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sexta-feira, janeiro 25, 2013

MULAS, PARVOIÇADAS DE UM CRAQUE EM CHARLA

Acho que foi Câncio quem, por cá, pela primeira vez destapou no DN a asquerosa careca do ex-assessor de Zapateiro, Carlos Mulas-Granados, honra lhe seja a Câncio, digo. O PSOE tal como o PS português, tal como o PP espanhol e o PSD dos Dias Loureiro, espelham bem uma casta de cabrões gananciosos, sem qualquer civismo, decência, sentido comunitário, os quais rapam para si o que podem no tempo oportuno para eles, esgueirando-se na vida partidária e depois empresarial como ténias à boleia da imunidade dos cargos e da conivência de uma Justiça partidarizada, muito dada a ajustes e a quotas. Não dá vontade nem de trabalhar apaixonadamente nem de dar o litro no seio de um sistema distorcido, injusto e escravocrata assim, incapaz de premiar e dar valor a quem o tenha. Prefiro morrer de fome! 

Ferreira Fernandes, que é um crânio sensível e nada arqueológico, considera elogiosamente que Câncio lê relatórios por mania até ao pentelho das assinaturas e por isso mesmo coou este marmanjo ganancioso e repleto de esquemas do Mulas. Eu tenho a certeza que Câncio, à força de tanto errar por cega associação íntima ou intelectual a um mulas português como o conas parisiense, alguma vez teria de acertar. E acertou. Por osmose diferida.

Mas quem é o horroroso e desalmado Carlos Mulas-Granados? É uma besta gananciosa, repito. Por acaso espanhol. Um dos autores do estudo do FMI sobre Portugal, onde manifesta o seu dualismo maniqueu de conveniência, prescrevendo para o nosso País o que não prescreve para o seu nem para si, austeridade e o corte assassino como modo de correcção dos desequilíbrios em Portugal, mas não em Espanha. 

Para além da sua obscena desonestidade intelectual, inventou um pseudónimo feminino para receber umas dezenas de milhares de euros extra da Fundación que ele próprio dirigia, cinquenta mil euros/peça. Não há perdão para mulas como este Mulas da mesmíssima maneira que não a há para parisienses ladrões, chico-espertos, agarrados aos seus milhões ganhos escandalosamente.

sábado, dezembro 22, 2012

CÂNCIO SOBRE PASSOS COELHO

Imagem afixada
«Não há como negar: temos o primeiro-ministro mais aldrabão, incompetente, irresponsável e perigoso de sempre (desde que há eleições livres, bem entendido).» Em geral, a opinião de Fernanda Câncio não vale a ponta de um corno. Passe o eufemismo, um monte de merda a pronunciar-se acerca de um monte de lixo deixar-nos-á invariavelmente na dúvida quanto à pureza de intenções do monte de merda, pelo menos. Conhecida por distorcer e maleabilizar os factos, os pressupostos, as preposições argumentativas, até ao limite dos seus interesses facciosos e pontos de vista do mais tendencioso e venenoso que a imprensa nacional já conheceu, o que tem passado basicamente por suportar o socratismo, todos os seus refinados roubos, desvarios e excessos, Câncio não serve para mais nada. Especializou-se em aputalhar e debochar o debate tanto pelo que omite quanto pelos alvos que privilegia: está tudo bem com a Segurança Social Portuguesa? Bagão Félix é assim tão insuspeito? Passos é um superlativo aldrabão? Até poderia ser verdade. Tudo. Mas há um problema. Se e quando é Câncio quem o afirma, a força performativa da afirmação inverte-se. Aquele que Câncio execra ou detrai só pode ser um santo. 

quinta-feira, maio 24, 2012

A DELICIOSA VIDA PRIVADA DA JORNALISTA

Os dados pessoais que o ministro Relvas ameaçou divulgar da jornalista do Público Maria José Oliveira são ou não são de natureza privada? E divulgá-los intimida ou embaraça a jornalista e a sua isenção? Anda a jornalista enroscada com um macho ou com uma fêmea do PS? Quando souber, farei da demissão ou da reabilitação sempre precária do ministro uma festa para as escolas, uma festa para a arquitectura, uma festa para a política, uma festa para os alunos, uma festa para o jornalismo, uma festa para o PS. Nisto, no Público, começa a perceber-se que não houve derrapagens, não houve derrapagens, não houve derrapagens! Só um braço de ferro a ver quem realmente fodia com quem. E dá empate técnico. Relvas, rua! E tu, Maria, regressa aos braços possantes-frango do teu amor-PS e não tornes a pecar.

