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terça-feira, dezembro 02, 2014

UM PARTIDO PETRIFICADO E OBSOLETO

O XX Congresso Nacional do PS não o foi. Ao Fantasma terrível do Detrito 44 somou-se o Fantasma do Vazio e o Fantasma de quantas vozes foram postas em silêncio. Muita roupa ficou por lavar. A lama continua e continua a boa consciência falaciosa deste partido destroçado de egoísmo, cegueira e todas as metástases de egolatria semeadas no passado. 

Notoriamente, apesar de perpassado por alguma juventude emocionalóide e seus arrancos taurinos e entradas de leão, o PS não tem qualquer pensamento, não tem capacidade de auto-revisitação e de autocrítica, não tem qualquer espécie de autoridade. Passou uma péssima imagem de petrificação mental e amotinamento retórico, à maneira dos "Congressos" em Cuba e na Coreia, os quais, antes de acontecerem, já se sabe quem invectivarão, já se sabe a que conclusões chegarão e que ódios oficiais serão renovados, num imobilismo atroz que chega a ser mesmo doloroso. 

Definitivamente, este Partido não está pronto para o Século XXI. A travessia do deserto promete ser brutal para estes Militantes Fóssis, caso tenhamos Povo com memória, sentido de exigência e espírito crítico, com a intuição de que qualquer caminho sólido de melhoria de condições de vida e bem-estar se fará pelo lado difícil, exigente e duro; um Povo com a noção de que a herança destes socialistas foi um País depauperado e endividado, a braços com mais uma ingerência externa, dívidas contraídas nos anos da Festa Despesista a cobrar nos anos da mais Amarga Austeridade.

sexta-feira, setembro 09, 2011

PS: AUTÓPSIA A UM PARTIDO VULGARIZADO

O PS vai estar em congresso este fim de semana depois de, no último, há menos de seis meses, ter aclamado aclamativa e nazisticamente um equívoco repleto de tiranias, passes de mediatismo propagandesco e falsário, desordens de toda a espécie e feitio. Quando Tó Zé Seguro referir o seu antecessor, não poderá desculpá-lo com a crise financeira de 2008, mas sublinhar aquela que foi a dilação de medidas sérias devidamente preventivas. Se mecionar Sócrates, demarcando-se de uma governação desastrosa sem hipervalorizar a crise, revelará coragem, pois a esta luz nenhum militante ou eleitor contesta a deriva despesista absolutamente sorna do socratismo. O País já percebeu quem o lesou. O congresso do PS terá de reflectir acerca do estalinismo acéfalo inoculado pela anterior liderança do partido, sobre a morte do pluralismo interno e a completa implosão de uma liberdade intelectual capaz de pensar o presente e o futuro de Portugal em troca da prioridade devorista, o grande, exclusivo e obsessivo, desígnio do PS socratista da última década e meia, vulgaridade pura, perversidade absoluta. Criticar o desempenho antidemocrático do anterior Governo é condição de afirmação para António José Seguro, pois a hora é a de chamar os bois pelos nomes e nem sequer se trata de uma questão ideológica de demarcação da extrema-esquerda ou da direita: a demarcação necessária é aquela que rompe com o crime instituído dos principais partidos contra o erário, a que dá caça à corrupção política, a que não pactua com a desonestidade e a conflitualidade política gratuita, é a que rejeita a imoralidade na política, o maquiavelismo sôfrego pela conquista e manutenção do Poder, é a que faz a rasura da ética, declara à morte a honra, se compraz da sorna diluição de responsabilidades. Só António José Seguro poderá romper com os tentáculos de um partido-máfia, recordando ter sido o PS a inaugurar a guerra contra o Estado Social na medida em que conduziu o País à falência; foi o PS que precipitou a privatização da RTP, das Águas de Portugal, dos CTT, da CGD, ao acumular e agravar passivos e dívidas incomportáveis para o País; foi o PS que cavou e agravou a crise, esmerando-se no mais obsceno clientelismo, foi ele que acobertou corrupção maciça, fomentou a promiscuidade, nem rosa nem laranja, com saques e vampirismo ao Estado. PS e PSD são, há décadas, camaleões do oportunismo do Poder. Quanto a ser sanguessugas do povo português, nenhum dos dois sai ileso. O PS vulgarizou-se e não tem remédio. Salva-o o facto de António José Seguro ser uma pessoa decente e boa. Lufada de ar fresco no antro fétido socialista. 

