«After he has suffered, he will see the light of life and be satisfied; by his knowledge my righteous servant will justify many, and he will bear their iniquities.Therefore I will give him a portion among the great, and he will divide the spoils with the strong, because he poured out his life unto death, and was numbered with the transgressors. For he bore the sin of many, and made intercession for the transgressors.» Isaiah 53
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quinta-feira, março 07, 2013
quarta-feira, março 06, 2013
UM MORTO, VÁRIOS CHÁVEZ
A notícia tem sido explorada até à náusea. Horrendo o tempo que se perde na sofreguidão abutrina de cobrir uma morte anunciada. Cansaço. Pastilhas e injecções de tagarelice transbordam os painéis da SICN, [onde a grenha de Nuno Rogeiro pontifica, grisalha e descomposta e a barba adamastor de Pacheco Pereira brilha para sedução de mil ninfas], TVI24, RTPI. Foi só uma morte. Nada mais que uma morte. Para todos os efeitos, morreu um homem que foi vários, o último dos quais um devoto cristão. Nada apaga a imagem de uma Venezuela caótica, criminal, fanatizada, cuja elite política não consta passe mal.
sexta-feira, janeiro 27, 2012
FAZ SENTIDO
Os Regimes com mais garganta guardam sempre imensos dólares para os dias difíceis que vierem. Pronto, o leque de dólares já deu a volta ao mundo: agora que à Rosinés Chávez, que tem 14 anos, lhe fugiu a imaginação para a verdade, pode ir recolocar os dólares do papá no colchão de onde os tirou ou perto do cinzeiro, onde o papá os esqueceu e os usa como acendedor, ou do frigorífico, onde o papá os aprovisiona para ficarem mais sólidos e darem melhores leques, abanadores e ventoinhas. Está tanto calor! A filha mais nova do Presidente da Venezuela não tem culpa do pai hipócrita e vociferante que tem.
sábado, junho 25, 2011
sábado, outubro 23, 2010
PUS
Chávez está cá, de novo. Trata-se de formação intensiva para consolidar em Portugal o PUS, Partido Único Socratista. Único a assassinar a economia. Único a empobrecer os cidadãos. Único a viciar de dívida um Estado-Mangedoura só para socialistas em Putarias Publico-Privadas e outras engenhosas manigâncias de empobrecer a maioria e enriquecer os do costume. Chávez está aí. Assinar protocolos, parcerias e negócios para atirar depois ao lixo, especialidade sua, está na agenda de esta visita. Quanto ao PUS, desastre de Portugal, é uma secreção política de cor róseo-amarelada, ou amarelo-esverdeada, frequentemente mal-cheirosa, produzida em consequência de um processo de infecção bacteriana do Estado e constituída por leucócitos ou glóbulos brancos em processo de degeneração, plasma, bactérias, proteínas, e elementos orgânicos. PUS, terrível e terrífico, é tudo o que nos resta. Chegado ao Poder, canto de sereia que liquida, merda liquefeita repleta de estabilidade, o PUS deixou o Povo nesse estado ainda mais ajoelhado que promete durar muito.
domingo, junho 06, 2010
MERCADO NEGRO? POIS, POIS...
Chávez, especialista em "sublimar" as armas e o narcotráfico, é também prodigioso a fazer negócios "interessantíssimos" com Portugal, com prejuízos fantásticos para o peito ilustre lusitano nunca de antes averbados. Nesta fase da arte, é de suspeitar que, para aperfeiçoar processos, terá lido a edição não autorizada de O Menino de Ouro do PS. O caminho para atascar ainda mais e miseravelmente a Venezuela não deve andar longe: «O ministro venezuelano de Comércio, Richard Canán, anunciou no sábado que o Governo tomará conta, temporiamente, de seis cadeias de distribuição alimentar e de oito armazéns do sector por existir a suspeita de estarem ligados ao mercado negro.» Pois, claro... Mercado "negro".