quarta-feira, abril 11, 2012

RIR COM A GAGA CÂNCIO NA TV

Quando se pensava que a gaga Fernanda Câncio não mais poluiria com língua de pau e língua de palmo pelo menos os ares já impestados das TV, eis que reaparece para entediar-nos uma vez por semana, depois da meia-noite. Para quê? Para matar-nos a rir defendendo a Parque Escolar, entidade alvo de insuficientes apóstrofes e invectivas tendo em conta a devastação facilitada pelos ranhosos e imbecis do PS socratesiano. Há muito que a escrita e a vocalização a soldo dos interesses socratistas havia posto em causa a validade da intervenção pública que Câncio perpetra. Demasiada rigidez, monturo de preconceitos, jacobina até à loucura, Câncio é o modelo perfeito da nula deontologia jornalística, pelo menos no que toca à assanhada defesa do torpe legado socratesiano ou no anti-vaticanismo vulgar, modelo da má colocação da voz, da reconversão do argumento estanque em picareta agressiva dos discordantes por discordarem. Tudo isto inutiliza-a para a discussão política ou outra qualquer. Continuará a falar para as paredes, madrugada adentro. E eu continuarei a rir, uma a uma, das baças figuras do socratismo traste que nos vão desfilando diante, na sua penosa procissão sem remissão.

quarta-feira, março 21, 2012

CÂNCIO E A DEFESA DO JACUZZI

Vejam lá o desesperozinho dos avençados do socratismo bem-pagante, como Câncio: assimilar o judeu francês Dreyfus, num caso de há 111 anos, ao lodo agora sob crivo e escrutínio envolvendo o Primadonna Sócrates, que descansa e suspira agarradinho ao telemóvel conspirativo em Paris. Recorda Câncio o «apelo indignado em nome de um inocente injustamente condenado, libelo contra um sistema judicial corrupto e uma opinião pública contaminada pela manipulação da verdade e pelos seus preconceitos (o condenado era judeu) através de uma campanha mediática "abominável".» Pois, pois. Sempre tive simpatia por esse caso ainda para mais de um judeu como metade de mim. Mas o caso [feito de intermináveis casos] Primadonna Parisiense Sócrates não é, nem de perto nem de longe, a reedição de qualquer coisa de semelhante à destruição consubstanciada na questão dreyfusiana. Bem pelo contrário. Enquanto efectivamente o homem Dreyfus foi desonrado, julgado e condenado a prisão perpétua com base em provas falsas, Sócrates fez trinta por uma linha, antes e depois de se ter tornado primeiro-ministro e procurou, não sem assistência, escapar incólume dos seus actos e decisões imponderáveis sem nos dizer água vai. Antes, como ministro do Ambiente aprovou o Freeport à rasquinha, na pressinha de uma legislatura pantanosa que havia cessado, seguia gestionária, e logo aí já foi abuso, fonte de suspeitas óbvias em torno do óbvio. Depois, já PM, praticou violência classista e mistificação mediática, acossando professores e magistrados com particular denodo e malícia, certamente com propósitos dissuasores que tiveram, no meu caso, o condão de acordar uma energia cívica que nada poderá silenciar. Depois, já PM, são abundantes os casos perdulários com recursos públicos, o luxo na Parque Chular que insulta, desperdício, nas PPP contratos escancaradamente ruinosos para o Estado Português, o que se fez segundo lógica de comissionismo crasso. Parece nítido que o Playboy TardoSorbonneano sente-se acossadíssimo. Daí saltarem escreventes os do costume. Câncio, contorcionista como sempre, não faz a coisa por menos. Convoca o magistral «J'accuse» de Émile Zola como a glória da defesa desinteressada de um inocente. Mas o Zola de há 111 anos tem como contraponto o acesso superpoderoso do Playboy Parisiense do século XXI não só a muitas línguas de pau como aos mais caros advogados de Lisboa, garantes do jacuzzi doce e abastado de um exílio francês incólume, ele que não se licenciou nem convencional nem administrativamente, ele que também não consta tenha trabalhado porque toda a vida se esgueirou como político, habituado à pequena conspiração oportunística de secção partidária e a nada mais. Impossível desrespeitar ou difamar um ex-primeiro-ministro que se preste a todos os esclarecimentos, não avolume negruras, não detenha riquezas sem explicação nem lógica, nem acalente estranhas opacidades, vivendo uma vida de luxo escandalosamente incompatível com o respectivo currículo e sobretudo com os efeitos e danos recentes a um Povo muito concreto. Zola era genial. Apaixonado. Soube virar França a favor do inocente condenado Dreyfus, mas não há força argumentativa, energia moral, sentido ético que não passe por impostor, treta sob completo fingimento, para reabilitar José Sócrates: enquanto este teve mão nos media dóceis, o lado negro do poder do sistema judicial consistiu na sua africana susceptibilidade ao condicionamento. Começando pela PGR, reduzida à servidão, ao estatuto de óbice e tampão protector do normal desenrolar de um processo de averiguações, ela que deveria ser absolutamente irredutível à vontade caprichosa de um só homem acossado pelo próprio passado repleto de insanidade e avidez. Pode ser que, para mal de quem se barricou na Mentira, o triunfo em decurso da Verdade prove ainda haver uma Justiça em Portugal acima do telemóvel laborioso, das pressões obsessivas e das versões artificiais combinadas pelo gabinete de Ficção e Imagem de um Megalómano. Se assim não for, não há Estado de Direito que resista e muito menos democracia, coisa há muito na mão de gente duplipensante, jacobina e facciosa. Não, não temos gente da estirpe de Zola, Câncio. O que temos são especialistas em língua de pau e choradinhos impostores, aterrorizados com os factos e a verdade que hoje se apuram e comprometem largamente um homem especialista em charla. Esses, tal como o culpado escondido que defendem, estão muitíssimo mais perto da defesa do jacuzzi que da glória retórica e ética do «J'accuse».

