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quarta-feira, fevereiro 20, 2013

NÚNCIO ATAFULHA CU DE VIEGAS

... com o facto de 2,7 milhões de contribuintes terem indicado o respectivo NIF nas facturas comunicadas à Autoridade Tributária e Aduaneira, pouco preocupados com o aval da Comissão Nacional de Protecção de Dados. Coube ainda, no apertado recinto do Francisco, a introdução do mangalho adicional: 300 mil consumidores finais que já inseriram voluntariamente as facturas no portal e-fatura. O acto metafórico-sexual, bastante civilizado, por sinal, foi exercido esta manhã, durante a audição da equipa governamental do Ministério das Finanças na Comissão Parlamentar Ordinária de Orçamento, Finanças e Administração Pública. Civilidade é cumprir deveres. Nunca se saberá até que ponto a ‘delação’ fiscal dos Povos do Norte, tão tardiamente aplicada nesta republiqueta de bananas, poderá salvar vidas e impedir suicídios. Para que o metafórico cu de Viegas não tome hiperbolicamente no respectivo em vão [nem mande tomar!], Núncio explicou ainda que só do sector da restauração já estão inscritas mais de 11,6 milhões de facturas, logo no primeiro mês. Este volte-face só vem provar que quem com o cu mata, com o cu morre e assim sucessivamente. Acabar com a subfacturação, combater a economia paralela certamente nos aliviará do extermínio social em decurso e da liquidação anímica dos mais frágeis por parte do Fisco. É uma esperança. Sem Direita. Sem Esquerda. Grândola Vila Morena para isto! Basta de indigência cívica!

quarta-feira, outubro 24, 2012

GOVERNO SAI DE FRANCISCO JOSÉ VIEGAS

Removendo o facto de a saúde de FJV eventualmente não andar pelo melhor, há muito que foi o Governo a sair de Francisco José Viegas: em tempos de guerra, tudo é secundário e inútil, comparado com o esforço de guerra que deveria absorver todos os recursos anímicos e orçamentais de um Executivo a braços com o Abismo. Ora, Francisco José Viegas, a sua pessoa e o seu papel, fantasmagorizavam no Ministério da Cultura, numa ausência plúmbea na cor e no peso. Não é o único. Fantasmagoria é o nome do meio de Portugal, onde só nos aparecem Sampaios, Soares, e outras múmias da treta com antena garantida nas TV. Tristeza!

sábado, agosto 18, 2012

TESOS, TEMOS É TERROR DO PRESENTE

Tudo passa, menos o provincianismo salarial português.
O nosso presente é um presente envenenado. É escusado massacrar os incumbentes governativos, pois o cancro vem muito detrás e há mais razões para nos aterrorizarmos com o que tem sido o nosso passado do que com o que possa ser o nosso futuro. Tirando isso, pode Francisco José Viegas, por quem não temos dado, filosofar, literaturar, ter tiradas de génio ou de esprit para Le Monde ver. Já vai longa a traição aos portugueses e a língua francesa não nos é, hoje, a mais simpática. É preciso dizer-lhes, a alemães e a franceses, que, comparados com eles, é uma humilhante vergonha o que nos pagam. E parece estarmos incumbidos de uma nova missão: salvar Portugal, empobrecendo ainda mais. Mais do que estava na velha avença do 25 de Abril. Nada mais trágico.

quarta-feira, novembro 16, 2011

«AQUELA EXPRESSÃO DE QUEM CAGA MÁRMORE»

«Está tudo a esvoaçar. Na cultura, na educação, em todo o lado. Este secretário de estado anda em carro de ministro e já ganhou aquela expressão de quem caga mármore, como diz o Amadeus. Estamos fritos.» Silvares

O IMPONDERÁVEL DIOGO ESVOAÇANTE

Eu, que nestas coisas da cultura, não sou nada, mas mesmo nada, tendencioso, considero que a secretaria de Estado da Cultura fez bem em desinfectar o director artístico do Teatro Nacional Dona Maria II, com efeitos "imediatos", expressão palavrosa que significa «Põe-te no olho da rua, já!», mas com finesse. Não estão em causa as qualidades pessoais, artísticas e administrativas do Diogo, está em causa a bazófia politizada e politizante em que se meteu, certamente espicaçado para espicaçar e diminuir o invisível ministério tutelado pelo invisível Francisco José Viegas: o Diogo pertence ao grupo daquelas centenas de nomes do tempo do Primadonna colocados com a sua chancela, e com ampla lealdade ao mesmo Primadonna que fez deles novos Figos, isto é, outras formas mais duráveis e permanentes de embeber em Taguspark o problema-solução da imagem colada à imagem. Há imensos acólitos remanescentes prontos para todo o serviço serventuário do desafiosinho a que hoje se deu o Diogo. Está tudo no paleio utilizado. De resto, se o Diogo Infante queria ser afastado, ou esperava, ou então desafiava o Governo [e a Troyka] com a suspensão da programação para 2012 e a ameaça da sua demissão, coisa que fez e que talvez só tenha pecado por tardia. Adeus, imponderável Diogo esvoaçante e tal! 