quinta-feira, abril 14, 2011

UM VULGAR TRASFEGO DE CULPAS

«1. O laudatório congresso do PS definiu a identidade actual do partido: é uma confraria que não renega o Querido Líder (expressão feliz de um congressista, de inspiração norte-coreana, para designar Sócrates), mesmo que ele conclua a destruição do país, que iniciou há seis anos. Invoco a carta aberta que nesta coluna dirigi a Sócrates, em 6 de Junho de 2005, quando a maioria o venerava e eu previ o que nos esperava, para não me surpreender o que lhe ouvi no congresso e nas massivas e insuportáveis intervenções públicas dos últimos dias. Sócrates é um simples manipulador de responsabilidades e um vulgar trasfego de culpas. A autocrítica não se vislumbra nele. A impunidade que caracteriza a sua actividade política tornou-o cada vez mais arrogante e contumaz na prática de erros. O que nos conduziu ao desastre em que estamos mergulhados foram as políticas desastrosas dos dois governos que chefiou. Foi isso que o deixou sem saída. Para não perder a face, manipulador como é, escondeu-se atrás do PEC IV, que urdiu e negociou com os de fora, traindo os de dentro, sabendo, medindo e desejando as consequências.» Santana Castilho, Público

LÚGUBRE APOGEU DO VAZIO

«Ao ver as reportagens do Congresso do PS, a pergunta que mais frequentemente me ocorreu foi como é que os Portugueses, na angustiante situação que vivemos, olhariam para aquele espectáculo. Um espectáculo que exibia uma incómoda exuberância de meios ao mesmo tempo que revelava uma montagem atenta ao mais ínfimo pormenor (com música, abraços e lágrimas). Mas de onde, na verdade, não brotava uma só ideia, uma só preocupação com o País, uma só proposta para o futuro... Onde, pelo contrário, era bem visível a obsessão com o poder e a preocupação em bajular o líder no seu bunker, seguindo um guião e repetindo "ad nauseam" um só argumento, com uma disciplina de fazer inveja ao PCP!...» Manuel Maria Carrilho

quarta-feira, abril 13, 2011

MAL E PORCAMENTE

«Portugal chegou ao estado miserável e descontrolado de ter de pedir esmola sem qualquer certeza de que vai obtê-la e tem de estender a mão à caridade internacional porque o PS governou mal e porcamente. Os portugueses foram sistematicamente manipulados e aldrabados pelos políticos socialistas no poder. Ninguém se atreveu a reconhecer isto no congresso do PS.» Vasco Graça Moura

domingo, abril 10, 2011

RAREFACÇÃO DA INTELIGÊNCIA ELEITORAL

«Sócrates demonstrou ser um incapaz, um mentiroso compulsivo, um irresponsável praticante, um impertinente anti-democrata e um narciso insuportável! É isto um Primeiro-Ministro? Tenham juízo, senhores eleitores! Não estou com isto a conduzir o vosso voto para A ou para B. A mim tanto se me dá desde que não votem em quem eu tenho a certeza que enquanto não der cabo de todos nós e das gerações futuras, pelos vistos, não descansará.» Jorge Cabral

UM CONTRA A VERTIGEM ULTRAFASCIZANTE PS


«O primeiro-ministro que nos levou à bancarrota não tem condições para nos fazer sair dela», Rómulo Machado, militante do PS, (hoje, às 00.42). HR

A MISSA CRETINA FASCISTA-SOCRATISTA

O que é que encerrou hoje em Matosinhos? Um convénio de fanáticos e descerebrados numa missa ululante de nulo, a missa cretina e negra do PS, um partido daninho a banir, repleto de retórica e cantos de sereia, repleto de vampiros e sanguessugas. Todos velhos. Todos gordos. Todos viciados no poder, na sinecura e na prebenda, todos ávidos de se cevar nem que o caminho seja precisamente o que nos trouxe até aqui. Maldito o País que tolera esse circo que os cerca de espectáculo, encenação e Mentira. Fascismo é isto. Fascismo é o PS.

