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quarta-feira, março 13, 2013

CENAS DO TIPO Ó-TIO, Ó-TIO E POR ENQUANTO

«O BPP e o BCP partillharam uma offshore que tinha como accionista o tio de José Sócrates, diz a RTP. As investigações às offshores do Banco Privado Português levaram à descoberta de uma sociedade a Burgundy Consultants, partilhada pelo BCP, com ligações ao tio de José Sócrates. Uma investigação do programa da RTP, "Sexta às 9", desmontou uma offshore partilhada pelos dois bancos e com ramificações a um tio de José Sócrates. As investigações da CMVM e Ministério Público à gestão do BPP demonstraram que João Rendeiro tinha um projecto de poder, que consistia em garantir uma participação de destaque no maior banco privado português. A Burgundy Consultants, sediada na britânica Ilha Man, "traduzia uma relação financeira perigosa entre o BPP e o BCP", refere a RTP. A sociedade é accionista de pelo menos duas offshores no BPP Cayman e de pelo menos uma do BCP Cayman. Um dos proprietários da Burgundy é Celestino Júlio Coelho Monteiro, tio de José Sócrates. João Rendeiro está envolvido em pelo menos sete inquéritos crime e em dois processos de contra-ordenação lançados pela CMVM e pelo Banco de Portugal. Para já o Ministério Público só deduziu uma acusação contra João Rendeiro, Salvador Fezas Vital e Paulo Guichard, ex-administradores do Banco Privado, pela prática do crime de burla qualificada, em co-autoria. Em causa está uma operação de aumento de capital de uma sociedade de veículo criada pelo BPP, a Privado Financeiras, para adquirir as acções do BCP mobilizadas no quadro da luta pelo poder pelo controlo do banco fundado por Jardim Gonçalves. Uma nota emitida pela Procuradoria-Geral Distrital de Lisboa refere que a investigação, iniciada em Fevereiro de 2010, ficou concluída três anos depois de o inquérito ter sido aberto".» Económico

quarta-feira, julho 08, 2009

RENDEIRO E A ABJECTA ESTIVA

Não é possível somente tecer condenação liminar e nótulas de abjecção pelo comportamento dos estivadores, censurar-lhes os modos exagerados e descompostos na rua e depois não ser capaz de uma análise equivalente ao mau comportamento humano e cívico de banqueiros e políticos, dentro e fora dos seus gabinetes, ao longo de anos e anos de silêncio e conivência supervisionista. Por que motivo as supostas injúrias dos estivadores a Sócrates são prontamente assinaladas e eventualmente medidas de coacção são tomadas pelas polícias e nada se passa com mais que putativos criminosos engravatados que enganaram centenas de pessoas, nelas semeando ruína, engano, desatino?! O esforçado ex-broker e refinado especulador Rendeiro, grande aluno do cornossimbólico Manuel Pinho, ex-Estivador recente da Política-Espectáculo, exemplifica claramente o comportamento grunho de uma outra velha espécie de Estiva. A Estiva Financeira, desbragada, aventureira, descomposta, imoral. Se é para exigir ordem, respeito e bom comportamento em manifestações de rua, então coloquem em ordem e na mesma ordem a outra gente ordinária com impacto superior nas vidas de todos [aparentemente incapaz de injúrias como «Sócrates, escuta, és um filho da puta...», de lançar petardos, e no entanto com um impacto criminosamente devastador sobre tantas e tantas vidas] que uns míseros duzentos estivadores ostentando a sua velha e tradicional virilidade em contraste com a delicadeza-passerelle do delicado lisboeta. Nota: aqueles homens parece que ouvem e cantam Xutos. As forças obscuras socratinescas parece que proibiram Xutos nas Rádios. Isto não pode ser "Diz o roto ao nu: por que não te vestes tu?!": «João Rendeiro, ex-presidente do Banco Privado Português (BPP), vai ser ouvido amanhã no Departamento de Investigação e Acção Penal (DIAP) de Lisboa, no quadro das investigações lideradas pela procuradora Maria José Morgado.»; «afinal...foi cancelada.»

