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segunda-feira, abril 01, 2013

PRÁXIS FASCISTA, COLÉRICO ANTI-DEMOCRATA

«Mais tarde voltou a falar de pressões, mas do Governo Sócrates. 

Quando começo a ter acesso a algumas das escutas do Face Oculta apercebo-me que não era só a TVI que ia ser comprada. O CM também. Houve uma fase negra em Portugal em que, com o apoio da banca, se ponderou fazer grandes negócios na comunicação social que não visavam o objecto de negócio, mas sim mudar direcções e silenciar. 

 O que pensa de Sócrates? 

Entre 90 e 91, ao fim-de-semana tinha RTP e durante a semana Semanário e RR. Nesta altura, António Guterres apresenta-me uma jovem promessa. E, de facto, ele tinha um estar que contrastava: não usava gravata, dizia palavrões, era pouco mais velho do que eu e trabalhava imenso.

A PSICOPATIA VAI NUA

«Anda-se a iludir o que só alguns escrevem a medo: para avaliar o político Sócrates, é preciso considerar o seu perfil psicológico. Sócrates é um caso psi, mitómano, narcísico ao ponto de anular o mundo exterior e negar a realidade e a verdade, diminuído na capacidade de agir por valores éticos. O seu autoritarismo de perfil patológico confunde-se com convicção política e carisma. Como Hitler, Chávez ou Berlusconi, o seu ego precisa loucamente dos media, que se entusiasmam com chefes e por isso o adoram. O seu mundo de fantasia, embrulhado em retórica convincente, é como sabão para a espuma dos dias mediáticos.

quinta-feira, janeiro 24, 2013

MATAR SÓCRATES? NÃO!

Matar, não. Mas dar-lhe o desafio de ter de nadar para a praia mais próxima a partir de uma distância de mil metros, num mar encrespado, isso já seria bem tramado. Olha, da Berlenga a Peniche, por exemplos. Há quem cegue de paixão por causa de um partido político, defendendo-o mesmo no que não tem defesa possível: nos seus trastes comissionistas, nos seus corruptos endémicos, nos seus ladrões devastadores. 

É necessário cegar de paixão pelas pessoas comuns e pelo País inerme perante Políticos e Banqueiros sem escrúpulos. Amar as Pessoas comuns e sentir o País com Fome, no seu sofrimento e estado de exaustão anímica e financeira. Ladrões e desonestos ficarem a rir de nós, seja no Parlamento, como o super-aldrabão mete-ao-bolso Paulo Campos, cretino acabado, ou como o Mega-Burlão de Paris, ultra-desonesto, irascível — isso tolere-o quem puder. 

Quem passa fome e sabe porquê, a fundo, não pode abstrair-se desportivamente do facto de ter havido filhos da puta como esses que ganharam balúrdios especialmente a foder-nos o couro e a destroçar-nos o futuro.

terça-feira, outubro 16, 2012

SEIOS, PARA QUE VOS QUERO?!

CM, 16 de Outubro, 2012.
E depois da nudez mediatizada, as entrevistas bem pagas,
e assim sucessivamente. Muito bem, Maria Bóias!

sexta-feira, setembro 21, 2012

ENERVADOS ATÉ À MAIS ÍNFIMA HEMORRÓIDA GAY

No panorama nacional dos media, que é medíocre, submisso e passento, é preciso elogiar os fogachos de ousadia perpetrados pelo Correio da Manhã. Nada como um só jornal, o mais lido em Portugal, para enervar até à mais ínfima hemorróida gay os caramelos que um dia sonharam dominar a comunicação social, a fim de ocultar pelo máximo de tempo possível, por exemplo, ao longo dos últimos seis anos, um gravíssimo e galopante problema de dívida soberana agravada e em roda livre. Um jornal, talvez o único, que apresenta argumentos, investigações e também denuncia sinais funestos de corrupção que dão toda a razão a que se abomine um tal de Sócrates que nos humilhou e humilha pelo simples facto de ter pregado optimismos e amanhãs canoros modernizadores, cavando a bancarrota e a insustentabilidade do Estado Português e de, para cúmulo do despautério, hoje sorver, em Paris, sem que o molestem, os benefícios pessoais de quanto consentiu e negociou ruinosamente contra os contribuintes. Com tamanho logro, só podemos andar ressentidos e ressabiados. Força, Correio da Manhã! Lá, onde não existe Ministério Público, haja pelo menos, para que nos assemelhemos menos à Somália, o Correio da Manhã.

