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sábado, agosto 31, 2013

UEFA, ÁRBITROS, TUDO, TODOS

Para além da lógica de um jogo, o mérito, a trave, o poste, o azar, nota-se, a cada final, que Mourinho tem quase tudo contra si. Até Ronaldo, o que é prodigioso. Por outro lado, também se nota que para certos jogadores, como Ribéry, ganhar-lhe parece muito mais importante que ganhar à equipa concreta que o português oriente. Depois de um início de carreira fulgurante, assertivo, esta fase do técnico português denota qualquer coisa como o plano inclinado-descendente da ambição, início talvez da anti-ambição, com a dissolução da velha retórica-picardia enquanto método de perturbação adversária. Isto é Mourinho a ver-se apeado do seu trono para assemelhar-se aos demais cinzentos e ocasionais triunfadores. Ganhar títulos, para a UEFA, está claro, é Pura Política. Política ao serviço de quem pode e tem escala. Política é basicamente um serviço aos negócios. Mourinho sente-se perdido e só, cada vez mais só, neste admirável mundo novo onde é apenas mais um, um que começa a brilhar menos, a perder finais, jogos, embates decisivos. A sede devoradora de vitórias, a âncora das empatias de balneário, o fulgor e a capacidade de seduzir a rapaziada para a ultracompetição está morto ou apenas dormente?!

sexta-feira, abril 20, 2012

É POR ISSO QUE ADORAMOS FUTEBOL

Parece que dentro do FC Bayern, apesar do avanço na eliminatória da Liga de Campeões perante o Real Madrid, a testosterona fala mais alto e por isso mesmo o desatino também. Não é que Franck Ribéry e Arjen Robben, segundo o Sport Bild, chegaram mesmo a vias de facto?! Foram separados pelos colegas não fosse dar-se o caso de se matarem antes da segunda mão. Tudo por causa de uma divergência na marcação de um livre umas horas antes, essa coisa suprema. As grandes derrotas começam assim. Com excesso de carácter. As grandes vitórias também. É por isso que adoramos futebol.