Onde estão os magos do economês, do marketinguês, do gestanês e toda essa geringonça de artifícios que não gerou uma marca, uma empresa reconhecida internacionalmente, um grande banco, uns reles ténis ou até uma descascadora de batatas made in Portugal? A culpa é só de Sócrates? Não, não é. É um estado de espírito. Leio que os gregos conseguiram comprar aos cubanos o segredo da confecção dos puros Havanos e passam a maiores produtores do mundo do cobiçado charuto milionário. É assim. O verdadeiro espírito capitalista não é parasitário, apela ao atrevimento. Mas dizê-lo aos nossos liberais é coisa tão estranha como explicar a um bosquímano que a garrafa de Coca Cola é apenas uma garrafa!» Há por isso razões para o eleitorado colocar suficiente pressão às chamadas reformas unívocas que um certo PSD sonso, sornamente aplaude e que um certo PS-governamental assanhado converte em desastre e injustiça. Pressão sobre estes partidos que capturaram e esmagaram a democracia. Como? Votando PCP, BE, PP, votando nos novos partidos, em todos os partidos, menos no vicioso e viciado Centrão. Como? Dispersando o voto, evitando abstenções que só premeiam os partidos habituais, devoristas, tirânicos e desastrosos, quando no governo, procurar que a estabilidade e a governabilidade sejam um exercício criativo, mobilizador, com atrito, e não uma lógica macia que se limita a agradar a um empresariado irresponsável, a imitá-lo nessa irresponsabilidade com os seus lucros, dada a insensibilidade social como paradigma a alojar-se nas governações por décadas até ao advento da actual crise. Se me vierem dizer que nem todos podem ser Nabeiros, eu digo-lhes que, caso sejam empresários, lhes cabe seguir os melhores exemplos de socialização exigente do lucro, como ele faz porque é um ser humano de excelência, caso contrário, no conjunto nacional, tudo se desunirá e colapsará: «O líder parlamentar do PCP, Bernardino Soares, exigiu hoje, em Glória do Ribatejo, que a nomeação do Provedor de Justiça deixe de ser “uma coutada do Bloco Central” e passe a caber a “todas as forças na Assembleia da República”.Bernardino Soares falava no final do almoço comemorativo dos 88 anos do PCP e de apresentação do cabeça de lista da CDU à Câmara Municipal de Salvaterra de Magos, que se realizou hoje na Casa do Povo de Glória do Ribatejo.»
terça-feira, março 17, 2009
quarta-feira, janeiro 28, 2009
PORTUGAL VISTO POR UM SIAMÊS

Em tempos de descalabro moral e de servilismo reles em vez de espírito de serviço, de autoritarismo ignorante em vez de colegialidade e multilateralismo reflexivo na construção de Portugal, tempos de plenitude daquele andar metida a Pátria no «gosto da cobiça e na rudeza D'hua austera, apagada e vil tristeza», deveríamos ter estamina para reponderar o nosso caminho na história recente. Cem anos, em mais de mil, entre o acrisolar de uma língua e o processo de redefinição política da Reconquista, é nada. Se o não fazemos, obrigue-nos ao menos o olhar outro de Povos e Culturas sobre o que fomos e só não somos, em telúrica força, também pela pastosa mediocridade instalada nos paços do Poder:
kjh
«Vocês, que tiveram o mais longo império, os primeiros a chegar e os últimos a abandonar as possessões que tinham em África, na América, na Ásia e na Oceania, gente tão orgulhosa do passado grandioso que tiveram, país tão pequeno que tem uma das línguas mais faladas no mundo...»
lkj
in Combustões
segunda-feira, agosto 11, 2008
GEORGIANAS

Aqui o sítio oficial do Governo Georgiano.
E a seguir uma síntese magnífica que nos recorda
o que pode no fundo estar em causa ali, Cáucaso,
no momento em que George W. Bush aumenta o tom de incómodo,
instando a Rússia a recuar daquela que aparenta ser já
uma Ocupação Consumada do território georgiano:
lkj
«Foi a Polónia que atacou a Alemanha e a URSS em 1939;
foi a Etiópia que provocou a Itália em 1935;
foi o México que declarou guerra aos EUA em 1846;
foi a Espanha que hostilizou os EUA em 1898;
foi o Império Chinês que mandou queimar o ópio dos narcotraficantes britânicos em 1842;
foram os birmaneses que levaram a guerra aos ingleses em 1885;
foram os boers que desafiaram a Grã-Bretanha em 1900.
Em suma, os fortes encontram sempre uma justificação de direito
para a somar ao direito da força. Hoje somos todos georgianos.»
lkj
in Combustões
sexta-feira, agosto 08, 2008
TRÊS ANOS DE COMBUSTÕES ATEADAS

