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segunda-feira, março 18, 2013

UM CORNO A EMPALAR CHIPRE

O rocambolesco Resgate de Chipre veio reacender paixões e um friozinho de pânico impensável ainda há poucos meses: confiscar depósitos bancários não lembrava ao careca. Sinal de desespero do capital monopolista e financeiro europeu, o qual tendo optado por submeter países como Chipre, Grécia, Portugal, a programas draconianos passíveis de saque, sobretudo através de privatizações posteriores e a garantia de algemar esses países a pagamentos e amortizações de dívida pública. Nem aí lograram maximizar compensações, pois nesta fase as privatizações fazem-se ao preço da uva mijona com outros players extra-europeus como a China ou o Brasil.

terça-feira, dezembro 06, 2011

FICAR SOB A SIMBÓLICA MIJADELA CANINA DE DANNY

E quando seria de esperar qualquer coisa de brilhante, sôfrego, avassalador, no Dragão, dragando Zenit e quem mais aparecesse pela frente, eis de regresso, como adversário, a mesma impenetrabilidade do Feirense, a mesma intransponibilidade do Olhanense, quase a ousadia da Académica. O árbitro também não esteve bem, contemporizou demasiado com a equipa milionária do Gazprom e inclinou aqui e ali o campo a favor dos russos, mas era o que faltava servir isso de desculpa. Bastou ao Zenit estudar esse FC Porto, o FC Porto desses jogos, que supúnhamos de partida para nunca mais. Mais uma noite de sofrimento horroroso para o adepto, apesar do combate dado pelos nossos jogadores, noite sem inspiração, sem confiança, e sobretudo absolutamente ninguém letal lá na frente, onde seria de esperar um mortífero golpe, um remate certeiro e violento, uma entrada de rompante, uma cabeçada cheia de veneno. O golo da salvação. Nada. Tínhamo-nos preparado para vender cara a mijadela canina do antipático Danny e morre-se na praia ou na cama que se foi fazendo. Culpas? Tudo começou com a deserção à queima-roupa de Villas-Boas. Adeptos, Direcção, toda a gente ficou de calças não mão e ainda não as vestiu.