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sexta-feira, setembro 05, 2014

LISTA DE DELÍCIAS NO MEU BRASIL

Na Roça, se silenciares a cidade que há em ti, renascerás rural,
místico, íntimo do Criador, sensível ao Seu
Sopro, dócil ao Seu Cristo.
Aquele enxame farto efémero de libélulas, voando à caça de moscas, numa vertigem rectilínea, obliqua, para trás, para diante, em torno da velha odorosa baraúna lá de casa; aquele beija-flor, mínimo, supersónico, em voo brusco, de arbusto em arbusto, entre pétalas rosa, roxo, encarnado; aquela profusão de pássaros sonoros e multicolores, laranja vivo, preto e branco, encarnado, o pica-pau de penugem à moicano, mas especialmente o pássaro azul, sempre só, sempre a solo, entre os demais, todos bicando os nossos restos de arroz, feijão, cuscuz, nenhum deles medindo demasiado distâncias com humanos; aquele sol tão ardente, mal o dia nasce, e ainda ardente enquanto se põe; aqueles crepúsculos de fogo no fim da tarde ou ao romper do dia perante os quais é preciso rezar; a hora intensa do amor, quando a hora do amor intenso chegou; aquele último suspiro da madrugada, o alfange lunar, dois planetas em conjunção; as minhas costas nuas, meu peito, embrenhado na caatinga por horas sentindo os cheiros umburana, quebra-faca, perscrutando chocalhos, revirando cristais, pontapeando espinhos; sol posto, abelhões zumbindo religiosamente como que em adoração ao Criador, entre os ramos e as flores da grande árvore; aquele silêncio místico à hora rubra do horizonte rubro; aquele céu nocturno absoluto, silente, repleto de estrelas desnudando sem mácula a Via Láctea; aquele meu reclinar na rede defronte a quase tudo isto e repleto disto tudo. Este meu encontro com o Criador, à brisa da tarde, e o Seu Santo, lá, no mais completo abandono filial, sem ânsias, sem medos, sem passado, sem futuro, absorto no Momento, fora do mundo, submerso no Cerne.

sábado, novembro 13, 2010

QUINCUNCE

Michelangelo pintou-o, tormento do eremita Antão. Tentado e atormentado, levitava em castidade hercúlea, santidade insuperada, impassível, robusta, enquanto tudo à volta jazia infecto, putrefacto, corrupto. Antão flutua. Leve. Livre, como a Esperança, devir sereno, posta na paisagem e no tempo. Antão sabe que é de Cristo. Os portugueses ou são de Cristo ou serão esterco, poalha dissipada para nada. Vem a nós, Quinto Império, desidério brasileiro de Agostinho após Vieira: e luza, enfim, a lusa chave feliz de ser cada qual feliz porque livre do comprar e do vender, sem crédito nem credor. O que é dado em coração reverbera música de riso menino, paraíso aqui, paraíso já. E agora? Quincunce das Cinco Chagas na bandeira portuga, vem a nós em carne e osso, Império Quinto, eterna glória!  