ANA E A ROSA FEDORENTA

Ana Gomes, perdigotante e paradoxal, foi encostada à noitinha  era meia-noite!  e foi à noitinha que exercitou qualquer coisa impossível no PS de Sócrates: auto-crítica, auto-avaliação. Disse, naturalmente ensandecida, só pode!, que para continuar a merecer a confiança dos portugueses, o PS deve assumir que nem tudo foram rosas na governação e que nem sempre a rosa cheirou muito bem. Incrível. Esta mulher com o célebre olhar sedutor de uma coruja, acha que o PS pode redimir-se e regenerar-se da massiva avidez e do sentido grupal de rapina, da alegria do saque, do instinto elementar de pilhar Portugal. Seja como for, o malicioso senil Almeida, remeteu-a para o canto e não havia ninguém ali para a aplaudir nem sequer para a ouvir. Mas a Ana do nudismo no Meco disse mais. Disse que o PS também cometeu erros e assumi-los será meio caminho andado para os corrigir: não havia ali ninguém para ouvi-la, corrigir erros e mudar alguma coisa. Não havia ali ninguém para aplaudi-la. Este XVII Congresso do PS é um piquenique, um piquenicão, de fausto e glória, unidade em torno de terem fodido Portugal. Repare-se que é preciso ousar muito ou ser imensamente doido para denunciar o desvio e desperdício de dinheiros do Estado em consultadorias, o manhoso outsorcing e a manhosa corrupção em várias empresas públicas e sugerir transparência e justiça na distribuição dos sacrifícios. Fica-se a pensar, o que faz Ana Gomes nesse partido? Faz figura de urso e de palhaço.

BOSTA REPETIDA FALANTE

Infantilóides daninhos, como esta rotunda bosta repetida falante dos mil empregos, são incapazes de perceber a náusea e o cansaço que suscitam.

sábado, abril 09, 2011

DO OBSCENO INDECOROSO

O PS soma e segue dentro do tom habitual, entre o lunático, desdita de desdizer-se, e o obsceno indecoroso, especialmente quando caracteriza o PSD como ultraliberal tendo passado mais de seis anos a acalentar o compadrio e o caciquismo como forma de vida: controlar tudo, dominar tudo, secar tudo e gerar dependências obedientes e votantes como contrapartida. Seis anos de Mentira Ostensiva, Desbocada, Pestanejante, a toda a hora, a todo o instante, apenas com o fito de um momento mais de Poder e Controlo. Permanência a todo o transe. Gula de durar. Sofreguidão soviética de danosa exclusividade.

FRENESIM TRITURADOR EM MATOSINHOS

Nunca se viu semelhante topete, um Partido de joelhos ao seu tirano descomunal, grosseiro e incompetente. Os factos da economia estão aí, envergonhando-nos todos os dias, notícia a notícia, o velho descalabro ético cavado zelosamente neste anos de máfia e obscenidade na Justiça e na Educação, os abusos de poder de toda a espécie, a soberba, o descaramento antidemocrático, e no entanto espectros-em-vez-de-homens, como António Vitorino, Augusto Santos Silva, Correia de Campos, Ferro Rodrigues, Manuel Alegre, Alberto Martins, Almeida Santos, Edmundo Pedro, António Costa, espojam-se todos em alarvidades patéticas, hiperbólicas, dengosas. Em Matosinhos. Alheados do Povo. Alheados das gentes. Este PS tornou-se cópia melhorada em péssimo do desígnio salazarista, da linguagem salazarenta redesenhada em modernês, no ímpeto exclusivista das tiranias desprezivo do outro, persecutório em matilha ao crítico, seja Carrilho, seja Neto, seja o cidadão comum, apertado, esbulhado, explorado, atirado aos cães. A língua de pau é servida à farta como defesa da casta. Admite-se a duplicidade que tem livre curso e é crime contumaz sempre recompensado. Os media falham. Não há qualquer desconstrução da Farsa Suprema socratista. Dependentes e adorabundos do dinheiro que os promiscua, os media caucionam a batota socialista: Passos, coitado, recém-chegado e atirado para dentro desta confusa e irracional baixaria socialista , a grande puta trituradora no frenesim pela ameaça de perda ou pela infâmia dos negros resultados e onde toda a orgia é maciça falsificação e monstruosa malícia  Passos será abatido como todos os outros que o precederam. A Ditadura tem mais de seis anos e é para durar. Para o PS, tu és um asno impotente, leitor! Vota PS, leitor! Vota como o asno que és para o PS, leitor! Coisas insólitas e excêntricas como a ladroagem aclamada e a maldade apoiada estão bem para um País que se imbeciliza e vota sempre [por paixão ou por hábito] no Mal Total.

