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sábado, novembro 29, 2014

O AMOR A PORTUGAL CEGA-ME DE LUZ

Não abdiquei, nunca abdicarei, da minha Palavra pessoal aqui, nesta minha casa. Acontece que desde há largos meses, acho que há mais de um ano já, vejo-me limitado na expressão larga do meu pensamento e das minhas emoções, apenas por estritas razões técnicas que hei-de ultrapassar. O meu computador pessoal, duramente experimentado ao longo de oito anos de luta pela frescura, renovação e liberdade do Portugal que adoro, não resistiu e não mais me assiste.

Mas parece-me óbvio que a sua "morte" por hyperaquecimento dos circuitos valeu a pena, bem como toda a minha paixão e entrega até hoje e que não mudará de hoje em diante. Há esperança. Há sinais de que a Justiça e a Transparência abrem caminho, crivando as pesadas elites da Banca, dos Media e da Política do joio maligno que as perverte e nos oprime e subjuga desde há mais de quarenta anos. Dado que com um mero telemóvel posso comentar e postar pequenos apontamentos, tenho privilegiado o Forum por excelência de todo o debate, denúncia e partilha nacional dos factos da nossa vida pública, o Facebook. É lá que me podem encontrar mais assíduo.

A todos os meus amigos, declaro desde já que está tudo bem comigo. Estou sereno e vivi serenamente quanto sucedeu nos últimos dias. Parco em festejos e pronunciamentos. Prometo um regresso à intensidade e habitualidade das minhas postagens, mal me veja apetrechado de um novo PC também ele disposto ou capaz de percorrer o meu caminho, de suportar o meu tempo. O tempo e o caminho das minhas lutas de sempre, sob os meus dedos, sob o meu uso. É que o amor a Portugal cega-me de luz. Não posso parar. Não saberia.

sexta-feira, janeiro 10, 2014

PALAVRA ARDENDO NA PRADARIA SUBJECTIVA

Não é que o Daniel Oliveira pense mal este assunto "Eusébio no Panteão". Pelo contrário. Chego mesmo a concordar com ele em muitos pontos. Sucede que os nossos tempos são mesmo feitos disto que ele acaba por questionar com a ironia e o distanciamento possíveis: imediatismo e mediatismo. Vivemos numa democracia mediática e imediata em perpétuo e vertiginoso movimento, a qual, para o bem e para o mal, encontrou meios de expressão cada vez com mais impacto e eficácia: as Redes Sociais, a Palavra ardendo na pradaria da subjectividade e consumindo-se toda numa subjectividade prevalecente: por exemplo, contra Só-Crash, contra Só-Ares, o que prevalece é a rejeição e mesmo o asco. Os que pensam Portugal — o dynamismo da nossa identidade, a syncronia dos nossos valores, destino, moções, os que criticam e julgam em permanência a nossa vida pública politica e culturalmente — em vão procurarão ficar a salvo tirando o corpo deste vórtex, deste tornado subjectivista e judicativista em tempo real, escapando ao agora na Grande Ágora Facebookiana Portuguesa. Isto para dizer que continua válida a ideia de Eusébio no Panteão e se isso nos não passou pela cabeça relativamente a outros, a culpa não é de ninguém. Nada a fazer se entre a nossa galeria de deuses, heróis e mortos, nem todos nos arrebataram, nos uniram e encheram de orgulho sob uma clara unanimidade. Já os romanos idolatravam os seus melhores gladiadores até à loucura como se fossem semi-deuses: eram as suas estrelas e aquele o seu desporto de paixão. Os pachecos nunca entenderão isto.