quinta-feira, abril 12, 2012

FILHODAPUTALOGIA SOCRATESIANA APLICADA

O cabrão brochista anónimo e assessor socratesiano típico está fartinho de disfarçar e atenuar o facto cristalino de Sócrates ter gamado em comissões, directa ou indirectamente, centenas de milhões de euros ao Estado, parte dos quais foram colocados em offshores em nome de familiares seus: vem no Correio da Manhã, tipifica o modo de contornar todas as eventualidades próprio dos variadíssimos corruptos impunes, imunes, intocáveis, protegidos, que temos por aí. O cabrão brochista anónimo e assessor socratesiano típico disfarça retoricamente o mais que possa que Sócrates se rodeou de escroques e meliantes pelo menos nas onerosas assessorias como a do cabrão brochista anónimo e assessor socratesiano típico «Luís, estou bem assim ou assim?» para vender chouriços de patranha e optimismos fode-contribuinte, pelas TV, homilias rascas pela TV, sermões gesticulatórios de encher pelas TV, e assinar contratos comissionistas com empresas amigas, bancos amigos, contratos esses que lesaram o País em milhares de milhões de euros e destruíram o desafogo fiscal das próximas gerações. Finalmente, o cabrão brochista anónimo e assessor socratesiano típico odeia a coragem do Correio da Manhã, onde se vem demonstrando cristalinamente que Sócrates abusou do Poder, controlou com desmesura os media, manipulou com despudor as massas, transformou e avacalhou a governação em circo de impossíveis numa tourné permanente, fazendo de cada causa pseudofracturante o mesmo pão circense que servisse de biombo a tudo o resto malicioso, nomeadamente à dívida pública feérica, nunca nomeada, nos seus esgares de cretino, nunca aludida, nas suas poses de louco. Graças à corrupção moral e venalidade crassa dos nulos actores na cúpula do Poder Judicial, Sócrates nem vai a tribunal nem talvez vá, o que nos resume. O cabrão brochista anónimo e assessor socratesiano típico só pode ganhar dinheiro por escrever todos os dias acerca da divindade imaculada de José Sócrates, que soube federar na mesma ou pior língua de pau e língua de palmo, nas mesmas ou piores teimosias asininas e agressividades bestiárias, Maria de Lurdes Rodrigues e, um pouco menos, Isabel Alçada, que pudemos ver a defender a Festa Fútil da Despesa em discurso ridículo e insano na comissão de inquérito, levando os deputados e o País às lágrimas de tanto rir. A filhadaputologia socratesiana está a deixar escapar material precioso para o estudo do cabrão brochista anónimo e assessor socratesiano típico, um dos espécimens mais puros em todo o reino animal capaz de fellationes e prostituições intelectuais de semelhante calibre.

segunda-feira, março 05, 2012

IMUNDÍCIE, O RASTO RASCA DE JOSÉ SÓCRATES

«Em 2007, quando o País começou a conhecer o imbróglio da licenciatura de José Sócrates, fiz questão – era então líder do PSD – de fazer uma declaração pública sobre o assunto, recriminando tamanha trapalhada, contradição e falta de transparência. Recordo-me bem de que foram poucos os que, nessa ocasião, falaram sobre o assunto. No que me diz respeito, cheguei mesmo a ser criticado por algumas pessoas do meu próprio partido que optaram por se vergar ao poder de Sócrates e sancionar o seu obsceno comportamento. Agora que o Correio da Manhã deu a conhecer detalhes inqualificáveis sobre o caso, através das escutas divulgadas, já praticamente ninguém deve ter uma discordância em relação ao que então afirmei: este homem é um mau exemplo, e os maus exemplos contaminam a sociedade. Denunciá-lo não é uma questão política ou partidária. É um imperativo de higiene e decoro. No que à educação diz respeito, em vez de dar aos jovens o exemplo de que tirar um curso superior é uma questão séria, que exige rigor, disciplina, esforço e mérito, a imagem que o ex-primeiro-ministro passou para a juventude foi o da habilidade, do truque, do chico-espertismo, da mera preocupação com o título académico. Em relação à vida política, o exemplo que irradiou para a sociedade foi ainda pior: foi o exemplo de quem usa o poder para pressionar, enganar, ocultar e manipular, através de métodos que são indignos de quem dirige um país e de quem serve o interesse público. Não gosto de ser alarmista e de cultivar falsos moralismos. A verdade, porém, é que começa a ser tempo de sermos mais exigentes em relação à democracia que temos e aos políticos que elegemos. A crise que vivemos não é apenas económica, financeira e social. É também uma crise de valores. Cumpre-nos contribuir para os reintroduzir na vida colectiva obrigando, desde logo, a construir uma cultura do exemplo. O bom exemplo tem mais força do que as melhores leis que se aprovam e do que os discursos mais brilhantes que se fazem. Ao contrário, os maus exemplos envenenam a sociedade, contaminam a política e ameaçam a democracia. Afinal, a política não pode ser a arte do vale-tudo e palco de actuação de gente mesquinha e sem escrúpulos.» Marques Mendes