terça-feira, julho 07, 2009

BERARDO, RENDEIRO, SUPERVISÃO

Até quando o Sistema Secreto que tem a 'democracia' portuguesa by it's balls salvará as costas da "supervisão" absolutamente sanfoneira e desastrosa do sr. Governador?! Escandaloso! «Apesar das trágicas consequências da inacção dos responsáveis pelos bens dos portugueses, como mais vale tarde que nunca, ainda agora é bem oportuno perguntar de onde vieram essas "ofertas fabulosas de branqueamento de capitais" que Rendeiro refere no seu livro. Novamente aqui, a falta de prudência dos reguladores em Portugal é ultrajante. Como é que um banqueiro faz uma afirmação destas e ninguém lhe pede explicações? É por isso que, sem que os fiscais mostrassem qualquer interesse "prudencial" nesta década desde a denúncia de Berardo, de imprudência em imprudência, o Banco Privado foi captando poupanças de ricos, pobres e remediados num sorvedouro agora aparente nas manifestações das vítimas destituídas frente às sedes do BPP. Houve indícios claríssimos e as autoridades ignoraram-nos. Na semana em que João Rendeiro vai ser formalmente constituído arguido, Berardo faz o mesmo alerta que fez há 10 anos. Vamos ver se desta vez é ouvido, ou se as irresistíveis maluquices do Professor Manuel Pinho nos vão continuar a absorver totalmente. É curioso! Manuel Pinho foi professor de Rendeiro na faculdade.» Mário Crespo, JN

sábado, junho 06, 2009

BPP E JOÃO RENDEIRO'S BAD SHIT

Para todos os efeitos, enquanto as polícias e o MP actuarem como lhes compete mas Rendeiro continuar solto e intocável; por muito que o caso BPP configure um caso em tudo similar ao do BPN, mas nada acontecer e rapidamente, estaremos perante o efeito síndrome Casa Pia, isto é, escândalo nos jornais e inconsequência nos tribunais. Entretanto, os nomes de José Rendeiro, Paulo (es)Guichard e Salvador Fezas Vital tresandam não apenas para aqueles pobres burlados à porta da sede lisboeta da instituição bancária, mas para o português informado e ainda escandalizável (que não se sabe se ainda existe e se compreende o poder do Voto para limpar a ambiência corrupta na atmosfera político-financeira nacional): «As diligências das autoridades tiveram como alvos a sede da instituição, em Lisboa, e o gabinete de um advogado da sociedade de advocacia PLMJ, de que é sócio o presidente da mesa da assembleia geral do BPP, José Miguel Júdice, também advogado do banco. A acção policial levou ao "arresto preventivo" de contas envolvendo uma quantia de cerca de 12 milhões de euros. Em causa estão suspeitas de práticas de branqueamento de capitais, de fraude fiscal qualificada, de abuso de confiança e de falsificação de contabilidade, por parte de três antigos administradores do BPP: João Rendeiro (fundador e ex-presidente), Paulo Guichard, ex-presidente executivo, e Salvador Fezas Vital, ex-CFO (gestor com o pelouro financeiro). As averiguações estão a cargo da nona secção do DIAP e as diligências de ontem resultaram da cooperação entre os procuradores e peritos da CMVM, que localizaram empresas sediadas em paraísos fiscais.»

quarta-feira, março 25, 2009

BPP, MISTÉRIO TRINITÁRIO DO DINHEIRO


Há coisas espantosas que só se descobrem após muito investigar e outro tanto perguntar. No caso BPP, sabe-se agora que o negócio assentava num tripé-trindade de detentores de capital: «Apesar de João Rendeiro ser a única cara visível da sociedade Joma, a maior accionista da Privado Holding (PH) que por sua vez detém a totalidade do Banco Privado Português (BPP), o fundador do Banco Privado Português (BPP) tem dois parceiros nesta sociedade que é representada por si em todas as assembleia-gerais da PH. São eles Mário Sampaio e a 'offshore' Porfine, onde terão investido cerca de 13 milhões de euros. [...] A parceria celebrada na Joma entre Rendeiro, que mantém o controlo, Sampaio e a Porfine já existe há vários anos. Apesar desta situação, tem sido Rendeiro que representa sempre a sociedade nas assembleias gerais da PH, assumindo-se publicamente como o único accionista da Joma. A Joma domina 12,5 por cento da PH, que, por sua vez, controla 100 por cento do BPP. O capital social do BPP é de 125 milhões de euros, enquanto o da PH é de 150 milhões de euros.»