DAGUE L'AIGA A LE CORDE!

«Ontem houve mais "Portugalling" na forma como José Sócrates contou outra vez a história do bandido sobre o que aconteceu com o pedido de ajuda externa, que todas as evidências apontam que era inevitável depois de se dobrar a dívida portuguesa em seis anos. Dizer que a culpa é dos outros, da oposição, quando o país não aguentou duas semanas de demissão do governo, é coisa que nenhum português conseguirá compreender, fora eventualmente aqueles que estavam ontem à noite a ouvir o líder na Exponor. O Congresso aplaudiu, pelo menos.» Manuel Queiroz

O PRIMADONNA SÓCRATES

Gostava de compreender como é que se avalia, por um simples discurso arquitectado ao milímetro por um pelotão de assessores e depois projectado num par de telepontos, a mitificada combatividade politiqueira de Sócrates sem as Mentiras de Sócrates, sem a incompetência de Sócrates, sem a malícia de Sócrates, sem a Bancarrota de Sócrates. Mau! É como se com a merda de um discurso cheio de tesão sectário e testosterona egolátrica, acometesse ao velho socialista adepto com cartão a lágrima furtiva de fervoroso acéfalo das claques. Mal vamos.

TEMPO DE CULPABILIZAR

Enquanto essas pombas da esquerda, pela esquerda, com a esquerda, peroram prostituições evidentíssimas aos seis anos socratistas de assassínio do nosso futuro, repletos de dolo e fingimento faustoso, seria bom que toda a Oposição demonstrasse as razões profundas para a culpabilização extrema do PS, se forem homens. É preciso culpabilizar, com os factos, um PS mafioso nos processos, estalinista na forma, nulo na esperança, hoje no seu reduto de pançudos, bunker de chupismo ameaçado.

sábado, fevereiro 26, 2011

MAIS KHADAFIÓCRATES RAIVOSO

Estou a ver, pela SICN, um coiso acossado, repleto de raivas e novos slogans, «células estaminais»; «igualdade»; «por um País mais próspero»«Porque eles querem privatizar». Gagueja, sibila, atropela sílabas, pantomina, gesticula, ginga, joga, abre as asas, esganiça, dramatiza, ironiza, chasqueia, faz esgares rasgados como sorrisos de crocodilo. Alguém lhe explique que «célere» é igual a «rápido». Uma tempestade de demagogia este Sócrates, no seu reduto de parlapatice. «Eu acho», diz ele. «O Estado e o Estado e o Estado». «Eles têm uma agenda ideológica». Há qualquer coisa de infinita e criminosamente desfasado da realidade neste cromo que não se enxerga e na sua frenética «moção global estratégica nacional»Bom apetite para ela, otários! É grande a comédia da palavra esgrimida pelo Khadafiócrates local cujo valor é o mais absoluto zero. A fealdade moral e política está toda lá: todo o socratismo é ultradireita, castração, mentira por grosso. «Viva o Partido Socialista! Viva o PS!», diz ele. Deus tenha piedade de nós.

domingo, abril 26, 2009

GRANDE PARTIDO DA ESQUERDA DESPESISTA

Pois*.
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«Uma vergonha. O aluguer daquele ecrã de fundo - o maior do país - custa mais de 70 mil euros por dia. O congresso durou 3 dias. É mais um dia para instalar e desinstalar. Só para o número. E o povo à fome. Tenham vergonha!!! O Cavaco sabia do que estava a falar quando falou dos gastos...»