sábado, fevereiro 25, 2012

SÓCRATES E LUÍS AROUCA "ARTICULAM-SE"

Eu gostava de saber para que ex-assessores circenses se dão à ingente trabalheira de defender o seu Sócrates. As marcas indeléveis de incontáveis trafulhices e aldrabices encherão os anais com arquivos e mais arquivos de pura fajutice lesa-Pátria. persistir na pífia defesa do indefensável, só pode ser cegueira de amantes. Uma nova lixeira complementar socratista, que explicita uma articulação de versões entre o Primadonna e Luís Arouca no caso Independente, pode ser vasculhada e devidamente entendida aqui. Uma vergonha monumental!: «Não, não...não...não... não há nomes de professores, nem o professor se lembra...nem tem...enfim... »

quarta-feira, fevereiro 22, 2012

RESPOSTAS ÓBVIAS

O Correio da Manhã não se pode esquecer de desassossegar a quadrilha que conduziu alegremente Portugal à beira da bancarrota e a despesas insultuosas com os cartões de crédito que o Estado e o contribuinte apadrinhava. Por que temos de sofrer nós, sem qualquer culpa, enquanto Sócrates se passeia de bicicleta e paga almoços aos apparatchiks europeus quando lhe roçam a mesa parisiense?!

quinta-feira, dezembro 22, 2011

IMPUNIDADE FILHA DA PUTA II

«Decorreu ontem no tribunal a 12.ª audiência de julgamento do processo Face Oculta. O Correio da Manhã, constituido assistente nos autos, requereu a audição pública de conversas gravadas entre Armando Vara e Rui Pedro Soares, por ocasião dos factos mais relevantes para os magistrados e investigadores considerarem que se estava perante um crime de atentado ao Estado de Direito. No centro de toda a estratégia para tomar de assalto vários órgãos de comunicação social estava o primeiro-ministro José Sócrates e é isso que as escutas revelam. Escutas que foram mandadas destruir pelo presidente do STJ, por serem irrelevantes, com parecer prévio nesse sentido do PGR. As conversas de Vara com aquele ""boy" socialista que logrou condenar o semanário Sol a uma pesada indemnização, precisamente por causa destas escutas, são suficientemente eloquentes para se saber quem era o "chefe" desta conspiração contra o Estado de Direito. Os mais altos representantes do poder judicial entenderam de modo diverso, desvalorizaram, desqualificaram os argumentos de outros magistrados também empenhados em aplicar a lei e o direito e tudo ficou para já, em águas de bacalhau, tal como a maior parte do jornalismo que guia a opinião pública. Isto que sucedeu em Portugal, no Verão de 2009 é intolerável numa democracia. É um escândalo sem precedentes. Se a opinião pública fosse mais exigente e menos anómica isto não ficava assim. Em qualquer país europeu, uma coisa destas era motivo de levantamento de rancho. Aqui, o jornalismo caseiro e afeito ao dono, ideológico ou do cacau que lhes mantém o emprego, calou e consentiu. Tivesse a lei e o direito seguido o seu curso, como deveria porque todos são iguais perante a lei e possivelmente não haveria os famigerados PEC´s ou talvez a troika não viesse tão cedo e os subsídios não fossem cortados tão depressa. Os que o provocaram directamente estão agora no bem-bom, sentem-se confortavelmente descansados porque sabem que continuam a gozar da protecção habitual. Ninguém lhes pediu contas oficialmente e as eleições branquearam tudo. "Temos de controlar os gajos que escrevem", disse Vara despudoradamente. "Temos"... e já se sabe muito bem quem eram os que tinham de o fazer, tentaram e de algum modo conseguiram. Este crime passou impune na actual sociedade portuguesa e o prevaricador-mor ainda anda por aí a dizer baboseiras, impante e seguro da impunidade. Como elemento algo anedótico pode ler-se que o advogado de Armando Vara não queria que fossem ouvidas as conversas entre o seu cliente e o tal "boy". Mas quer que sejam ouvidas as conversas alegadamente destruídas...ahahahah! É um pândego, este advogado.» José

