Admiro a cidadania de Garcia Pereira, em muitos casos, é ele a pedrada no charco porque diz exactamente o que é raro e urgente dizer-se e dele não me separa sequer em nada a sua militância quixotesca no PCTP/MRPP. Na questão, porém, que separa o MEC dos professores, Garcia exagera. Na verdade, toda a gente está a voltar toda a gente contra toda a gente. Os professores consideram absurda a questão das quarenta horas e têm razão dada a especificidade do trabalho extra-aulas, extra-escola que os obriga a uma prontidão permanente, uma que leva o trabalho para casa, para o café e para o carro. O MEC não sabe o que fazer para uma racionalização soviética dos gastos no sector, coisa a que está obrigado pela gravidade da hora, da Troyka, da visão gaspariana do caminho para um regresso firme aos mercados com dispensa da Tríade representante dos credores. Basicamente, a Opinião Pública, está no meio da ponte a ver aonde param as modas.
«After he has suffered, he will see the light of life and be satisfied; by his knowledge my righteous servant will justify many, and he will bear their iniquities.Therefore I will give him a portion among the great, and he will divide the spoils with the strong, because he poured out his life unto death, and was numbered with the transgressors. For he bore the sin of many, and made intercession for the transgressors.» Isaiah 53
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quarta-feira, junho 12, 2013
quarta-feira, dezembro 26, 2012
CGD, O ANTRO
A miséria criminal das gestões políticas na CGD nos últimos quinze anos não constitui surpresa nenhuma, agora que António Nogueira Leite deixa a administração da Caixa Geral de Depósitos agastado com uma cultura laxista no Banco, onde os pactos de silêncio são quem mais ordena. Foi revelado que a gestão liderada por José Matos pactua-se com o statu quo e nada se faz perante denúncias de existência de ilícitos criminais praticados na década passada por directores em funções na instituição. Faria de Oliveira, presidente não executivo da CGD, deverá fazer muito mais e Jorge Mota deverá prestar todos os esclarecimentos acerca das nada surpreendentes propaladas ilegalidades, como a ocorrência de roubos, a falta de rigor na aquisição de material de equipamento e segurança praticados por quadros do grupo ainda em funções. Nada como entrevistar Garcia Pereira para que fale acerca da carta com quarenta e quatro páginas subscrita por si, enviada a 18 e 19 deste mês a várias entidades e que menciona, entre outras coisas, «a "ocultação" durante 15 anos de um inquérito interno com "fortes indícios" de crimes de coacção, cópias de material não patenteado e corrupção envolvendo quadros de topo do grupo estatal, documento que Garcia Pereira diz ter sido ignorado, em 2006, por Francisco Bandeira, então vice-presidente, quando aplicou castigos a trabalhadores que denunciaram as alegadas irregularidades. Garcia Pereira representa Jorge Mota e outros funcionários que denunciaram irregularidades.»
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