sexta-feira, junho 07, 2013

O GRANDE OLHO NORTE-AMERICANO

Desengane-se quem se suponha ser imune à penetração universal dos recursos de espionagem, campeonato onde à parte das razões de segurança, a principal questão em jogo, questão crucial, acaba por ser a económica. Se saber é estar à frente, saber mais que os demais significa ganhar mais que os demais. Aí se inscreve a acção ultrassofisticada da Agência de Segurança Nacional norte-americana e do FBI, ao que se aventa, com acesso directo aos servidores de nove gigantes tecnológicos como Microsoft, Google, Apple, YouTube ou Facebook: em cada usuário, um consumidor, um padrão de consumo. Em cada usuário uma ameaça. Em cada usuário, um paciente, um rato de laboratório, um pretexto, uma oportunidade de deter informação passível de uso chantagista, de compra e venda, porque nem todos os usuários são arraia miúda. Claro que isto é preocupante, convida a que nos isolemos, um dia, num oásis, num deserto esquecido da sociedade, sei lá. Convida a que a sociedade se questione e exija saber quais os limites a que estão vinculados FBI e NSA, o grande olho norte-americano. Ou se na verdade não há quaisquer limites. É demasiado perturbador que tais sistemas e serviços secretos possam aceder a informação e contactos dos utilizadores, se os jornais The Washington Post e The Guardian nos não enganam.

domingo, maio 26, 2013

RUY DE CARVALHO E ESTA RAPINA RAPACE

Compreendo, com todas as minhas tripas, o actor Ruy de Carvalho e quanto verte na sua página de Facebook. Pessoalmente, sinto-me absolutamente perseguido e esmagado de Fisco, empobrecido, humilhado, mal-tratado, miserabilizado, ano após ano, desde 2005, com leis retroactivas socratistas, artimanhas manhosas e maldosas, saque tão asqueroso, tão demoníaco que, se não fosse o meu amor por Portugal, chegava e sobrava para nunca mais pôr um pé nesta merda madrasta e filha da puta. Um Fisco brutal, ilegítimo, por mais legal que se nos apresente, somado a uma Banca Obscena e que, no meu caso, se corporiza simbolicamente no BES, com a penhora infernal que engendrou para a minha vida pelas décadas das décadas [houve dação com o apartamento, o BES revendeu-o e ainda me penhorou o sangue em cem mil euros: ganhar três vezes? Isto só pode ser coisa do Diabo, da barbárie, da obscenidade mais completa e total]. Tudo isto é meu, é a minha cruz e serve para dizer que estou em absoluto acordo com este desabafo nu e cru de Ruy de Carvalho. O que ele escreve é precisamente o que tenho a dizer, não do Governo Português, que segue o caminho que outros seguiram e outros seguirão, mas do Estado Português e do Regime Português, onde todas as distorções são possíveis desde que não se belisque o statu quo dos interesses e empórios que o comandam, plutossocialistas ou outros. Reforme-se o Estado. Sejam perseguidos os verdadeiros ladrões. Alguém nos venha salvar desta opressão assistida por todos os meios da lei e da falta de lata. Alguém faça alguma coisa por quem está indefeso.

terça-feira, maio 07, 2013

CONTRA O POLITRAUMATISMO DO MEDO

«SOBRE AS PROVAS DE AFERIÇÃO DO 4.ª ANO DO 1.º CICLO DO ENSINO BÁSICO (4.ª classe era mais fácil de dizer) Tenho uma filha que foi hoje para a sua primeira prova nacional, e confesso estar FARTO da parvoeira histérica que se tem gerado em torno desta estória das provas nacionais de aferição. Parece que se estão a mandar as crianças para as minas de diamantes da Serra Leoa. Ou melhor, parece que são os pais das crianças que estão a ser mandados para as minas de diamantes da Serra Leoa (por causa dos filhos?). Sim, é uma chatice ter de se dar apoio às crianças para elas estudarem. Sim, é uma maçada ter de se dar ao trabalho de criar sentimentos de auto-confiança nas crianças: leva tempo e não se consegue com uma ida ao psicólogo ou promessas de refeições no McDonalds. Sim, as crianças têm de estudar e preparar-se, o que é chatíssimo quando se põe a fazer birras e dão uma trabalheira aos adultos que têm (sempre) mais que fazer. Sim, as crianças têm de ir a outra escola fazer a prova e não é o seu professor que está a vigiar a prova: criar a capacidade de autonomia nas crianças é outra daquelas coisas que é uma chatice, pois mais uma vez leva tempo que se podia estar a gastar a trabalhar, a ver 'cenas' no Facebook ou simplesmente a abobrar em frente à TV. E sim, ter filhos é tão giro e engraçado, mas as crianças não são animaizinhos domésticos, ou brinquedos, ou extensões dos nossos desejos: são pessoas, e como pessoas têm de ser tratadas, educadas e amadas. E sim, dá trabalho, muito. Dá-me a impressão que o terror que estas provas supostamente 'provocam' nos filhos é, no fim de contas, um terror mais dos próprios pais em relação ao conceito de 'avaliação' que das crianças. Pais, cresçam, apareçam, e não tenham medo de serem avaliados. Ah, e ao contrário do que li hoje num artigo de um Psicólogo no Expresso Online, ser-se avaliado não implica deixar ninguém para trás: implica preparar futuros adultos a não terem medo do futuro, mal que parece afligir muita boa gente hoje, e que parece quererem passar para a geração seguinte. A minha sugestão é fazerem a todos um favor: acalmem-se, ajudem os vossos filhos a terem capacidade de trabalho e autonomia, a não terem medo. A falha, a existir, deve ser uma oportunidade para melhoria e aprendizagem. E o medo é uma coisa muito, muito feia, ouviram paizinhos?» Pedro Moura