domingo, abril 11, 2010

SER GAY EM CRISTO

Não sei o que é, mas respeito o testemunho do que seja. Tudo converge para Cristo porque só Cristo faz pleno e transcendente qualquer resíduo de alegria meramente mundana sempre que alguém d'Ele se aproxima sem fanfarras de autoglorificação, sem sinetas proselitistas ou grandes coros denunciadores da posse da "verdade" e da "luz" definitivas. Todo aquele que toca o Mistério de Cristo fica indelevelmente marcado e resplandecente como o Moisés dos colóquios com Yahweh, Adhonai, Ha Elohím, Elyón, Ha Adhóhn, El-Shadai, ainda que os homens, pretensos administradores e proprietários d'Ele, nos desiludam profundamente. Não aos fardos psicológicos impostos por um clero afinal em muitos casos conivente com crimes e escândalos dignos de mó atada ao pescoço e atirada ao mar ou da bênção de não ter nascido! Não aos estados endémicos de medo e repressão sexuais que destroem a alegria e a festa, ténues resquícios de humanidade, tacto e calor! A alegria, quando existe, irradia livremente como o Vento que ninguém sabe de onde vem nem para onde vai. Cristo é a suprema Alegria e a Palavra como Absoluto onde cada qual, em liberdade, floresce e se realiza absolutamente. A alegria compatibiliza-se com a dor, mas projecta-se para o Além-Vida, o Além-Tempo, Além-História pessoais. Dai, portanto, ao sexo o que é do sexo e a Deus o que é de Deus porque, na verdade, está escrito no capítulo III da célebre carta paulina aos gálatas que não há judeu nem grego; não há escravo nem livre; não há homem e mulher, gay ou hetero porque todos vós sois um só em Cristo Jesus. Cristo veio estribar com a religião territorial e procriadeira dos judeus porque há muitas moradas na casa de Seu Pai e a cada qual o seu mistério e o seu desígnio luminoso.

quarta-feira, abril 02, 2008

HÁ GENTE SOLIDÁRIA


Sabendo-me momentaneamente apertado,
coisa que nunca escondo por cá, em face de atrasos institucionais, biscateais,
ou das injustiças conjunturais que estão à solta no Portugal de agora,
e efectivamente me têm vitimado concretamente,
(o que não se faz contra o peso no défice
que a massa salarial dos professores representa!,
e a quem não se lixa violentadoramente para corrigir esse mesmo défice
com estratégias pinochet-chilenas de reprimir-controlar-avaliar-excluir!!!)
um dos meus anónimos leitores, alguém que nunca saberei quem seja,
cometeu a proeza de se descapitalizar leve e generosamente,
oferecendo-me nada mais nada menos que 20 euros,
aproveitando a informação de NIB constante sob as minhas metáforas-força
«Meu coração-Darfur. Meu coração-Tibete»,
que exprimem somente o meu sofrimento e necessidade actuais.
kjh
Bem haja. Desejo a esse anónimo corajoso, generoso e descomplexado
todo o bem que do Céu possa chover!
Só posso compensá-lo com a minha Poesia, liberdade de criar e escrever aqui,
porque, como Pedro, no seu primeiro milagre,
à Porta Formosa do Templo,
perante aquele mendigo-pedinte, coxo de nascença, só posso dizer:
«Não tenho nem ouro nem prata, mas vou dar-te o que tenho:
Em Nome de Jesus Cristo Nazareno, levanta-te e anda!» (Act 4, 1-6).
Todos somos coxos de nascença,
carecidos da força levitadora-exaltadora-sublimadora da Poesia, que humaniza!
Todos somos coxos de nascença,
carecidos do Cristo Absoluto Deus e Absoluto Homem,
sempre próximo e auxiliador dos pequenos, Único Salvador,
Única Via, por Onde devemos caminhar,
mesmo o pior dos cristãos como eu,
porque nenhuma outra vale rigorosamente a pena.

