«No fundo, é do regime dos Kirchner que o Dr. Soares gosta muito. Devemos estar atentos.» FJV
«After he has suffered, he will see the light of life and be satisfied; by his knowledge my righteous servant will justify many, and he will bear their iniquities.Therefore I will give him a portion among the great, and he will divide the spoils with the strong, because he poured out his life unto death, and was numbered with the transgressors. For he bore the sin of many, and made intercession for the transgressors.» Isaiah 53
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sexta-feira, maio 17, 2013
DO FASCISMO SOCIALISTA CORRUPTIVO
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quarta-feira, fevereiro 20, 2013
NÚNCIO ATAFULHA CU DE VIEGAS
... com o facto de 2,7 milhões de contribuintes terem indicado o respectivo NIF nas facturas comunicadas à Autoridade Tributária e Aduaneira, pouco preocupados com o aval da Comissão Nacional de Protecção de Dados. Coube ainda, no apertado recinto do Francisco, a introdução do mangalho adicional: 300 mil consumidores finais que já inseriram voluntariamente as facturas no portal e-fatura.
O acto metafórico-sexual, bastante civilizado, por sinal, foi exercido esta manhã, durante a audição da equipa governamental do Ministério das Finanças na Comissão Parlamentar Ordinária de Orçamento, Finanças e Administração Pública. Civilidade é cumprir deveres. Nunca se saberá até que ponto a ‘delação’ fiscal dos Povos do Norte, tão tardiamente aplicada nesta republiqueta de bananas, poderá salvar vidas e impedir suicídios.
Para que o metafórico cu de Viegas não tome hiperbolicamente no respectivo em vão [nem mande tomar!], Núncio explicou ainda que só do sector da restauração já estão inscritas mais de 11,6 milhões de facturas, logo no primeiro mês.
Este volte-face só vem provar que quem com o cu mata, com o cu morre e assim sucessivamente.
Acabar com a subfacturação, combater a economia paralela certamente nos aliviará do extermínio social em decurso e da liquidação anímica dos mais frágeis por parte do Fisco. É uma esperança. Sem Direita. Sem Esquerda. Grândola Vila Morena para isto! Basta de indigência cívica!
quarta-feira, outubro 24, 2012
GOVERNO SAI DE FRANCISCO JOSÉ VIEGAS
Removendo o facto de a saúde de FJV eventualmente não andar pelo melhor, há muito que foi o Governo a sair de Francisco José Viegas: em tempos de guerra, tudo é secundário e inútil, comparado com o esforço de guerra que deveria absorver todos os recursos anímicos e orçamentais de um Executivo a braços com o Abismo. Ora, Francisco José Viegas, a sua pessoa e o seu papel, fantasmagorizavam no Ministério da Cultura, numa ausência plúmbea na cor e no peso. Não é o único. Fantasmagoria é o nome do meio de Portugal, onde só nos aparecem Sampaios, Soares, e outras múmias da treta com antena garantida nas TV. Tristeza!
sábado, agosto 18, 2012
TESOS, TEMOS É TERROR DO PRESENTE
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| Tudo passa, menos o provincianismo salarial português. |
O nosso presente é um presente envenenado. É escusado massacrar os incumbentes governativos, pois o cancro vem muito detrás e há mais razões para nos aterrorizarmos com o que tem sido o nosso passado do que com o que possa ser o nosso futuro. Tirando isso, pode Francisco José Viegas, por quem não temos dado, filosofar, literaturar, ter tiradas de génio ou de esprit para Le Monde ver. Já vai longa a traição aos portugueses e a língua francesa não nos é, hoje, a mais simpática. É preciso dizer-lhes, a alemães e a franceses, que, comparados com eles, é uma humilhante vergonha o que nos pagam. E parece estarmos incumbidos de uma nova missão: salvar Portugal, empobrecendo ainda mais. Mais do que estava na velha avença do 25 de Abril. Nada mais trágico.
terça-feira, novembro 22, 2011
A CORAGEM DE FRANCISCO JOSÉ VIEGAS
Subscrevo o louvor a FJV por enfrentar os Diogos e os Berardos e louvo Maria Teixeira Alves por fazê-lo.
