Deve haver mil e um Joaquim Pais Jorge mediante os quais os Governos Sócrates ultra-swapizaram as contas do Estado Português, das empresas públicas a outros itens. Antes, muito antes, de Joaquim Pais Jorge ter sido atirado para a ventoinha do Governo Passos Coelho II, fora de extrema utilidade à governação Sócrates ao ter negociado, pela Estradas de Portugal, penduricalho socratista [É preciso que se faça obra, obra, obra!], uma série de contratos de concessão. Foi durante o Governo de Sócrates que, após 19 anos no Citibank, Joaquim se firma no sector público, precisamente na Estradas de Portugal, com responsabilidade do departamento económico e financeiro da direcção de concessões; membro das comissões de negociação dos contratos das concessões Interior Norte, Beira Interior, Algarve, Norte Litoral, Douro Litoral e Litoral Centro, em matérias hoje atravessadas na nossa garganta como o conto do vigário por excelência na mobilidade e na gratuidade. Depois de ter sido de extrema utilidade às governação despesistas e ultra-swapistas, ultra-pppistas do Engenheiro Sócrates, com a Ministra Albuquerque e o dedo que colocou na ferida ultra-swaposa dos Governos Socratistas, chegara a altura de transformar a utilidade passada de Joaquim Pais Jorge em utilidade presente, usando a sua atividade no Citibank como arma de arremesso para reduzir a cacos a tentativa em decurso de resolver os problemas que a magnifica governação socratesca criou ao País. Brilhante. Maquiavélico. Isto só poderia ser engendrado pela Máquina de Conspirar e Rasteirar chamada Spin Socratista. Eles têm os currículos. Eles têm os papéis. Eles têm a informação. Plantam-na. Fabricam-na. Criam factóides ardilosos. Algum pacto devem ter com a SIC para que surja como mera extensão e amplificador de um tipo de conteúdos manhoso. Tudo para que a grande manobra de diversão, para longe do cerne criminoso e ruinoso daqueles anos onde tudo foi possível, funcione. E vai funcionando até se tornar demasiado óbvio o que é que se anda a esconder desesperadamente de tão grave nos consulados compreendidos nos anos 2005-2011. Deve ser escabroso. Em vez de assaltar um Banco, que tal assaltar um Estado?! Em cada swap, quantas comissões de negócio?! Em cada PPP, quantos prémios e comissões a agasalhar os subscritores?!
«After he has suffered, he will see the light of life and be satisfied; by his knowledge my righteous servant will justify many, and he will bear their iniquities.Therefore I will give him a portion among the great, and he will divide the spoils with the strong, because he poured out his life unto death, and was numbered with the transgressors. For he bore the sin of many, and made intercession for the transgressors.» Isaiah 53
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quinta-feira, agosto 08, 2013
quarta-feira, agosto 07, 2013
À PROCURA DA CLOACA PERDIDA
Considero um alívio a auto-evacuação de Joaquim Pais Jorge do Governo Passos II [um começo brilhante!], para mim a melhor notícia desde a prestação calamitosa no célebre briefing do secretário de Estado Lomba, adjunto do adjunto Maduro. Ainda que vítima da baixeza do Spin Socratista, Joaquim disse nada ter a ver com os swap do Citigroup, sendo ao tempo, em 2005, um seu alto quadro em Portugal. Ainda que vítima da baixeza do Spin Socratista, Joaquim disse que não tinha responsabilidades diretas na venda de produtos derivados mascaradores da dívida nacional, de dívidas nacionais em geral. Esquisito e talvez fácil de desmentir, ainda que vítima da baixeza do Spin Socratista. Joaquim disse mais: que não se recordava de ter participado nas reuniões de promoção e venda desse artigo em reuniões com assessores em São Bento, quando São Bento era habitado pelo prodígio de carácter, visão e boa governança, Sócrates. Joaquim Pais Jorge nem sequer deveria ter sido convidado para este cargo, mas com a estratégia não recriminatória do socratismo com que Passos se atirou à governação, era de esperar que até um espirro mal dado servisse à Máquina de Spin Socratista no sentido de descredibilizar e somar fragilizações ao Governo, mesmo a esta segunda versão supostamente robusta.
Mas pronto, ainda que vítima da baixeza do Spin Socratista, Joaquim acaba de se auto-excretar. Ponto final. O resto, o resto das inconsistências problemáticas deste Joaquim já todos sabemos. Mas sabemos sobretudo o papel cínico da verdade nisto tudo e de quem a fornece. Ora o fornecimento da verdade pode ser um negócio, um negócio cínico, repito, um negócio sujo e de puro entretenimento, quando envolve Ex-Membros-dos-Governos-Anteriores contra um Governo em Funções amplamente combatido, apertado pela Troyka e sob um escrutínio público inaudito. O papel dos primeiros, os Ex-Membros-dos-Governos-Anteriores, já todos o sabem por mais que o não queiram saber, com todas as boas intenções infernais, foi delapidar Portugal ao longo de anos, culminando nisto que se prepara e é trágico, os cortes nas pensões e reformas.