domingo, maio 31, 2009
«ALÓ PRESIDENTE» OLÁ, AUTORITARISMO

Assente na segurança precária proporcionada pelo dinheiro do Petróleo, Chávez é, apenas por esse respaldo, um confortável tirano fazendo o que todos os tiranos fazem, talvez com o benefício da aprendizagem de outras experiências menos duradouras porque basicamente sangrentas. Prega ao Povo, por um lado. Por outro, serve uma clientela activista e apaixonada que o serve a ele. Ceva os seus e as suas famílias. A retoricazinha pedagógica interna não consegue esconder a perfídia do desrepeito pelas regras democráticas elementares, o autoritarismo paternalesco e a auto-absolutização. Neste ponto caberia perguntar, quem é o mestre de quem?! Será o Chávez que não compra Magalhães nem conclui os negócios-Lena* acordados com Portugal o mestre de Sócrates?! Ou será o Sócrates que processa jornalistas e vive da Anunciatura Repetida de Buffets Caros e do Nulo e Irrelevante o mestre de Chávez?! Dá para ver que estão bem um para o outro: «O Presidente venezuelano, Hugo Chávez, cancelou ontem uma edição da série de programas televisivos "Alô Presidente", iniciada há 10 anos.Este cancelamento abrupto de uma das edições especiais de aniversário da rúbrica verificou-se depois de uma polémica com o escritor peruano Mario Vargas Llosa, o qual dissera que a Venezuela se arrisca a ser uma nova Cuba.»
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* «O ministro das Obras Públicas, Mário Lino, assumiu hoje na Figueira da Foz que o processo relativo à construção de 50 mil casas pré-fabricadas na Venezuela tem tido uma evolução mais lenta que as expectativas iniciais."Sei que tem havido, relativamente às expectativas de rapidez na execução deste contrato que existiu inicialmente, algum retardar, alguma evolução mais lenta do processo", disse Mário Lino aos jornalistas, em declarações à margem de uma iniciativa da Ordem dos Engenheiros. O ministro das Obras Públicas frisou, no entanto, desconhecer se o contrato entre o grupo português Lena e o governo de Hugo Chávez, no valor de dois mil milhões de euros, está em risco. "Acho que não, não sei, não tenho conhecimento", frisou Mário Lino. O jornal Expresso escreve hoje, em manchete, que "Chávez suspende mega contrato com Portugal", explicando depois que um negócio "considerado o símbolo da diplomacia económica", que previa a entrega de 50 mil casas pré-fabricadas pelo Grupo português Lena ao Governo venezuelano de Hugo Chávez, nunca passou de intenção apesar da pressão de Portugal a Caracas, não existindo sequer um contrato específico assinado. "O negócio de dois mil milhões [de euros], anunciado com pompa, está em risco", escreve o Expresso, porque "Caracas procedeu a uma revisão do seu orçamento tendo em conta a baixa do preço do petróleo". Mário Lino disse hoje que existiu um "contrato feito" e que ele "tem a sua evolução normal", mas lembrou que se a alta dos preços do petróleo afectou muitos países, "hoje a baixa do custo do petróleo afecta outros, a Venezuela é um produtor de petróleo", disse. "Não sei em pormenor como é que isso está, isso é um contrato entre uma empresa privada e as autoridades da Venezuela, o que fiz foi estimular, contribuir para que esse contrato se pudesse realizar", argumentou o ministro.
JLS/RCS. Lusa/Fim»
JLS/RCS. Lusa/Fim»
sábado, fevereiro 21, 2009
ESTRANGULAMENTO DE PORTUGAL

A longa noite socialista está a começar. Por tibieza e falta de amor à liberdade, ninguém se levanta para combater o Perigo que Sócrates representa. Um perigo para a construção pluralista e multilateral do Poder enquanto partilha de responsabilidades e negociação permantente olhos nos olhos dos cidadãos, em função do interesse geral e não, como é o caso, da grande gula do Partido. Se ele se consolida e se mantém intocável, apesar de em matéria de credibilidade estar o mundo a ruir à sua volta, é porque corresponde à satisfação de todos os que sempre clamaram por alguém que faça as vezes dos nossos deveres em zelar por Verdade e Transparência, preferindo delegar na mão gulosa e insaciável do Partido Socialista e do Partido Social Democrata em conluio devorista perpétuo do nosso País e das suas hipóteses de ser um país como os outros. A frase que elenca esse desabafo é universal no universo luso: «Não vir por aí alguém que deite uma mãozinha nisto e ponha esta merda na ordem!» Eis o que não precisamos. Quando a percepção do perigo é geral, nem por isso alguém se perfila para incorporar uma saída democratizante. Ninguém faz folga de si mesmo, para gritar