quarta-feira, novembro 16, 2011
«AQUELA EXPRESSÃO DE QUEM CAGA MÁRMORE»
«Está tudo a esvoaçar. Na cultura, na educação, em todo o lado. Este secretário de estado anda em carro de ministro e já ganhou aquela expressão de quem caga mármore, como diz o Amadeus. Estamos fritos.» Silvares
O IMPONDERÁVEL DIOGO ESVOAÇANTE
Eu, que nestas coisas da cultura, não sou nada, mas mesmo nada, tendencioso, considero que a secretaria de Estado da Cultura fez bem em desinfectar o director artístico do Teatro Nacional Dona Maria II, com efeitos "imediatos", expressão palavrosa que significa «Põe-te no olho da rua, já!», mas com finesse. Não estão em causa as qualidades pessoais, artísticas e administrativas do Diogo, está em causa a bazófia politizada e politizante em que se meteu, certamente espicaçado para espicaçar e diminuir o invisível ministério tutelado pelo invisível Francisco José Viegas: o Diogo pertence ao grupo daquelas centenas de nomes do tempo do Primadonna colocados com a sua chancela, e com ampla lealdade ao mesmo Primadonna que fez deles novos Figos, isto é, outras formas mais duráveis e permanentes de embeber em Taguspark o problema-solução da imagem colada à imagem. Há imensos acólitos remanescentes prontos para todo o serviço serventuário do desafiosinho a que hoje se deu o Diogo. Está tudo no paleio utilizado. De resto, se o Diogo Infante queria ser afastado, ou esperava, ou então desafiava o Governo [e a Troyka] com a suspensão da programação para 2012 e a ameaça da sua demissão, coisa que fez e que talvez só tenha pecado por tardia. Adeus, imponderável Diogo esvoaçante e tal!
domingo, fevereiro 13, 2011
CENSURAR É ZAGUNCHAR
Gostei do que escreveu Francisco José Viegas, mas ressalvo não ser lá muito apreciável levar longe de mais a ironia e um certo humor negro de génese judia [que também aprecio] e logo com a armadilha do Bloco à demais oposição. No sôfrego intuito de proteger o Governo e dar respaldo ao Primadonna, o Bloco fez haraquiri. Este Governo Morto, segundo Marcelo, vive entre sorrisos e actos de dramatização patética, vitimando-se a cada oportunidade. Não sente o dano que causou. Trucida ao caminhar. Com uns telefonemas chantagistas, organiza eventos de última hora para a fotografia, pressionando comparências. É perigoso na sua dormência e insensibilidade. Talvez o FJV não o sinta, mas os mais frágeis dos contribuintes, apertados de falta e de pobreza, não podem rir com a mais justificada das ironias nem com o mais certeiro humor negro. A Hora pede outra raiva bem mais assertiva e mais directa.
sábado, dezembro 04, 2010
FJV O VOCÁBULO PISPIRRETA
"Pispinetas", esse vocábulo insondável, esteve aqui, algures, suponho: «O "grande escritor" F. José Viegas deveria informar-se melhor antes de cometer erros ortográficos nos seus escritos, jornalísticos, literários ou outros, incluíndo a oralidade (volta e meia profere calinadas verbais no programa de televisão de que é convidado habitual), pois deve ter um respeito especial por quem o lê e ouve relativamente à língua portuguesa, cuja correcta ortografia e igual verbalização, dada a sua enorme expansão no mundo, deveriam ser para ele pontos de honra, sobretudo atendendo à profissão que exerce e à responsabilidade que a mesma acarreta, da qual é suposto ser arauto. [...] (Sabia o senhor FJV que muitos dos nossos emigrantes, que eram (e muitos ainda são) analfabetos ou próximo disso, APRENDERAM a escrever e a ler o português através dos programas de televisão emitidos a partir de Portugal e também através dos nossos jornais, revistas e eventualmente livros, a que conseguiam ter acesso nos países d'acolhimento?). Isto passou-se durante décadas e por estranho que pareça o mesmo ainda continua a verificar-se nos tempos que correm. [...] Saiba o senhor FJV que na língua portuguesa não existe a palavra "pispinetas" que empregou na sua coluna de jornal, de que vejo aqui a transcrição. Existe, sim, no nosso riquíssimo vocabulário, o substantivo feminino PISPIRRETA, que suponho dever ter sido o que queria significar.»
domingo, agosto 29, 2010
sábado, junho 19, 2010
RONDAR A BLASFÉMIA
«Creio, acreditei sempre — e escrevi-o — que Saramago era um homem extremamente religioso. Só um homem religioso pode rondar a blasfémia e interrogar directamente a figura de um Deus "humanamente injusto". O resto é polémica, passagem, indignações. O que passará à eternidade é isso: talento, trabalho, dedicação.» FJV
domingo, janeiro 24, 2010
«CONCUBINATO RASTEIRO»
O que estão a fazer a Hulk/Sapunaru e, logo, ao FC Porto, constitui um dos maiores abastardamentos das leis do futebol. Jogo imundo, onde nada é límpido, nada está esclarecido nem faz qualquer sentido! Perante isto e isto a conclusão não pode andar longe de esta síntese de FJV: «É este o concubinato rasteiro entre o CD da Liga, muito folgueiro e velhaco, e os peralvilhos da bola, com a protecção de uns facetos que passam por gente.»
domingo, janeiro 17, 2010
OUTRO COMO EU
Roubos de igreja! Essa coisa recorrente e grotesca no relvado a fustigar sistematicamente o FC Porto com golos mal-anulados aparece habilidosamente omitida suavizada pelo regime desportivo que tão diligentemente embala o berço aquilino. Regime pródigo em suspensões preventivas e outras quimeras jurisprudenciais. Não, não sou o único em padecimentos mais que justificados pelo que vejo infligido ao FC Porto e mesmo pelas suas clamorosas insuficiências no terreno. Há muitos igualmente doridos e azedos. Eis aqui outro como eu.