segunda-feira, novembro 05, 2012

CRESCIMENTO E EMPREGO SEM CHETA

«Fui ler a carta de resposta de Seguro ao 1.º ministro no Facebook. Não sei porquê esperava que quando ele escreve não se notasse a estupidez e a superficialidade de um líder vazio, oco e oportunista. Pensei que o problema dele era apenas de expressão. Mas não é. O problema dele é o vazio intra craniano. E isso é mesmo muito mau. É mau, porque se percebe que a craveira de Seguro é baixíssima. Estamos num estado de desvastação económica, sem dinheiro para sustentar o estado tal como ele é. E Seguro diz que a alternativa é o crescimento e o emprego... Não fosse tão ridículo e assustador seria digno de uma boa gargalhada. Faz-me lembrar o tipo de respostas que o meu filho me dava quando era pequeno e queria que o pai comprasse tudo. Dizia-me para ir à máquina comprar notas quando eu lhe dizia que não tinha dinheiro.» Groink

sábado, novembro 03, 2012

PASSOS É PORTUGAL A VER-SE AO ESPELHO

Sorrateiramente, Sócrates destruiu as nossas contas públicas e hoje anda a pastar gloriosamente por Paris, incólume a um dedo exaustivo e acusador. A sorrateira esperteza compensou, vê-se. A seguir veio Passos, muito compenetrado na execução do Memorando assinado à pressa pelo mesmo Governo Sócrates, pelo PSD e pelo CDS-PP. Disse que queria ir além dele-Memorando e apanhou com a realidade. A realidade, só por si, superou o voluntarismo passista e foi além das previsões, ocorrendo na receita um efeito de retracção que os técnicos não esperavam. Não é fácil acertar. Só aldrabões, de que o PS está repleto, e distraídos [quase toda a gente hoje de calças na mão] fariam supor ou suporiam que o chamado Ajustamento não seria doloroso e um processo violento e longo e, também, imprevisível. No meio de tudo isto — e penso muito nos velhos funcionários da CGD em protesto com cara de virgens traídas — Portugal e os Portugueses pagam a sua pesada factura de relapsos do civismo, relapsos do escrutínio político, por isso mesmos demasiados fáceis de manipular e trapacear. Vá, Portugueses, insultem Passos a vosso contento, descarreguem a vossa bilis: o insulto recai sobre todos nós porque é um insulto feito ao espelho. Um Povo que absolve todos os filhos da puta que enriqueceram precisamente a alimentar a sua infinita ilusão, só tem o que merece e até tem sorte que elogiem e encorajem lá fora precisamente o que nos parece insuportável e absurdo cá dentro. Quando tudo é mau ainda pode piorar: basta que essa gente imbecil e tardia venha, raivosa, revolver do pavimento um paralelepípedo que seja e passe à fase Galamba, o deputado que emite Molotovs da bífida língua socratista, e sofreremos em duplo, somando tragédia ao nosso drama. Não há turismo nem negócio que sobreviva a um Povo lento de compreensão de repente armado em histérico.