bem alto que a lógica de poder que o PM afiou e preparou é letal para a democracia, estrangulá-la-á para não dizer que efectivamente a tem estrangulado. Quem recorda o zelo de Rui Gomes da Silva contra Marcelo na TVI, no Governo Santana, comparado com isto, este medo pegajoso, esta merda das pequenas tiranias e tiranetes por sua vez bajulando e temendo a suprema, é uma piada e um boato. Que esta concentração de Poder e Apetite por Controlo que Sócrates representa não se passa em mais lado nenhum da nossa Europa, que a banalização do absuso, que a perseguição feroz, toda burocrática, ilegal, erróneo-legislativa, aos professores e a quem pense diverso faz-se efectivamente e é uma vergonha: opressão? Claro que existe. Aterrorizar e instilar o pânico e o terror segue tão impunemente como subtil. O poder político em Portugal é uma ofensa à cidadania e um escarro na alegria e na liberdade. A longa noite socialista está a começar. Nem é preciso imaginar que lhe darão novamente o poder. Percebe-se que assim será e será por desfastio. Não é de repente que um povo recalcitrante ao Saber e à lucidez da Ciência, dado aos fatalismos mitologizantes das figuras simultaneamente providenciais e filhas da puta, dado à preguiça de se determinar e definir, possa ousar outros caminhos: «O secretário-geral do Partido Socialista (PS), José Sócrates, convidou o Presidente da Venezuela, Hugo Chávez, para assistir ao Congresso do partido no próximo fim-de-semana, noticiou hoje o semanário “Sol”.Segundo o jornal, os socialistas justificaram o convite com o “relacionamento muito forte” que existe com a Venezuela. “Interessa-nos manter estas pontes”, disse ao “Sol” Paulo Pisco, do departamento de relações internacionais do PS, lembrando a comunidade portuguesa naquele país. Será a primeira vez que o partido faz um convite semelhante, nota o semanário.O XVI Congresso Nacional do PS será realizado nos dias 27 e 28 de Fevereiro e 1 de Março, em Espinho.» E o que é o Poder socratinesco? Um excesso, uma omnipresença, um controlo controleiro, uma mão abafatória no Poder Judiciário que anda aos papéis e que agora lá se dicidiu por lavar-se do laxismo e sacar dois coelhos da cartola que são simultaneamente dois bodes expiatórios. O poder socratinesco é uma forma mesmo de domesticar e anular os outros partidos, aliciando-os. É assim muito natural que alguém com pretensões e expectativas a ser o nosso Putin, o nosso Mugabe, tenha por Chávez uma adoração de amante. É, no fundo, a convergência entre um grande populista ditatorial marxista-cristão e um ultra-liberal de direita negro no seu populismo feirante que anuncia, mas não faz nem dá.
segunda-feira, fevereiro 16, 2009
UMA OBSCENIDADE NUNCA VEM SÓ

O que leva um povo a mudar de opinião num referendo repetido? Na Irlanda podemos compreender que gravosos acontecimentos económicos tenham diminuído a ousadia de desprezar um tratado que implica mais coesão e mais cedências de soberania porque a soberania em plataformas como a europeia partilha-se e por isso é muito natural que um novo referendo revisse e revertesse a posição anterior. O referendo do Aborto em Portugal foi diferente: consistiu num mesmo simplismo de insistência chavista, numa desonestidade intelectual vendida pelo vendedor impreparado e ignorante que nos mal-pastoreia. Esbateram-se os limites entre a legitimidade de uma mulher se realizar e autodeterminar e a parte fraca de uma vida florescendo não ser levada em conta. E agora este mau exemplo democrático em Chávez, vergonhosamente messiânico, vergonhosamente em gulas e babas por ser mais que os demais. Se se repete um referendo insatisfatório para as pretensões de autoperpetuamento no Poder, podemos deixar de pensar que todas as precauções para que um resultado desfavorável se não repita não serão tomadas, até por desmobilização dos votantes?! Não há como não lamentar e ter vergonha que em pleno século XXI a América do Sul, Portugal e outros países de quem se esperava mais, trilhem caminhos perigosos de autocracia, quando as plataformas de partilha, de informação e de saberes determinam outra lógica no exercício do Poder, sem terror por não ter Pastor, sem fatalismos de lideranças fracas ou menos circenses. Há alternativas a Chávez e a Sócrates. Fidel tem como sempre teve certamente alternativas a ele que não uma sucessão intrafamiliar que não permite plebiscito ou a loucura da divergência. Saramago não é um escritor absoluto, mas só mais um que entre todas as ternuras filantrópicas e anti-imperialismos contemporiza