quarta-feira, outubro 12, 2011

UTÓPICA SERRANO E DISTOPIA JUDICIAL

Subscrevo na íntegra o enunciado utópico de regras e boas intenções dirigidas por Serrano contra a [do seu ponto de vista] sanha do CM contra Sócrates, mas o que Serrano escamoteia é que a Justiça, pelo menos nos últimos anos em Portugal, foi sendo um inferno, a mais completa distopia, em que se não se pode confiar devido à profunda politização e permeabilidade a quem é Poder no momento: pense-se no papel go between de Lopes da Mota, agenciador de todo o tipo de pressões com beneficiário óbvio a montante. Em face disso, o trabalho ou vómito laborioso do CM, conforme se preferir, pode até não ser maldoso, mas somente preventivo, visando conservar vivo um tema erroneamente condenado. Há algures um meio termo e, segundo ele, nem Sócrates pode continuar com as costas quentes nem o CM pode inventar: «Por exemplo, no campo do jornalismo, como é o caso, é necessário respeitar regras, como o direito ao bom nome de cidadãos, sejam ou não políticos, praticar um jornalismo isento, e sem perseguições, deixando à polícia e aos tribunais o que é da polícia e dos tribunais e ao jornalismo o que é do jornalismo. A liberdade de imprensa inclui a liberdade editorial, isto é, a liberdade de os jornalistas escolherem o que, em cada momento, merece ser ou não noticiado. Essa liberdade pressupõe responsabilidade, honestidade intelectual, transparência nas decisões, clareza nos princípios. Perseguir pessoas sob a capa de uma pseudo luta contra a corrupção é negar os princípios da imparcialidade, da independência e do rigor. E isso é também uma forma de corrupção. Quando o jornalismo pretende substituir-se à justiça, armando-se em justiceiro, perde o jornalismo e perde a justiça. Em última análise, perdem os cidadãos e perde a democracia. Porque, se é possível enganar alguns durante algum tempo, não é possível enganar todos durante todo o tempo.» Estrela Serrano

domingo, outubro 09, 2011

JACKPOT ARRANCADO COM OS DENTES

«Pina Moura, Armando Vara e Dias Loureiro. Todos eles foram ministros, todos eles tinham salários modestos antes de chegarem ao Governo e todos eles acabaram por fazer carreira no mundo empresarial, aumentando o rendimento anual para valores acima dos cinco dígitos.» CM

domingo, setembro 25, 2011

BOAS RAZÕES PARA LER O CM

Recebo as newsletters do Correio da Manhã desde há anos e mantenho boas razões para continuar a ler e a respeitar esse jornal. Considero absolutamente corajoso que o Correio da Manhã aplique a Sócrates o que se poderia chamar exercício de memória, denúncia [e profilaxia!] de abusos, elementar autodefesa das pessoas contra a malícia de um poder exercido a martelo, combate à corrupção mais desbragada, deslavada e impune que a política nacional alguma vez pôde revestir, em seis anos de negrume ético, grosseira traição a Portugal. Contra os excessos dos media todos podemos o suficiente, em casos extremos de desvio deontológico. Não temos podido fazer absolutamente nada contra os excessos tiranos de cretinos, desonestos e ávidos chicos-espertos alcandorados ao Poder por vias que só o Diabo conhece. Eleitos que não servem, mas pressionam. Eleitos que não criam, mas gastam e condicionam. Eleitos que não libertam, mas manipulam e chantageiam, trucidam e traficam consciências, enganando os órgãos legítimos da democracia, enriquecendo à sua conta e à conta da mansidão confiada de multidões desprevenidas. Nada a dizer do CM. Se não for o CM, não serão jamais os tribunais. Depois vêm paletes de revisionistas desmemoriados com charme pífio.