O enfoque mediático e cívico deveria estar todo nisto. O enfoque cívico está nas praias. E o mediático está, pelo contrário, a incidir nas mentiras de figuras menores, nos currículos merdosos de secretários de Estado como o deste saltador com vara, Joaquim, uma vítima da falta de blindagem e contra-spin. O enfoque deveria estar na criminalização dos que autorizaram PPP pelas décadas, PPP ruinosas para o Estado Português e para os contribuintes. Quem as autorizou fundamentalmente? Os Governos Sócrates. O enfoque deveria estar em quem estimulou e caucionou mais de duas centenas de swap, coisa igualmente impensável, temerária e pesada para contribuintes e Estado. Quem as estimulou, autorizou e assinou [não interessa agora a mão concreta de Carlos Costa Swapinante]? Os Governos Sócrates. O enfoque deveria estar em quem controlava o IGCP nas vascas do Pedido de Resgate do Estado Português e no putativo lucro de alguns amigalhaços com as taxas de juro obscenamente brutais que então pontificavam; o enfoque deveria estar colocado no verdadeiro motivo por que esse pedido de resgate foi retardado. Quem controlava o IGCP em 2011? O Caimão.
Entre colocar o enfoque nesta grosseria monstruosa feita aos Portugueses, paga pelos Portugueses, altamente Tóxica, fonte de Dívida, Emaranhado de Tretas, garante de Empobrecimento Colectivo, da necessidade de um Cumprimento Doloroso, ou colocar o enfoque nos currículos inconsistentes e problemáticos que Passos Coelho contrata ingenuamente para o seu Governo, os media, entidades bem mandadas e que trabalham com certas cenouras secretas e silenciosas à frente, colocam o enfoque na ponta do icebergue, um secretário de Estado por ventura mal-amanhado, porventura de trajecto comprometedor, que nem sequer sabe mentir, arredondar a verdade, como Sócrates, que era perfeito nisso, ou como a sua prole que o tornaram perfeito a ele e ainda aí estão, no trabalho de sapa de mentir com a verdade. Só num País em forma de cu tal acontece.
sábado, agosto 03, 2013
SWAPÍSSIMO PINA

Uma certeza, na questão pestilenta dos pestíferos contratos swap, é que os nomes governativos que são postos a arder pela aflição swapista socratista-socialista suscitarão outros nomes de ex-incumbentes socialistas-socratistas e sobretudo a luminosa evidência de que não será na medida em que se denigre o adversário, o actual incumbente, o opositor político, no falso lado de lá da trincheira única dos interesses e da avidez do dinheiro, que se escapará aos factos sobre a autoria e assinatura desses contratos. Nem mesmo perante a grossa omissão subjacente às campanhas e cavalgadas parciais contra Albuquerque que se têm testemunhado.
Só não percebo é por que motivo o Expresso não faz desta notícia a manchete que merece. Vai alta a pira por demissões. A pira das responsabilizações objectivas de quem assinou nem sequer se acende. Porquê? Porque os media são venais, selectivos, desonestos, basta meia-hora de alinhamento informativo da SICN para percebê-lo, com a excepção honrosa e honrada de José Gomes Ferreira. Porque não há Justiça que acorra a tanta obscenidade corrupta passada e porque a consciência cívica está de férias em Portugal umas vezes 365 outras 366 dias por ano.
quinta-feira, agosto 01, 2013
RETROACTIVIDADE E CASTIGO SÓ PARA ALGUNS
A irrespirabilidade do momento político português faz-se não só dos custos dos swap socratistas, mas do fedor exalado pelos swap de carácter. Primeiro, a informação de que o actual secretário de Estado do Tesouro, Joaquim Pais Jorge, em 2005, enquanto responsável do Citigroup, tentou vender ao Governo de José Sócrates contratos swap que permitiriam fazer descer o rácio da dívida pública sobre o PIB, colocando os valores fora do balanço, sem que fossem contabilizados pelo Eurostat. Depois o BE e o PCP a pedir, como é costume, demissões. Deve esse Joaquim sair pelo acto vendedor falhado de 2005? Se calhar até deve. Nada mais negro que vender, tentar vender e comprar swap, percebe-se agora. Mas então, caso Joaquim Pais Jorge saia por ter tentado vender swap sem ter conseguido, por que não conduzir Sócrates ao banco dos réus por ter caucionado e promovido contratos desse teor para fazer exactamente o mesmo tipo de habilidade nas empresas públicas?! Não sei por que motivo andam os blogues canhestros do socratismo a tirar sarro e a rir-se à conta desta matéria, quando, de um lado, temos um secretário de Estado em exercício que tentou vender swap a um Primeiro-Ministro em nome do Citigroup, e não conseguiu; do outro temos a malta aflita do socratismo que fez ou mandou fazer, caucionou, promoveu, se responsabilizou, por mais de duzentos swap, quantos deles exóticos. Fez mesmo. Conseguiu mesmo. Parabéns! Portanto, se uns têm de se demitir, que os outros respondam em tribunal.
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