quarta-feira, novembro 04, 2009
PSD: PREGUIÇA E BARONATOS
Cáustico, FJV diz tudo o que há a dizer sobre esse anedótico PSD cada vez mais moribundo e anedótico, com a sua medonha e medíocre nomenklatura opotunística. Esse PSD está bem para este PS.
terça-feira, outubro 06, 2009
REPÚBLICA DOS VORAZES
Não poderia estar mais de acordo com FJV. Nada há a assinalar nos 99 anos de imposição sanguinária da República. A treta da herança e dos valores republicanos é muito mais que exclusivamente patética! É também trágica. Nas cinzas da implantação violenta de esse Regime, vivemos agora uma realidade difusa, indecisa e incerta, onde o que avulta é a voracidade férrea dos que se apossaram dela para melhor a mirrarem de subversão justiciária e vampirismo económico. A República é uma coisa que um punhado pardo de poucas eminências, sempre impunes, controlam na sombra contra a maioria dos cidadãos e apesar deles. Afinal, não há nada mais rapace e desmesurado que esses senadores, donos ocultos da República. Nenhuma monarquia moderna se lhes compara no ónus que fazem impender sobre contribuintes e cidadãos. O que pagamos de fisco e o que toleramos em sede vergonhosa das duas justiças, a dos ricos e a dos frágeis, condensa bem o abismo republicano a que chegamos.
segunda-feira, agosto 31, 2009
quarta-feira, agosto 26, 2009
CHEQUE-OBRA EM TEMPOS OBSCENOS
A pouco e pouco, emerge a noção completa de quatro anos e meio sob esbulho fiscal e de caça aos parcos rendimentos da classe média, vitimando-a a eito sem dó nem piedade. Clarifica-se cristalinamente até que ponto ficou assim soterrada uma esmagadora maioria de portugueses sob a totalitária debulhadora psíquica e prática do Estado-PS: «Demorou a perceber, no Estado, que não basta diminuir os rendimentos de quem trabalha, embolsando impostos e perseguindo a classe média. Há, também, uma responsabilidade social da riqueza. Neste caso, contrapartidas para o país – como é o caso do ‘cheque-obra’, uma iniciativa que propõe que as empresas de obras públicas ofereçam 1% do valor das empreitadas pagas pelo Estado em obras de restauro de monumentos nacionais e património classificado. Antigamente, os ricos que tinham sido pobres ofereciam bibliotecas, escolas, chafarizes e estradas municipais. Eles sabiam que a riqueza devia pagar um tributo para justificar a vaidade e o conforto. Hoje, os ricos amealham e só contribuem para o país embalados por benefícios fiscais e promessas de contratos do governo. São outros tempos.» Francisco José Viegas, A Origem das Espécies
segunda-feira, agosto 17, 2009
O PAPÃO DA SÚCIA
É o medo irracional sentido e instilado!: «Não se percebe como pessoas inteligentes alinham na táctica do desespero e na ideia de que o caos virá se não formos para o poder. Votem PS ou virá o caos. Votem PS ou virá a barbárie a rodos, queimarão Garcia d'Orta em efígie e irão perseguir — pela rua fora, empunhando o látego da moral — os adúlteros e o sexo antes do casamento. Votem em Sócrates ou Portugal regressará a Alfarrobeira, virá a forca com os apaniguados de D. Miguel, os rios deixarão de desaguar no Atlântico e as criancinhas deixarão de saber manejar os Magalhães.» Francisco José Viegas, A Origem das Espécies
quarta-feira, agosto 12, 2009
JOÃO LOBO ANTUNES, RESCALDO DE UMA MALFEITORIA
«Agora, o que está verdadeiramente em causa é o afastamento de uma pessoa como João Lobo Antunes, com a sua obra, com o seu currículo académico e científico, com a qualidade das suas intervenções em debates sobre a matéria. Para os fascinados com a extraordinária liderança que nos serve, aqui está uma lição essencial: vejam como eles se comportam com Lobo Antunes; será assim que se comportarão convosco. Pobre do país que, tendo João Lobo Antunes disponível para o debate, o dispensa desta forma. É um país em forma de assim; e essa gente nem chega lá, a ser em forma de assim. Nem é gente. É um arremedo, uma vulgaridade de plástico. Estariam bem na União Nacional. Aliás, estão bem na União Nacional, mesquinhos, insignificantes e poderosos hoje, desconhecidos daqui a uns anos.» Francisco José Viegas, A Origem das Espécies
sexta-feira, julho 31, 2009
SEM PENSAR
«Aos €200, o PS chama-lhe compensação: «O PS vai compensar as famílias com 200 euros por cada bebé que nasça em Portugal.» Desculpem lá, mas como redacção é espantoso. Compensar? Em nome de quem?» Francisco José Viegas, A Origem das Espécies
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