domingo, março 01, 2009

NEO-SALAZARISMO GAYFORME


Bombons em fim de festa e completo desplante esse falar em tópicos do ensino, da escola, da educação, depois da guerra, do desgaste e do caos levados para dentro da Escola: «A criação de bolsas de estudos para alunos que precisem e que tenham aproveitamento escolar acompanhará o alargamento do ensino obrigatório aos doze anos de escolaridade na próxima legislatura, caso o PS ganhe as legislativas, prometeu hoje José Sócrates ao encerrar o XVI Congresso do PS, em Espinho. A segunda novidade do discurso do líder socialista foi a promessa de que, assim que ficar terminada a rede de creches (que está perto da finalização, garantiu), o Governo por si liderado que sair das legislativas de 2009, irá proceder à “consagração da obrigação legal da frequência do pré-escolar”.» Apoiado. [ironia] Mas os portugueses cada vez mais esfomeados e tesos perguntam-se, perante a 'bondade' de estas medidas albano-chinesas para a próxima legislatura, salvo seja, caso o PS saia governo, vade retro, PSatanás!, dito em plena Legislatura-que-Mente, esta!, como é que elas se compaginam, por exemplo, com a tirania chantagista perpetrada pelo ME que força um aproveitamento escolar virtual enquanto se escamoteia a falta de aproveitamento escolar real?! Como é que tais medidas para depois se associam com a contestação legal que agora arranca ao corpus legislativo aberracional do EDC, trambolho completo?! Como é que se inscrevem no mar de mentira que entreteceu partes significativas e dossiês completos nas mãos inéptas de estes titulares?! Como se pode dar alguma credibilidade a qualquer espécie de promessa saída de tal figura simultaneamente Fausto e Mefistófeles, Maquiavel e O Principe?! Depois de um Congresso como este, na verdade uma festa funérea da democracia, a sensação que fica é a de um enterro: enterra-se tudo, a honra, o carácter, o sentido crítico, o amor da liberade e das adorações sovieticas ou xiitas de líderes. A Democracia no PS está ressequida e definha, engolida pelo balão de Oco e Hélio que há em Sócrates. Na verdade, fica a sensação horrível de que emerge sornamente em Portugal um novo regime, graças a ele e à sua ambição pessoal desmedida e desproporcional quanto às respectivas capacidades provada e comprovadamente teatrais, histriónicas, fachada. Das cinzas desastrosas de esta finante legislatura alguma coisa de muito mau se consolida ameaçadoramente: um poder Raspuninesco na pessoa Rasputine que incorporou Sócrates e a sua luxúria de Ego em deriva solta. Daí o perigo. E, na verdade, perante o acefalismo de multidões subsidiadas para o efeito no Congresso PS de Espinho, emerge uma espécie de Neo-salazarismo Gayforme Amoral e Desonesto, no sentido da imposturice com as causas fracturantes como o casamento civil gay, e no sentido de um vale tudo para conservar e expandir o Poder. Artificial como um vibrador, é célebre o fingimento de ruptura com interesses instalados, mas atacando os Fracos e preservando/reforçando os Fortes. Isso e o crime na educação, feito de rupturas que ninguém compreende ou percepciona como urgentes, sobretudo quando o resto desaba e falece, pois multidões são negligenciadas e é como se não existissem. Emerge um Neo-salazarismo Gayforme Amoral e Desonesto: olhe-se para as políticas de desumanidade e de desonestidade as quais não nos chegam os dedos para elencar! Ora, um povo que se consente cair de novo nesta falácia, nesta merda, não é povo nem é nada. O que eu queria ver no Governo era um staff composto por gente competente, empresários e sábios sérios e com provas dadas e não gestores de si mesmos, do seu melhor lado, do seu melhor e mais desavergonhado sorriso, do melhor fato e corte de cabelo. Tal Neo-salazar Rasputinesco Amoral e Gayformizador da Sociedade, falsária sonsice e ignorância em andamento, esse que se apresta a abocanhar ainda mais a Res Publica, sendo trágico e nulo como um erro ortográfico, ainda se pode apagar ou evitar, se houver democratas e espíritos lívres com colhões para essa luta derradeira. Haverá?!