quarta-feira, setembro 26, 2012

UM PEDITÓRIO QUE INCENDEIA O FACEBOOK

Cheira mal, cheira a Jamé!
«Não é só assobiar para o lado e fazer de conta que tudo começou em Julho de 2011!!!... Sobre a retirada de subsídios de Férias e Natal Querem o vosso subsídio? Peçam-no ao fugitivo de Paris os 90000 milhões de euros que aumentou na dívida pública entre 2005 e 2010. Peçam-no ao fugitivo de Paris, que decidiu nacionalizar o BPN, colocando-o às costas do contribuinte, aumentando o seu buraco em 4300 milhões em dois anos, e fornecendo ainda mais 4000 milhões em avales da CGD que irão provavelmente aumentar a conta final para perto de 8000 milhões, depois de ter garantido que não nos ia custar um euro. Peçam-no ao fugitivo de Paris os 695 milhões de derrapagens nas PPP só em 2011. Peçam-no ao fugitivo de Paris que graças à sua brilhante PPP fez aumentar o custo do Campus da Justiça de 52 para 235 milhões. Peçam ao fugitivo de Paris os 300 milhões que um banco público emprestou a um amigo do partido para comprar acções de um banco privado rival, que agora valem pouco mais que zero. Quem paga? O contribuinte. Peçam ao fugitivo de Paris os 450 milhões injectados no BPP para pagar os salários dos administradores. Peçam ao fugitivo de Paris, os 587 milhões que gastou no OE de 2011 em atrasos e erros de projecto nas SCUT Norte. Peçam ao fugitivo de Paris os 200 milhões de euros que ?desapareceram? entre a proposta e o contrato da Auto-estrada do Douro Interior. Peçam ao fugitivo de Paris os 5800 milhões em impostos que anulou ou deixou prescrever. Peçam ao fugitivo de Paris os 7200 milhões de fundos europeus que perdemos pela incapacidade do governo de programar o seu uso. Peçam ao fugitivo de Paris os 360 milhões que enterrou em empresas que prometeu extinguir. Peçam ao fugitivo de Paris para cancelar os 60000 milhões que contratou de PPP até 2040. Peçam ao fugitivo de Paris que usou as vossas reformas para financiar a dívida de SCUT e PPP. Peçam ao fugitivo de Paris para devolver os 14000 milhões que deu de mão beijada aos concessionários das SCUT na última renegociação. Peçam ao fugitivo de Paris os 400 milhões de euros de agravamento do passivo da Estradas de Portugal em 2009. Peçam ao fugitivo de Paris os 270 milhões que deu às fundações em apenas dois anos. Peçam ao fugitivo de Paris os 3900 milhões que pagou em rendas excessivas à EDP tirados à força da vossa factura da electricidade. Mas peçam também ao PCP e à CGTP, cujos sindicatos afundaram as empresas públicas em 30000 milhões de passivo, para encherem a pança aos camaradas sindicalizados com salários chorudos e mordomias pagos pelo contribuinte. E peçam, ainda, ao PCP e ao BE, que ajudaram o PS a aprovar um TGV que já nos custou 300 milhões só em papelada, e vai custar outro tanto em indemnizações E, já agora, agradeçam também ao fugitivo de Paris o “sucesso” do dinheiro empatado no Aeroporto de Beja! O pior é que todos estes factos são mesmo verdadeiros.» via Facebook de S L Sousa Mendes

quarta-feira, setembro 12, 2012

E NÓS, AONDE IREMOS?

Se o atum graúdo desespera e desabafa pirar-se, aonde iremos nós e o que faremos, sardinha miúda absolutamente empobrecida num País irrespirável?! Para onde nos piraremos, sem ficar pirados, eu e milhões de portugueses?