com Fidel e a miséria que grassa na ilha. Existem muitas outras mundividências e outros valores emergentes a cada passo e em qualquer lado. Este referendo é uma tristeza democrática e uma caricatura de democracia: «O Presidente venezuelano ganhou o referendo de domingo que lhe permitirá recandidatar-se automaticamente e sempre a partir de 2012. Assim que o resultado começou a tomar forma definitiva, uma maré humana de vermelho invadiu as ruas de Caracas e outras cidades.Contados 94,2 por cento dos votos, o “sim” soma 54,36 por cento e o não apenas 45,63. O resultado provisório foi anunciado pelo responsável da Comissão Nacional de Eleições, Tibisay Lucena. “É uma nítida vitória do povo e da revolução”, declarou Chávez. “A verdade triunfou sobre a falsidade, a dignidade da pátria ganhou aos que a negam, a constância venceu”, acrescentou, triunfal.» O povo e a revolução são bons slogans para esconder as razões petromilionárias que subjazem a mais este logro demagógico chavista. Quando José Sócrates telefornar a Chávez para felicitá-lo pela vitória obtida, e o fizer naquele horroroso castelhano técnico, que lhe pergunte o segredo ou não pergunte pois o bom discípulo supera sempre o próprio mestre. Certamente que não é por malícia que o ainda PM de Portugal abundantemente 'vilipendiado' na praça pública. Faz parte do jogo democrático que abertamente a sensibilidade da doxa censure os excessivos, os fátuos, os inautênticos, os presumidos, os insolentes, os chico-espertos, os teimosos, os autistas. Na hora em que se deixar de fazer isso, de se exercer essa censura que afinal moeu e não poupou Bush, não hora em que a seriedade se transformar num colete de forças que comprime o próprio humor, como me parece bom exemplo o modo como o poder esconso do PS arrumou para os Sábados de manhã, longe dos nossos olhos, e certamente para o oblívio a corrosividade criativa e perspicaz do Contra-Informação, estaremos sob a consumação do Medo e da subalternidade cívica. Sorvam à beira-mar a vossa passividade e indiferença numa reedição chavista de Sócrates e depois não se queixem. Chávez leva a sua cartilha avante e com o pé no estribo, monta uma nação. Cavalga e triunfa os caminhos da sem-vergonha democrática.
sexta-feira, setembro 12, 2008
«VAYANSE AL CARAJO, YANKEES DE MIERDA»

Chávez, líder insólito de um Estado cada vez mais Disney,
só faz este circo espectacular anti-Norte-América,
na conjunção presente aliás tão crítica de uma importantíssima
campanha presidencial,
só o faz, escrevia, para ser notícia, para ser agenda, para ser abertura de jornais,
e fá-lo, claro, com as costas quentes pelo desafogo do seu petróleo e perpetuação,
assim como pelo emergir recente da nova potência-relâmpago Rússia,
compensatoriamente protectora, como no passado o fora de Cuba.
lkj
Se a perda de respeito inter-Estados e o desabar do código diplomático
ocorrem assim com este espavento inusitado e fácil,
numa linguagem banal, pícara, grosseira mesmo,
para hostilizar em geral um País com uma pluralidade de tendências e perfis,
não nos admiremos que o exemplo se reproduza noutros planos,
nem que os problemas regionais se agudizem ainda mais.
Num mundo a caminho de ser, mas ainda não de todo, multipolar,
haverá que perguntar: quem quer ser amigo de um toureiro louco
inebriado com o seu petróleo e os seus padrinhos?!
terça-feira, agosto 26, 2008
O MUNDO PERIGOSO SEGUNDO SOARES

O diagnóstico de um mundo perigoso
e a derivar para sinais de abismo, mundo visto pelo Sr. Soares de
forma tópica e abrangente, hoje, no DN,
fá-lo colocar a tónica novamente no rumo dos Estados Unidos de Bush,
novamente no apagamento da Europa Ocidental,
sem liderança forte que lhe valha,
e naturalmente na célebre desregulação da globalização
pelo desnorte neoliberal.
lkj
O que mais me assusta, mas não me espanta,
é a recorrente ingenuidade ou malícia com que o Dr. Mário Soares
se refere ao processo, segundo ele, esperançoso que vê decorrer na Ibero-América:
«Com efeito, a ilusão hegemónica do unilateralismo americano
está a desfazer-se inexoravelmente. Potência militar, ainda sem paralelo,
a América do Norte, no plano financeiro, económico e geostratégico,
está perante o regresso do multilateralismo em força,
com a autonomia crescente dos chamados países emergentes
e de diversas regiões, ricas em energia, minerais ou produtos alimentares,
que estão a criar um novo dinamismo económico.
kh
Relativamente à Ibero-América, por exemplo,
está a viver uma revolução democrática, pacífica e anti-imperialista inédita.