quinta-feira, fevereiro 28, 2008

RELIGIODESINTOX, À BLASTINGBLONDE


Viver em Comunidade foi uma fonte de júbilo,
mas também de enorme sofrimento para mim
desde o princípio, quando pelo meu próprio e voluntário pé nela entrei.
Entro facilmente em conflito com todo e qualquer discurso de exclusão
e odeio respeitos humanos e humanas subserviências.
klçj
Há, nesse particular, Padres Letais
e quando escrevi os meus posts (dois) Padre Miura I e Padre Miura II,
falei de de muitas de essas dores precisamente deles derivadas.
Eu tive uma experiência espiritual muito intensa
apenas com seis e depois com catorze anos de idade.
Encontrei ou passou-se comigo a Voz-Brisa de Deus
soando imparável no meu coração, sufocando-me de êxtases, de visões, de inspirações.
Eu, na altura, um obsecado com a Perfeição no Karaté,
um ginasta dedicadíssimo, ouvi um dia uma Voz Dulcíssima
e um Caminho se me abriu para, por e em Cristo.
lkj
Sempre fui um solitário na infância, mas nunca um alterofobo.
Achava-me melhor e melhor comportado que os demais.
Auto-excluía-me da convivência com superfíciais e ignorantes.
À falta de amigos, tive livros, dezenas deles.
Revistas de cultura geral e enciclopédias, centenas delas,
lidas em manhãs, tardes, noites e madrugadas.
Li evidentemente todo o Evangelho ainda muito novo, com 10 anos,
na minha varanda sob um sol de um Junho Ardente que todo me desidratava.
Mas, com catorze anos, alguma coisa se passou comigo de muito Radioso e Intenso
aí pelo mês de Janeiro de esse ano de 1984,
no meu isolamento sossegado aquando de uma leitura muito especial.
klj
Apaixonei-me redobradamente pelo Cristo Vivo.
Daí até aos 36 anos, 'militei', fui 'activista-proselitista' na Igreja,
animei a juventude, fiz catequese, cantei, toquei viola, emocionei,
discursei, sofri, padeci, magoei-me do hetero-humano, conflituei,
conheci imensa gente que formei e vi crescer,
gente de quem me embebi todo na minha Comunidade com muita amizade
e ambiguidade afectiva, coisa oscilante e imprevisível.
lkj
Romper temporariamente com essa dimensão foi,
e está a ser, manifestamente importantíssimo para mim.
Precisamente por esses momentos ronceiros de que dás conta
e pelo imponderável peso da mediocridade e limitação de vistas e horizontes
com que nos brindam os nossos irmãos mais piedosos e imaculados,
com o cercear da nossa voz e do nosso contributo desestabilizador
das grandes e pastosas pazes pachorrentas.
Sofrer por Paixão é tóxico.
Sofrer porque nos limitam é tóxico.
Sofrer porque nos não compreendem nem aceitam como somos é tóxico.
Uma Religião que, nos seus membro,
ministra sofrimento vigilante e perseguidor aos demais é tóxica.
Temos de nos desintoxicar disso e, por muito duro e penoso que seja, é bom!
klçjlkj
Ao contrário de Madre Teresa, nunca vivi uma Noite Escura prolongada,
só o pecado que me consinto e em que mergulho,
tornam imperfeita e baça a minha união undissolúvel com Cristo.
Mas conheço as fontes de renovação e refrescamento do meu coração
para que o Amor Divino todo me perpasse e jorre claramente para com os outros.
lkj
Os meus dias, porém, têm de ser de deserto, de aspereza,
de insatisfação, de provocação, de incoerência, de erro,
de violência, de conflito, de raiva, de fúria, de devoramento, de pecado.
Tenho a obrigação de Procurar, de desenterrar tudo
para que não me tente a alcandorar em Vinha Escolhida,
Eleito Eleito, escol, Nata dos Filhos de Deus,
devo ser capaz de compreender em qualquer momento qualquer ser humano
e sentir pulsar o apelo salvífico concreto de Cristo para cada um de nós,
que temos dentro continuamente a possibilidade da loucura exterminadora
e da violência deliciosa e execravelmente patentes, por exemplo,
a personagem de Javier Bardem (Anton Chigurh) em «Este País não é Para Velhos».
O Vaticano protesta contra a Bênção pela Academia de este Filme,
mas a própria Bíblia, enquanto Livro Máximo da Violência mais Cabal na Espécie Humana
é precisamente por isso um começo de denúncia e de exorcisação dela.
lkj
Sempre fui um privilegiado da Plenitude Espiritual,
sempre fui beatífico de mais, graças a Deus,
porque vivo do silêncio e da contemplação gozoza de Deus
e essa disciplina é-me natural e facílima, corre com a minha natureza.
lkj
Preciso, porém, de uma privação de esse meu Céu conhecido.
Careço de arder e armadilhar todos os Ninhos,
todos os Refúgios Seguros, quero mergulhar no que é a ruptura,
no vazio da não-fé a partir dos quais o meu coração se enterneça com os outros
no seu contexto porque a minha grande aquisição
a partir de um grande hieratismo inicial inflexível e ortodoxo
foi a descoberta do outro e do seu contexto
e de como o Encontro amoroso, fraterno,
delicado e respeitador é o grande milagre.
lkj
Cristo exemplificou-o com as suas mãos,
com o seu olhar, com o modo delicado e respeitador com que abordava os homens
como seres únicos e inigualáveis.
Esse estado de Proposta Irresistível e, sempre, delicadíssima
na Sua Pessoa e na Sua Palavra
são o Cerne de Mel do Evangelho
e é o que nos deve impregnar desde logo
porque o Caminho é Ele ou não existe de todo.
lkj
A Igreja tritura-nos de tensão e de crivo,
de murmuração e de mediocridade
e infelizmente mais que uma Casa de Festa e de Alegria,
é frequentemente de mais uma Cave-Covil de Triste Abatimento e Deprimência.
Essa descaracterização é inaceitável.
Sei o que, nela, é Festa, Celebração Jubilosa,
sei o que, nela, é Silêncio e Interiorização Absoluta da Palavra
e sei Onde isso é cortável à Faca.
lçkj
Finalmente, eu sei que abominas o calão.
'Caralho' repugna-te. 'Foda-se' desagrada-te
e toda a parafrenália disponível de toda essa linguagem mal-educada
porque o que é feio feio é.
Houve um tempo em que também nenhuma palavra má saía da minha boca,
mas só a palavra boa e edificante e eu era bondoso e compassivo numa bondade
fatalista de acatar e suportar abusadores e que calava em vez de dizer «Não!».
Algo, porém, me diz que há coisas feias que devemos aprender a filtrar nos outros
só para flagrantear que o que neles é puro e autêntico
só para que tal não nos seja invisível e inacessível
porque esbarramos no preconceito da fealdade.
klj
Gostava de ser lido sem que sequer isso obstaculizasse o Yeshua que me quero,
que te quero apresentar, BlastingB, e aos demais que o mereçam!