domingo, setembro 09, 2012

PASSOS NO FIO DA NAVALHA

Na sua pobreza, a comunicação facebookiana de Passos Coelho é o menos. Autojustifica-se demasiado. Explica pouco. Demonstra nada. Mesmo a fé nos resultados é só fé, fora os respectivos fundamentos. Importa, sim, perceber e ler os sentimentos ultrajados dos milhares que a comentam. Não é possível estar tanta gente errada ao mesmo tempo, mas é possível que um Governo se deixe subjugar pelos poderes de sempre, pelos interesses estabelecidos e pela Troyka usurária, que nos é absolutamente alheia, ao ponto de se ignorar por quem, em primeiro lugar, deveria qualquer Governo pôr o pescoço: antes de mais, pelos pensionistas, pelos desempregados, pelos trabalhadores por conta de outrem. Definitivamente, não temos quem nos defenda. Nunca tivemos. Ontem, tínhamos um esbanjador infrene, demagogo, desastre ambulante. Hoje, como complemento perfeito dessa obra, este Governo aplica um receituário muito mais que sádico e devastador. Como é que se resiste e sobrevive em Portugal?! 

terça-feira, agosto 28, 2012

MARGARIDA REBELO PINTO NO OLHO DO FURACÃO

Ó Margarida Rebelo Pinto, minha tola, depois de este teu depoimento de zeloso ciúme das gordinhas impunes e populares, abriste a 17 de Setembro de 2010 uma guerra da qual não poderias sair senão esmagada. Soube que vieste pedir desculpa: elas, as guerras, tardam, mas não falham e o Facebook é o campo de batalha bem como o esplendor da hipocrisia. Sou um esbelto membro do grupo dos homens em boa forma, exercito-me todos os dias, e vejo minuto a minuto diminuir a minha leve barriga de cerveja, normal e estatutária num quarentão, mas tenho de me vir em defesa da mulher obesa. A mulher obesa é e será sempre Mulher, Gente, Pessoa, Amiga, com ou sem bebedeiras, com ou sem xixis de pernas abertas em becos esconsos no Bairro Alto, com ou sem faladura de sexo à mesa ou ao sofá, com ou sem apontar o dedo às suas amigas magras, dizendo ou não dizendo palavrões, gostando ou não gostando de beber uns copos, indo ou deixando de ir para a cama com os seus amigos, nem que só para dormir, mesmo depois de terem bebido sete vodkas. E tenho de dar razão a quantos e quantas supõem que um texto desses só se explica pela extrema e dolorosa dificuldade em ser levada para a cama, Margarida, mesmo depois de sete vodkas ou então por ter sido preterida em favor de uma gordinha qualquer suculenta, por questões de qualidade e substância, por causa do seu humor brilhante, da sua inteligência e genialidade. Desde que nasci já me apaixonei milhentas vezes, uma delas por uma formidável, inteligentíssima e sensualíssima gordinha tal como sempre me suscitou muitas vezes vómito a frivolidade de tanta cona miss mundial, seca, oca, destituída de espírito. Talvez o teu artigo seja um fantástico hino à inveja, uma ode à própria confissão de vácuo, impotência e solidão. Viúva na alma, mas sobretudo no corpo, por que não vazar nas gordas tamanha fome e sede de penetração, de qualquer coisa que te vare e vareje e não desapareça ou fuja logo a seguir?!. Só há alegria e amizade nesta vida estando nós com aqueles a quem dizemos o que nos apetece, com quem se pode rir e chorar, falar de sexo, da vida, da doença, da morte, de amor, de asco. Há efectivamente mulheres de peso. Não é o teu caso. Outros já o explicaram, e bem, eu por mim garanto-te que não é por causa das gordinhas populares e indugenciadas por todos que não tens um garanhão como eu, habitual, todos os dias e a todas as horas, levando-te ao nono céu, fazendo o peso certo sobre os teus quadris ou pressionando púbica [de púbis, não vás pensar que é gralha] e deliciosamente as tuas nádegas, agarrando e manipulando os teus seios com convicta sofreguidão. Se não dás fome a ninguém ou a quem desejas que te coma, a culpa só pode ser tua. Toda tua. Tinhas de debitar essa conta noutra e, pior, categorizá-la de gordinha?! Vá lá, ainda é possível ser feliz, apesar de tanta tareia.

