Cada vez que vejo Quintero em acção, penso em Deco, no melhor Deco que já vi e acho que só o vi no meu FC Porto, o Deco que se aprimorou e acrisolou no e pelo sofrimento, na dura e adequada domesticação do temperamento, domação do génio só possíveis naquela casa, onde a componente afectiva consolida e motiva máximo rendimento na parte profissional. Depois de se ver um Quintero com uma esquiva transcendente, à Maradona, a uma rasteira sadina e logo um remate repentista, impensável, para golo, depois de se ver um jovem jogador a mudar as agulhas de todo um jogo emperrado, não percebo ao que vem um José Mota, amargo e ressentido. Para quê falar de si, do treinador adversário e de um Capela de baixo rendimento?! E o futebol?! Quem é que quer saber da falta de brilho de um Capela, da longa e sofredora carreira de um José Mota, das queixas pela irreverência de um jovem profissional como Paulo Fonseca, quem é que quer saber de tudo isso, perante o perfume de puro futebol exalado por um Quintero?!
«After he has suffered, he will see the light of life and be satisfied; by his knowledge my righteous servant will justify many, and he will bear their iniquities.Therefore I will give him a portion among the great, and he will divide the spoils with the strong, because he poured out his life unto death, and was numbered with the transgressors. For he bore the sin of many, and made intercession for the transgressors.» Isaiah 53
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segunda-feira, agosto 19, 2013
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