Há precisamente um ano lembro-me de, entre muitas outras vozes,
estar a tentar dissuadir o Miguel de desistir. Postava eu então do Brasil.
Porque me impressionara a sua oportunidade, eloquência, liberdade,
independência e visão distanciada do País agora-mesmo, no seu momento cinza,
e dos seus actores ainda mais cinza. Existir e prosseguir assim, com o que se é,
é a mais límpida das celebrações.
«Se me apetecer escrever sobre pegadas de dinossauros em dia de eleições,
faço-o, pois isto é meu, para mim e mais ninguém.
Se o leitor bondoso tiver paciência para comigo gastar três minutos,
só posso ficar penhorado. Se não gostar, paciência.»
lkj
Parabéns, Miguel!
quarta-feira, agosto 06, 2008
SOLZHENITSYN NA BLOGA

Outras perspectivas de Solzhenitsyn, segundo o Miguel,
sublinhando em particular o impacto da obra Agosto - 1914.
lkj
De notar do autor russo ainda o poema Noites Prussianas/Ostpreußische Nächte,
ou o relato por vezes solidário da experiência remordida
do que se fez «com os alemães, esmagados, agredidos, roubados e mortos
sexta-feira, fevereiro 22, 2008
POLÉMICA PÓLVORA-SECA E PAÍS INTOXICADO

Realmente, o MCB tem razão.
Isto está um país intoxicado de futebol, de Sócrates e de treta norte-americana,
assuntos dos quais é preciso afastamento pela emergência de outros debates.
Porém, logo se percebe que qualquer discussão séria levantada
e qualquer polémica provocatória, só pelo prazer de provocar, accionada
serão só o temporário paliativo e a insuficiente metadona,
que irão entediar de ressaca-coceira um país
que não quer senão intoxicar-se de Sócrates,
de futebol e de treta norte-americana.
lkj
«Em Portugal há só um homem
- que é sempre o mesmo ou sob a forma de dândi, ou de padre,
ou de amanuense, ou de capitão: é um homem indeciso, débil, sentimental,
bondoso, palrador, deixa-te ir: sem mola de carácter ou de inteligência,
que resista contra as circunstâncias. É o homem que eu pinto
- sob os seus costumes diversos, casaca ou batina.
E é o português verdadeiro.
É o português que tem feito este Portugal que vemos.»
kjh
Eça a Fialho, 8 de Agosto de 1888
sexta-feira, fevereiro 15, 2008
DA EXCELÊNCIA DO «COMBUSTÕES»

Metam na cabeça isto: Portugal é visto de cima e é visto como supérfluo
pelos nossos irmãos europeus.
Qual respeito pela nossa soberania qual quê,
se nos vêem como contingência e acidente geopolítico?
Bem, mais uma vez, o Miguel,
ao tomar o pulso a esse olhar desprezivo ou cobiçoso
da nossa existência independente, estável e historicamente afirmada,
e ao tomá-lo ali directamente das psiques deformistas
de esses trágicos europeus de imperialismo e nacionalismo só sublimado.
lkj
Nesta perspectiva, os Nacionais que nos lideram,
quaisquer que nos liderem, têm mesmo de ser como serpentes
e agir com subreptícia prudência para que nos afirmemos, a bem ou a mal,
num panorama europeu tacitamente hostil assim
e nos sobreviabilizemos e aprendamos a inchar de Orgulho por nós mesmos:
lkj
NOITE ALUCINANTE ENTRE ALUCINADOS
LKJ
«Jantar com uns patetas diplomados (e diplomatas)
prestando serviço nas embaixadas da Europa das manias gastas e arrogâncias velhas.
kjk
Um cretino castelhano repetindo minuto-sim, minuto-não,
a esfadíssima tese do "se estivessemos juntos, Portugueses e Espanhóis,
teríamos outro peso na arena internacional";
lkj
uma italiana coberta de pechisbeque discreteando sobre as grandezas de Roma,
mas dirigindo-se-me sempre em inglês;
lkj
um francês tresandando a perfume e bedum
lembrando-me la francofilie dos portugueses,
até aquela que lhe manifesta a sua porteira de Paris, "qui est du Portugal".
lkj
Ou seja, para os espanhóis Portugal não devia existir,
para os italianos somos a Última Flor do Lácio,
mas a língua de Catão e Cícero deve ser substituída pela língua franca da CNBC
e para os franceses somos - que honra - uns bons criados.
lkj
Não sei o que querem da Europa,
mas naquela gente paga a peso de ouro para as frivolidades da diplomacia de pastel
e espumante não vejo outro futuro que o de uma tumba com o epitáfio
"aqui repousam os ossos frios de uma civilização
que não conseguiu ultrapassar velhos demónios que a estilhaçaram em tiras".
lkj
Olhando para o pequeno coro de imitadores e aprendizes de Metternicht,
não me ocorreu outro nome que o do locatário de Berchtesgaden,
que tinha o mesmíssimo conceito da finalidade da diplomacia:
anexar, impor e fazer escravos.»
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Miguel Castelo-Branco, Combustões
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