Ora, a menos que haja uma mudança rápida das políticas e comportamentos,
a América do Norte entrará em irremediável decadência.
E, ao mesmo tempo, assiste-se na União Europeia,
a uma inexplicável paralisia e falta de liderança...».
lkj
Eu supunha que a revolução democrática, pacífica e anti-imperialista
que Mário Soares descreve e elogia era um triste regresso ao populismo enganoso,
ao messianismo de esquerda, à usurpação de estilo norte-coreano
da democracia para instaurar simplesmente um poder dinástico e nepótico. Mais um.
Mas que espera Mário Soares de Chávez, afinal?!
Com que frémitos pueris deseja ele ser enganado ou fazer-se de enganado?!
quarta-feira, agosto 20, 2008
SEMÂNTICA DO ECONOMÊS

A amizade é uma coisa muito bonita, mas vez por outra
é pródiga em facadas deliberadamente inocentes
como notoriamente parece ser esta, num momento em que a semântica do poder
gere por cá com pinças o vocabulário mais correcto
para não alarmar a confiança dos investidores
e a paz de espírito do cidadão.
Lenta e paralizadora, assim actua a cicuta quando ingerida.
lkj
Obviamente, Chávez falava para consumo interno, o homem é um pregador!,
mas uma vez que a nossa economia está cada vez mais umbilicada
aos negócios em espécie com a Venezuela, que é um dos poucos países
que procede a trocas em espécie, vacas por máquinas, petróleo por vacas e alfaias,
já com outros países da região, e por aí adiante, está bem de ver-se
que em troca de sorrisos e palmadinhas nas costas, no Memorando de Entendimento
(petróleo por conservas, petróleo por Magalhães, petróleo por Martifer),
Sócrates acaba de receber de Chávez indesejáveis inconfidências
que o entalam ainda mais na fama que por cá aufere,
enquanto fiabilíssimo e honestíssimo
governante de um País europeu:
Portugal e a sua economia estagnaram.
Estupidamente, é a Economia!
jkh
«O indicador de clima económico, já disponível para Julho, e o indicador de actividade económica disponível para Junho "agravaram-se significativamente", indica hoje o Instituto Nacional de Estatística (INE).Os números divulgados hoje pelo gabinete de estatística avançam que o indicador de clima económico disponível para Julho registou uma quebra para 0,4 pontos, contra os 0,7 pontos referentes ao mês anterior.
lkj
No que respeita à actividade económica em Junho, esta decresceu para 0,7 pontos, quando em Maio tinha registado 1,4 pontos. De acordo com a síntese económica de conjuntura divulgada hoje pelo INE, relativamente ao segundo trimestre, a procura externa "terá apresentado um contributo menos negativo" para o crescimento económico, devido ao menor ritmo de crescimento das importações face às exportações. Mas em contrapartida, deu-se um abrandamento da procura interna, "em resultado da forte desaceleração do consumo privado".
lkj
No comércio internacional, em termos nominais, o fluxo de importações desceu de 12,3 por cento para 0,9 por cento, enquanto que no lado das exportações, estas tiveram uma diminuição de 4,8 por cento para 3,4 por cento. Quanto à procura interna, a desaceleração do consumo privado, no segundo trimestre, terá ocorrido devido à "deterioração observada quer no consumo corrente, quer no duradouro, mas principalmente no segundo". Já o crescimento homólogo do PIB, durante o mesmo período, foi de 0,9 por cento, o mesmo do trimestre anterior.». [Público]
segunda-feira, agosto 18, 2008
CHÁVEZ E A PSICOTERAPIA

Há quem pense que não devemos levar a sério certos palhaços bonacheirões.
Errado. É preciso levar a sério esta gente repentista e imprevisível.
Tudo bem que Portugal e o governo português
venham bajulando este refinado símbolo da demagogia se com isso
alguma coisa de bom se aporte à nossa tradicional dependência económica de tudo e e todos,
mas estas nacionalizações anunciadas não auguram nada de bom: primeiro o cimento,
a mexicana Cemex, a francesa Lafarge e a suíça Holcim.
É o estigma concentracionário! É a facilitação maior a quaisquer monetario-lavagens.
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