segunda-feira, janeiro 30, 2012

ESTES TIPOS

... alguma vez foram enquadrados na sanha cânciana a qual, apostrofando o cristianismo, fertiliza de vazio e zero o terreno por onde o fanatismo islâmico medra e alastra na Europa?!

terça-feira, novembro 22, 2011

CÂNCIO OU «COISAS ÍNTIMAS, SENSÍVEIS, SAPHICAS»

«Câncio não passa de uma ressabiada cujo modo de vida é estéril e lesa a noção de decência, de ética e do que "é produtivo" neste pobre país: não me refiro à profissão de jornalista  mas sim ao simulacro de jornalismo que esse sapatão-ex-bomba-sexy-do-Bairro-dos-anos-80 pratica. Câncio permite-se  sempre  dar lições a alguém; sente-se na sua escrita a sua vozinha infeliz e arrogante. Por outro lado, estou certo de que Câncio não precisa de (não quer...) mulher-a-dias porque é ela-própria que mete na máquina-da-louça a sua colecção de dildos-rosa e outros sabres-de-borracha que ficam de lado (já secos) após as festarolas. Coisas privadas, íntimas, sensíveis, femininas, saphicas, vulvares, lindas, santas. Confesso não ter empregada  por ser pobre e porque o meu rendimento é irregular; e também por ser um porcalhão. Existem mesmo, à vez, alguns compartimentos do meu vasto T1 onde só entro à catanada e em algumas estações do ano. Faz-te à vida, Câncio!» Besta Imunda

sábado, abril 02, 2011

O APELO LANCINANTE

Fernanda Câncio, cujo rating jornalístico está muito bem para o da República, faz um apelo lancinante ao PS e ao PSD para que percebam que estas eleições não podem ser um festival de «ódios e paixões», que «precisamos de serenidade, de factos, de explicações e propostas, de política - nobre, limpa, clara» . Eu acho o contrário. Necessitamos que cada qual desempenhe o seu papel habitual até ao fim. Quanto mais sangue, suor e lágrimas, melhor. Mais baixezas, por favor. Mais desculpas esquivas e ataques furtivos. Não nos poupem ao sórdido, à gatunagem da mais recente maioria absoluta, às negociatas e tachos sem pudor. Sem a devida caça às evidentes bruxas da manhosa execução orçamental, da dolosa dívida pública e do défice sapateiro, não poderemos recomeçar de novo com limpeza. Com um pouco de sorte e após muito se repetir rumorosamente que são todos iguais e andam todos ao mesmo, é provável que todos os PIDES do PS, todos os galfarros do PS, todos os mamões do PS, todos os ladrões, comentadores, opinadores a expensas do PS, Varas e quejandos colados ao PS, aparecessem amnistiados e bem amnistiados pela Crise Internacional, pela "sofreguidão" do PSD, a "irresponsabilidade" do PSD, a "impreparação" para governar do PSD. Que seria de nós sem o farol de progresso e transparência que mora Largo do Rato?! Se ASS larga o malho e Câncio larga a marreta habitual da dissensão e vem, mansa, por clemência, dignidade e decência entre partidos na sua disputa primitiva, ainda para mais numa Campanha Eleitoral ímpar para clarificar o Charco Nacional, só podemos desconfiar.