terça-feira, fevereiro 19, 2008

À INDOMÁVEL INDÓMITA


Acumular anos e ter suficiente saúde, uma saúde de Sobreiro, Indómita,
e ter a leveza e o sorriso da sabedoria é o que anelo.
lkj
Saber partir quando isso desconcerte os planos meticulosos
e controlados dos outros.
Saber deslizar para fora de esta vida, se a tal forçados,
e de esta morfologia vital, se a tal obrigados,
sem resistência e sem exaspero.
lkj
Saber partir como quando chegámos
e todos chegámos tão folha limpa de Diário, tão Cera Tenra de carne virgem,
tão no nosso Direito de nos traduzirmos, sem que nos matassem antes,
nesta viagem gratuita e sem ordem de extermínio em hora nenhuma.
lkj
Não há morte. Há trânsito para novas fases do Mistério.
Tem de haver só Êxodo, um êxodo na e para a Luz.
O meu Avô Joaquim, que agonizava numa semi-lucidez
havia só um ou dois pares de meses, e cujo corpo, já chagado e fedendo adocicado,
reclamava partir, nos seus 93 anos vitais, saudáveis, austeros,
como um alto Plátano, esperou por que eu entrasse quase aleatoriamente no seu quarto
para que, nessa hora, somente nessa hora,
a sua mão na minha mão, os seus olhos nos meus olhos,
ele se soltasse no Derradeiro Mistério.
lkj
Foi demasiado Grande e foi demasiado Belo
esse minuto de sincronia olhos nos olhos.
A luz de esse sol de Março entrava então pela janela
e esparzia pelo quarto fazendo brilhar muito mais os seus olhos verdes
e os meus olhos verdes, de repente, ligeiramente marejados,
enquanto nos olhávamos, compreendendo tudo.
lkj
Trazia eu uma T-shirt que eu próprio mandara estampar
e onde havia aquele/este belo Cristo icónico e a palavra Esperança,
tudo em tons de azul, minha causa, letmotiv de vida.
lkj
Os meus velhinhos avôs maternos tiveram a dita de agonizar na paz do lar:
tinham-nos as presenças, o amor, o curar de eles, tinham a nossa oração.
O nosso tão amigo Tio avô Manuel quis morrer junto de nós e assim foi.
A minha madrinha-avó quis morrer junto de nós e assim foi.
Há até estranhos que certamente quereriam morrer junto de nós
porque intuem bem a cultura familiar da nossa delicadeza serena e densa
e sabem que tão importante que o como se morre é o onde e com quem sólido.
kjh
Até eu quero morrer numa família nisto forjada
porque eu sei de experiência que o Amor ultra-palavra e ultra-conceito
é mais forte que a Morte e de nada-limite, entre júbilo e dor, nem da nossa morte,
devemos privar os que amamos.