domingo, fevereiro 13, 2011

CENSURAR É ZAGUNCHAR

Gostei do que escreveu Francisco José Viegas, mas ressalvo não ser lá muito apreciável levar longe de mais a ironia e um certo humor negro de génese judia [que também aprecio] e logo com a armadilha do Bloco à demais oposição. No sôfrego intuito de proteger o Governo e dar respaldo ao Primadonna, o Bloco fez haraquiri. Este Governo Morto, segundo Marcelo, vive entre sorrisos e actos de dramatização patética, vitimando-se a cada oportunidade. Não sente o dano que causou. Trucida ao caminhar. Com uns telefonemas chantagistas, organiza eventos de última hora para a fotografia, pressionando comparências. É perigoso na sua dormência e insensibilidade. Talvez o FJV não o sinta, mas os mais frágeis dos contribuintes, apertados de falta e de pobreza, não podem rir com a mais justificada das ironias nem com o mais certeiro humor negro. A Hora pede outra raiva bem mais assertiva e mais directa.

sábado, dezembro 04, 2010

FJV O VOCÁBULO PISPIRRETA

"Pispinetas", esse vocábulo insondável, esteve aqui, algures, suponho: «O "grande escritor" F. José Viegas deveria informar-se melhor antes de cometer erros ortográficos nos seus escritos, jornalísticos, literários ou outros, incluíndo a oralidade (volta e meia profere calinadas verbais no programa de televisão de que é convidado habitual), pois deve ter um respeito especial por quem o lê e ouve relativamente à língua portuguesa, cuja correcta ortografia e igual verbalização, dada a sua enorme expansão no mundo, deveriam ser para ele pontos de honra, sobretudo atendendo à profissão que exerce e à responsabilidade que a mesma acarreta, da qual é suposto ser arauto. [...] (Sabia o senhor FJV que muitos dos nossos emigrantes, que eram (e muitos ainda são) analfabetos ou próximo disso, APRENDERAM a escrever e a ler o português através dos programas de televisão emitidos a partir de Portugal e também através dos nossos jornais, revistas e eventualmente livros, a que conseguiam ter acesso nos países d'acolhimento?). Isto passou-se durante décadas e por estranho que pareça o mesmo ainda continua a verificar-se nos tempos que correm. [...] Saiba o senhor FJV que na língua portuguesa não existe a palavra "pispinetas" que empregou na sua coluna de jornal, de que vejo aqui a transcrição. Existe, sim, no nosso riquíssimo vocabulário, o substantivo feminino PISPIRRETA, que suponho dever ter sido o que queria significar.»

domingo, agosto 29, 2010

O FRANCISCO

Vou romper com o fascismo do elogio mútuo, fazendo um encómio muitíssimo mais livre pois sem qualquer expectativa de retribuição ou interesse nela: parabéns, Francisco. Cinco anos de blogue. Uau! O teu blogue está para a bloga como que o pão está para o Pingo Doce: mais fofinho. Pronto, já fiz. 

sábado, junho 19, 2010

RONDAR A BLASFÉMIA

«Creio, acreditei sempre  e escrevi-o  que Saramago era um homem extremamente religioso. Só um homem religioso pode rondar a blasfémia e interrogar directamente a figura de um Deus "humanamente injusto". O resto é polémica, passagem, indignações. O que passará à eternidade é isso: talento, trabalho, dedicação.» FJV

domingo, janeiro 24, 2010

«CONCUBINATO RASTEIRO»

O que estão a fazer a Hulk/Sapunaru e, logo, ao FC Porto, constitui um dos maiores abastardamentos das leis do futebol. Jogo imundo, onde nada é límpido, nada está esclarecido nem faz qualquer sentido! Perante isto e isto a conclusão não pode andar longe de esta síntese de FJV: «É este o concubinato rasteiro entre o CD da Liga, muito folgueiro e velhaco, e os peralvilhos da bola, com a protecção de uns facetos que passam por gente.»

domingo, janeiro 17, 2010

OUTRO COMO EU


Roubos de igreja! Essa coisa recorrente e grotesca no relvado a fustigar sistematicamente o FC Porto com golos mal-anulados aparece habilidosamente omitida suavizada pelo regime desportivo que tão diligentemente embala o berço aquilino. Regime pródigo em suspensões preventivas e outras quimeras jurisprudenciais. Não, não sou o único em padecimentos mais que justificados pelo que vejo infligido ao FC Porto e mesmo pelas suas clamorosas insuficiências no terreno. Há muitos igualmente doridos e azedos. Eis aqui outro como eu.