sábado, março 12, 2011

OS IMPERATIVOS DEVORISTAS DO PS

Nunca se dirá o suficiente sobre o magnífico discurso de investidura de Cavaco, da guerra urgente que declarou a um Governo perigoso e incompetente, cavando uma nova facção: a facção Portugal, interesses de Portugal e dos Portugueses, contra a facção dos imperativos devoristas do Partido Socialista, discurso que explicitou a crise política há muito latente, filha da chantagem com que o socratismo-primadonnista deixa reféns quase todos os portugueses menos os seus. Um Governo que faz a vida impossível aos portugueses tem de ser barrado nem que para isso surja furioso o discurso de posse presidencial e todos os discursos oficiais que se façam. Nunca será de mais incitar os portugueses a que resistam e se rebelem contra o que lhes fazem. Por isso mesmo, moralmente, é uma vergonha que Fernanda Câncio e as suas unhas dos pés pintadas-vamp, pseudo-jornalista, mas absolutamente socratista-devorista como os outros, enquanto verbera Cavaco Silva, venha pôr água benta numa governação calamitosa, onde se trucidaram todos os mínimos democráticos. Quanto custa f. ao erário para tão desbragada, desabrida e continuada desonestidade intelectual, para tão grosseiro afastamento da realidade, eis a pergunta? Mais barata ou menos que Emídio? São os imperativos devoristas do PS a sobrepor-se à sobrevivência e dignificação de Portugal. A desinformação socratista-socialista, tóxica e imobilizante, está ao serviço do abastardamamento ético e do acovardamento gerais.

sábado, dezembro 04, 2010

NOJENTA GULA CACETEIRA

O duplo pensar de Fernanda Câncio teve mais uma polução nocturna. É cancro generalizado, em muita da elite que comenta e faz de conta que pensa Portugal, adaptar o argumentário aos apetites e interesses instalados a cujo serviço se coloca: Júdice, Marinho Pinto, Fernanda Câncio, são dos mais iminentes moluscos na babugem de quem manda, mande como mande. Sentem-se confortáveis. Parece-lhes valer a pena deformar o carácter e a coluna vertebral. À última permite-lhe defender com unhas e dentes um mau carácter, sádico narcisista, como José Sócrates, mas encarniçar-se sobre Cavaco Silva, o qual, não sendo santo nenhum, tem pelo menos o vício da moderação e da inexpressividade. Num assalto baixo ao passado de Cavaco, aos 28 anos, rapaz conformista como a esmagadora maioria conformista dos portugueses, Fernanda Câncio pontapeia baixo com indisfarçável gula caceteira. Isso não tem perdão. Se o carácter de um homem se resume ao que fez ou disse aos vinte e oito anos, nunca acabaremos de resumir José Sócrates e a nojeira grupal subjacente, repleta de rapina, transbordante de dano, prenhe de desgraça. Úbere sugado e seco, Portugal não aguenta a malícia socialista, ainda que a suporte por inércia e falta de atrito crítico.

quarta-feira, janeiro 20, 2010

AVÉ, Ó CHEIA DE LATA!

Quando o duplipensar orwelliano bateu à porta de Fernanda Câncio, ela estava em casa. Nua. Pronta para uma maratona de familiaridade íntima, bem aninhada no âmago a propósito disto. Obviamente, o duplipensar entrou-lhe, penetrou-lhe fundo e hoje é o que se sabe em prosa de encher chouriços e de atirar uma cortina de fumo sobre o cerne dos problemas, protegendo por todas as vias o seu Príncipe das Trevas. Avé, ó cheia de Lata! Porque se o Conselho Europeu considerou que o “interesse público” do tema [António José Laranjeira publicou, em 2000, dois artigos no semanário regional "Notícias de Leiria", de que era director, em que citava fontes que acusavam um antigo autarca de Leiria de alegado abuso sexual a uma doente e o Tribunal de Leiria acabou por o condenar por um crime de violação de segredo de justiça e dois de difamação] se sobrepunha à protecção do inquérito judicial que decorria e à reputação do arguido, já que o facto de um dos visados da notícia ter cargos políticos e ser uma figura pública, e justificava que pudesse haver quebra de protecção de segredo de Justiça, e por isso condenou o Estado português a pagar 8.700 euros ao mesmo António Laranjeira por danos materiais, quanto terão de pagar um dia ao mesmo Estado Português todos quantos neste momento barram e perseguem a Justiça?! E o fazem a pretexto de os casos arrolarem ocupantes de cargos políticos e figuras públicas, como é o caso tipicamente impunitário do Face Oculta?! Câncio acha que os Juízes Europeus estão a ver mal a coisa. Eu acho que Câncio é um desastre e uma desgraça em segunda mão à luz do conceito que a traduz fidelissimamente, o duplipensar. Quem o diz de Câncio, di-lo de Isabel, Isabel e Isabel: «Aliás, como jurista que és, Pedro, e habituada a ver-te argumentar contra e a favor de decisões jurídicas de juízes (sim, parece pleonasmo mas não é), espanto-me, mas não ao ponto do desmaio ― seria preciso um pouco mais de espanto e neste caso, tenho de certificar, isso está há muito fora de questão ―, com o facto de neste caso aparentemente não te ocorrer colocar a possibilidade de os juízes estarem, digamos assim, a ver mal a coisa.»