segunda-feira, novembro 26, 2007

CREPÚSCULOS MEUS


(Afurada, algures por Setembro de 2007)
lkj
Que, no fim, me baste isto:
a serenidade completa e muda de um crepúsculo,
a devolução da vida total sem outras moções que as da pax Christi,
sem outras angústias que as pelo parto de um Mundo Novo
que há muito gestiona, embrião divino.
lkj
Poder encher o meu peito com os doces ares nocturnos,
tão odorosos, prana silvestre búdico,
promessa de plenitude na carne dos nossos dias.
Estar contigo. Estares comigo, meu amor,
dadas as corpóreas mãos e as almas.
çlk
Reflectir demasiado emburrece,
levar-se demasiado a sério e não ter senão o sério como fito, é estúpido.
Deixo-o a outros afadigados de ambição e do inchaço de si-soltura.
Que se esmerem aí e aí corroam.
A mim,
que me desprezem,
que me esqueçam, meneando a cabeça censória,
quando lhes parecer que desci o nível e abdiquei do chá
ou quando incorro em afirmar Cristo, que ousadia!, que arcaísmo!,
como quem afirma o que haja de mais derradeiro e mais âncora a afirmar,
enquanto se respire
cadavericamente adiados à porta da Glória.
lkj
Que me esqueçam!
lkj
No fim, basta-me isto: a doce suavidade de todos os crepúsculos,
quando os céus desmaiam em oiro e níveos fios rectilíneos
saturam de avio-humano o melhor e mais acetinado azul
no crisol dos meus ocasos.

terça-feira, julho 24, 2007

MISS PEARLS: AUTO DO APARECIDO ATIRADIÇO


Quando se falar da lei referendada em Portugal
relativa ao Aborto,
fale-se da abjecção da lei,
fale-se dos homens que abjectamente
a moldaram segundo a própria dureza obstinada
ou por abjecta tibieza não lhe limitaram a banalizabilidade.
e fale-se da decorrente sementeira de injustiças dessa e doutras leis.
dfg
Tu, Miss Pearls, que tens o benefício sorridente
da mediação arco-íris blogo-papizante
e monopolizas o bom-tom,
e fomentas a cartelização da nacionalo-blogosfera,
e transbordas de tanta chiqueza
e semeias tanta comunhão esferoblóguica
e esparges tanta bênçao blogurbi et blogorbe,
lembra-te de mim quando chegares ao teu Reino blogoPeroliniano
que eu farei o mesmo contigo,
quando chegar ao meu
entre os blogopobres e os bloguescorraçados
que nada sabem de hotéis,
de essa bijuteria conceptual,
mas de um suor carecido de sol a sol.
çlk
Que não te vais lembrar?
Que é tanta coisa que?
asd
Ok, pronto, desestendo a mão, então.
Não poderás amar vozes proféticas, duras, eremíticas,
de urze, no meio de tanto bafio bien...
Está certo, comprende-se!
Não vou insistir.
ljk
Vá lá, um pequeno esforço,
só uma moedinha
e esta espécie de blogoCristo descalço
de blogossimplicidade blogodesarmante
blogoluzirá na tua blogovida...
çlk
Blogonão?
Está bem, então.