quarta-feira, junho 27, 2012

MISSÃO EURO

Gosto e recomendo. Tenho visto o programa desde o início e agrada-me sobremaneira o formato, o friso variado de comentadores, opinadores desportivos, ex-jogadores, mas especialmente do pivot-jornalista Carlos Daniel, que me parece uma revelação absoluta na análise e no comentário futebolísticos: assertivo, experiente, conhecedor, inteligentíssimo a autopsiar e a diagnosticar equipas, jogadores, modelos de jogo, lançando um olhar frio e simultaneamente afectivo para o fenómeno, especialmente no que tange ao seleccionado nacional, relativamente à qual costuma ser poético e motivador. Ouvi-lo inspira à confiança e à vitória. Imagino os jogadores a absorver o discurso durante o programa, se é que o vêem. As análises ao posicionamento das equipas em campo, os erros que se cometem apenas nesse ponto, por exemplo, são qualquer de pedagógico e luminoso, talvez o começo de qualquer vitória. Estão todos de parabéns, também o sorridente e super-simpático Álvaro Costa, sempre à espreita de incríveis curiosidades de interesse na Rede, de quem é obrigatório gostar ou é impossível não gostar.

sexta-feira, maio 18, 2012

FACEBOOK, MILAGRE DOS PÃES E DOS PEIXES

Pena que nem cheiremos o mais pequeno vislumbre de uma e de outra coisa, pois não são para as multidões, mas para quem pode agarrar as acções e para quem as vende.

domingo, março 04, 2012

FACEBOOK TÃO PURITANO QUANTO A AMÉRICA

Por que motivo os critérios de obscenidade, escândalo e chocante do Facebook haveriam de diferir dos da sociedade norte-americana?! Dos Estados Unidos, essa sociedade hipócrita e dualista, que convive mal com o sexo e desconfia do corpo, mas não se dá mal com a lubricidade das armas, não se pode esperar mais que isto.

segunda-feira, janeiro 16, 2012

segunda-feira, dezembro 19, 2011

ALÁ TWITTER U AKBAR

Isto é assim: antes que a coisa degenere e as multidões saltem coordenadas cá para fora a exigir liberdades e retoques a sério num regime apodrecido, há que juntar-se a eles, ter argumentos por dentro do sistema, comandá-lo por ter injectado capital, ainda mais capital, capital é poder e poder é controlo. O Twitter é uma plataforma regularmente usada por mais de 100 milhões de pessoas e que teve um papel crucial nas revoluções na Tunísia e no Egipto, juntamente com o Facebook. Não é à toa que o príncipe saudita Alwaleed bin Talal, o homem mais rico do mundo árabe, segundo a revista "Arabian Business", e o 26º na lista da revista "Forbes", é o mais recente accionista da rede social e plataforma de microblogging Twitter, com um investimento de 300 milhões de dólares (230 milhões de euros). Deve gostar a potes da plataforma. Só pode ser amor.

quarta-feira, setembro 07, 2011

BRICABRAQUE MORAL: NÃO GOSTO!

A audição de Jorge Silva Carvalho é um pro-forma e uma treta tal como será ouvir Júlio Pereira, secretário-geral do Sistema de Informações da República Portuguesa, (SIRP). Ao longo de seis anos, testemunhámos os efeitos da guerra político-económica entre apaniguados do PS e do PSD, o estatuto das empresas amigas do poder político socialista e as dificuldades das ostracizadas. Vimos os frutos das divisões PS/PSD no seio da Justiça, quanto mais no seio das secretas. O resultado é que o ex-director do SIED fale muito e nada diga, escapando aos problemas e às lebres com declarações escritas, tipo «Nunca violei o segredo de Estado e tal, nunca violei o segredo de sigilo e não sei quê.» Diga o que disser, não gosto. Não gosto da espessa conivência do passos-coelhismo com os podres nunca hostilizados, nunca expostos e nunca perseguidos do socratismo. A escandalosa e estranha intrumentalização do SIED e do SIRP para efeitos político-económicos deveria merecer um posicionamento bem mais independente e assertivo. Que há a temer? Quem há a temer? Audições e inquéritos à portuguesa continuam a grande treta que sempre foram e nem o passos-coelhismo veio pôr cobro a esse imenso teatro estéril, bricabraque moral, pastoso faz-de-conta.