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sexta-feira, abril 03, 2009

GEBALIS — NOVAS CENAS AVELINO

O grande problema de estas notícias, só na aparência compensatórias de uma Justiça que no geral faz rir amarelamente, é que nos arriscamos sempre a novas cenas e resultados tipo 'sr. Avelino', arriscámo-nos à fabulosa leveza de ânimo e bonomia do sr. Isaltino em todo o processo, ao supremo arquivamento entaramelado do sr. Mesquita e tantos outros casos-abortos justiciários, vergonheiras Casa Pia aparadeira-arrastadeira. É por isso que sofremos dos nervos. Porque, conhecendo bem o País-Rwanda que é Portugal, esperamos sempre o pior, sendo que o pior, em Portugal, em casos e corrupção é a absolvente impunidade, a absolvente prescrição, o absolvente arquivamento. Comer comem os outros. Os Fracos comem uma Justiça célere e dolorosa. Os Fortes jogam com ela. Em vão porém se esconderá dos nossos olhos, com este caso Gebalis, Comer e Gastar à Fartazana, que a Justiça portuguesa, largamente politizada e por isso dependente e freteira, não faz o que deve. Não faz o que deve na questão Freeport assim como a Política não faz o que deve com o Grande Amnésico Dias Loureiro, mais deprimente que a despesa pública e o endividamente galopante do Estado, graças ao Magnífico Filho de Gepeto que nos governa: «O juiz do Tribunal de Instrução Criminal de Lisboa validou hoje de manhã a acusação de peculato e de gestão danosa imputada pelos procuradores do Departamento de Investigação e Acção Penal de Lisboa a três administradores da Gebalis, empresa municipal responsável pela gestão principal a gestão social, patrimonial e financeira dos bairros municipais de Lisboa. A pronúncia dos gestores Francisco Ribeiro, Clara Rocha e Mário Peças implica o seu julgamento nas Varas Criminais de Lisboa por terem causado um prejuízo à Gebalis no montante aproximado de 200 mil euros, por uso abusivo dos cartões de crédito que eram custeados pela empresa municipal.»

segunda-feira, outubro 27, 2008

GEBALIS, O GANGUE ALMOÇANTE-JANTANTE


Com um trabalho de inventário a dar-lhe pelas barbas,
ilícitos e crimes em grossas parcelas gastronómicas,
Morgado estará muito ocupada por muito tempo a verificar o requintado bom gosto
de estes ex-administradores [Clara Costa, ex-vogal da Gebalis,
Francisco Ribeiro, ex-presidente da Gebalis, Mário Peças, ex-vogal da Gebalis]
tão pródiga e prodigiosamente almoçantes e jantantes.
Entram assim eles na Glória Rasca e no Reles Anedotário nacionais.

quinta-feira, outubro 23, 2008

ESTA FAUNA QUE NOS FODE



Gorjetas! Boas gorjetas! Como eu sofri por gorjetas,
enquanto penei naquele Pub mau pagador e esmifrado, entre a clientela rica e avara!
E agora elenca-se adiante grossas gorjas entre a lista de gastos
com dinheiros públicos, envergonhando-nos com uma vergonha
que já rareia, tão imoral. Anda a pobre gente sob um jugo cão e eis que responsabilidade,
serviço público e cidadania são assim ridicularizados
por um trio de gestores ou administradores bêbados de si mesmos da Gebalis?!
lkj
Em ano de crise aguda, quer-me parecer que outros fios equivalentes
de intolerável abuso serão puxados, expostos, e é bom que sejam.
Há uma bloga que não dorme, possa embora usar
de uma selectividade político-partidária para engrossar uma ênfase,
consoante uma muito sua agenda de interesses:
lkj
«O prejuízo causado totaliza 200 mil euros, gastos em viagens, refeições (no Gambrinus, Bica do Sapato, Porto de Santa Maria, etc.) e artigos de luxo. Sublinhar que 200 mil euros corresponde a 40% do subsídio anual atribuído pela Câmara de Lisboa à Gebalis. Um dos arguidos comprou duas canetas Mont Blanc, uma no valor de 1700 euros, outra no valor de 990. A única mulher do trio fez quinze viagens ao estrangeiro, num período de 20 meses, gastando nelas 34 mil euros (2267 euros por viagem). O senhor das canetas só fez três, nas quais gastou 6600 euros (2200 cada). O outro fez quatro, tendo gasto 1900 euros nos passeios, o que não deixa de ser um extraordinário exemplo de contenção de despesas. Da acusação consta que eram pródigos em gorjetas nos restaurantes: 25 euros era a média esportulada. Enfim, um fartar vilanagem