quarta-feira, novembro 04, 2009

PSD: PREGUIÇA E BARONATOS

Cáustico, FJV diz tudo o que há a dizer sobre esse anedótico PSD cada vez mais moribundo e anedótico, com a sua medonha e medíocre nomenklatura opotunística. Esse PSD está bem para este PS.

terça-feira, outubro 06, 2009

REPÚBLICA DOS VORAZES

Não poderia estar mais de acordo com FJV. Nada há a assinalar nos 99 anos de imposição sanguinária da República. A treta da herança e dos valores republicanos é muito mais que exclusivamente patética! É também trágica. Nas cinzas da implantação violenta de esse Regime, vivemos agora uma realidade difusa, indecisa e incerta, onde o que avulta é a voracidade férrea dos que se apossaram dela para melhor a mirrarem de subversão justiciária e vampirismo económico. A República é uma coisa que um punhado pardo de poucas eminências, sempre impunes, controlam na sombra contra a maioria dos cidadãos e apesar deles. Afinal, não há nada mais rapace e desmesurado que esses senadores, donos ocultos da República. Nenhuma monarquia moderna se lhes compara no ónus que fazem impender sobre contribuintes e cidadãos. O que pagamos de fisco e o que toleramos em sede vergonhosa das duas justiças, a dos ricos e a dos frágeis, condensa bem o abismo republicano a que chegamos.

quarta-feira, agosto 26, 2009

CHEQUE-OBRA EM TEMPOS OBSCENOS

A pouco e pouco, emerge a noção completa de quatro anos e meio sob esbulho fiscal e de caça aos parcos rendimentos da classe média, vitimando-a a eito sem dó nem piedade. Clarifica-se cristalinamente até que ponto ficou assim soterrada uma esmagadora maioria de portugueses sob a totalitária debulhadora psíquica e prática do Estado-PS: «Demorou a perceber, no Estado, que não basta diminuir os rendimentos de quem trabalha, embolsando impostos e perseguindo a classe média. Há, também, uma responsabilidade social da riqueza. Neste caso, contrapartidas para o país – como é o caso do ‘cheque-obra’, uma iniciativa que propõe que as empresas de obras públicas ofereçam 1% do valor das empreitadas pagas pelo Estado em obras de restauro de monumentos nacionais e património classificado. Antigamente, os ricos que tinham sido pobres ofereciam bibliotecas, escolas, chafarizes e estradas municipais. Eles sabiam que a riqueza devia pagar um tributo para justificar a vaidade e o conforto. Hoje, os ricos amealham e só contribuem para o país embalados por benefícios fiscais e promessas de contratos do governo. São outros tempos.» Francisco José Viegas, A Origem das Espécies

segunda-feira, agosto 17, 2009

O PAPÃO DA SÚCIA

É o medo irracional sentido e instilado!: «Não se percebe como pessoas inteligentes alinham na táctica do desespero e na ideia de que o caos virá se não formos para o poder. Votem PS ou virá o caos. Votem PS ou virá a barbárie a rodos, queimarão Garcia d'Orta em efígie e irão perseguir — pela rua fora, empunhando o látego da moral — os adúlteros e o sexo antes do casamento. Votem em Sócrates ou Portugal regressará a Alfarrobeira, virá a forca com os apaniguados de D. Miguel, os rios deixarão de desaguar no Atlântico e as criancinhas deixarão de saber manejar os Magalhães.» Francisco José Viegas, A Origem das Espécies

quarta-feira, agosto 12, 2009

JOÃO LOBO ANTUNES, RESCALDO DE UMA MALFEITORIA

«Agora, o que está verdadeiramente em causa é o afastamento de uma pessoa como João Lobo Antunes, com a sua obra, com o seu currículo académico e científico, com a qualidade das suas intervenções em debates sobre a matéria. Para os fascinados com a extraordinária liderança que nos serve, aqui está uma lição essencial: vejam como eles se comportam com Lobo Antunes; será assim que se comportarão convosco. Pobre do país que, tendo João Lobo Antunes disponível para o debate, o dispensa desta forma. É um país em forma de assim; e essa gente nem chega lá, a ser em forma de assim. Nem é gente. É um arremedo, uma vulgaridade de plástico. Estariam bem na União Nacional. Aliás, estão bem na União Nacional, mesquinhos, insignificantes e poderosos hoje, desconhecidos daqui a uns anos.» Francisco José Viegas, A Origem das Espécies

sexta-feira, julho 31, 2009

SEM PENSAR

«Aos €200, o PS chama-lhe compensação: «O PS vai compensar as famílias com 200 euros por cada bebé que nasça em Portugal.» Desculpem lá, mas como redacção é espantoso. Compensar? Em nome de quem?» Francisco José Viegas, A Origem das Espécies