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segunda-feira, março 11, 2013

JANEIRO, CHÁVEZ JAZIA E ARREFECIA EM HAVANA

Terá sido em Janeiro que Chávez expirou, mas o processo de mitificação exige tempo de maturação. A utilização do morto para efeitos de Regime e de política melodramatóide seria uma mina que conviria acalentar. Curioso como estes Regimes abominam a verdade: «Outro facto que a inteligência dos Estados Unidos já deixou bem evidente nos meios diplomáticos. Chávez morreu, provavelmente, no começo de janeiro. O prolongamento mentiroso de sua vida foi apenas uma armação para permitir a inconstitucional posse de Nicolas Maduro, através da geração de um dramalhão popular em torno da torcida pela “salvação” e cura do bem amado mito Chávez. O problema para o regime venezuelano é que o atraso na revelação da verdade contribuiu para que as mentiras aflorassem...» Alerta Total

sexta-feira, março 08, 2013

LAPIDAR

«Ninguém tem razão perante um morto. O chamado "chavismo" não terá passado de um justicialismo nutrido pela pobreza de milhões postos à margem num país que ainda é um dos maiores produtores de petróleo do mundo. Para a sua ascensão e êxito terá certamente concorrido o estreito egoísmo da burguesia venezuelana, que queria viver em abundância cercada de miséria, bairros de lata e peões sem quaisquer direitos de cidadania. Não há melhores aliados das revoluções que esses "fazedores de comunistas" derrancados nas cartilhas hipócritas do business first, da livre iniciativa sem coração, na liberdade de alguns sobre a dignidade de todos.» Combustões