sexta-feira, janeiro 14, 2011

SÓCRATES TEM FEITO TUDO

Depois de ter feito trinta por uma linha, antes de ser, enquanto foi e é PM, uma das coisas mais execráveis do Primadonna Sócrates é a infinita capacidade de nos matar com o nosso próprio amor a Portugal, aos nossos filhos e aos nossos velhos, arma sociopata com que procura escapar fedendo das suas responsabilidades, especialmente o espesso fracasso de jogador com o Erário, toureiro demagogo da nossa paciência, funâmbulo dos casos pendentes na Justiça-na-sua-mão. Aquele pescoço político está em causa há muito e já se percebeu que bem pode a escalada dos juros da dívida superar o tolerável, pode o rectângulo ser inteiramente alienado à China nos seus bancos, recursos, interesses, desde que o Primadonna sobreviva politicamente. Um País que permite tal monstruosa instrumentalização, merece-a: «José Sócrates tem feito tudo o que pode. Não para evitar a falência de Portugal. Mas para evitar a sua própria falência política. A falência de Portugal é um dado adquirido: um país que coloca dívida com um juro de 6,7% é, para todos os efeitos, um morto-vivo.» JPC

quinta-feira, agosto 26, 2010

ABRACE UM DESEMPREGADO

Ele, de 34 anos, e a mulher por si assaltada, modalidade "esticão", de 49 anos. Por alguma razão  seria o rosto, a roupa, jeito, ar de despreparo inexpressivo do desempregado que perpetrou o assalto? , já na 2.ª Esquadra da cidade, uma amiga da ofendida deixou-se comover com a situação económica do detido, quem sabe trocadas umas palavras coração a coração, olhos nos olhos. Por isso, abraçou-o, chorando. Desejou-lhe boa sorte. Deu-lhe 25 euros. O homem, residente na Pampilhosa da Serra, cometeu o crime de roubo pelo método de esticão, na Avenida de Fernão de Magalhães, na Baixa de Coimbra e certamente roubava de fresco. Quando o acanhamento da fome acaba, vem o desespero da fome e a fome de desesperar dando luta a roçar os limites. Toda a gente que puder, adopte e abrace um desempregado como aquela amiga da ofendida. Há quem adopte e abrace um Lince, um Panda, um Macaco Raro, por que não há-de abraçar e adoptar um desempregado?! Os poderes públicos, tem sido evidente, abraçam e beijam quem os pode abraçar e beijar em retorno com gestos de zelo e presentes de lisonjear. Nada de compaixão pelos negligenciados e perdidos das más políticas a montante. Empresários abraçam os donos da decisão política e choram por compadrio, comércio de favores. Qual compaixão pelos negligenciados e perdidos das más políticas a montante? Políticos choram aos pés dos empresários e abraçam-lhes posteriormente o compadrio favoritista, um lugar de gestão. Nada de compaixão pelos negligenciados e perdidos das más políticas a montante. Abraçar e beijar é o cerne do amiguismo da política como coutada. Ninguém se comove com quem recai na miséria, atirado ao pó por tudo e por todos. Quanto mais corrupção, menos emprego e certamente menos decência.

sexta-feira, agosto 13, 2010

DAVID LUIZ LICITADO PELO CHELSEA

David Luiz, de 23 anos, e o Benfica, cento e poucos, vão ser massivamente assediados pelo Chelsea, com uma proposta na ordem dos 35 milhões de euros. Quando o Manchester City entrou na corrida com os mesmos 35 milhões na mesa, recusados por Vieira, o jogador aceitou a decisão e não fez qualquer tipo de pressão para sair. Fonte próxima do jogador assegura que «Se o Chelsea decidir mesmo avançar, a posição de David Luiz poderá não ser a mesma, tendo em conta o prestígio do clube, devido aos títulos que tem conquistado nos últimos anos».

segunda-feira, abril 27, 2009

BLATERAR À CONDE ANDEIRO

Emídio Rangel, em tendenciosite bajulatória e desconstrução simplística da realidade, semelha um cortejo triste e uma possessão espírita. Possui-lo-á o espírito de porco do Conde Andeiro?! Que Sócrates foi incorporado por Leonor Teles, não há dúvidas. Isto não vai acabar nada bem.