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quarta-feira, novembro 06, 2013

LUÍS AMADO CONTRA O RANÇO DO RATO

Enquanto uma catrefada de comentadores e bojardadores politiqueiros bojarda todos os dias supostamente à Esquerda, com brios de Esquerda, e sobretudo a partir da trincheira enlameada do PS, temos excepcionalmente um socialista, um português, um homem, que, por sistema e em tudo o que vai dizendo, ousa ir ao arrepio desse dictat hoje extremista, radicalista, hiperbolicista, da dita Esquerdice Furiosa, Mal-Humorada e Sempre-de-Mal-com-a-Vida. Luís Amado

Não, não tem apelado a que se partam as montras, se atirem pedras às polícias e se apupem governantes, em plena procela Não-Há-Dinheiro; e não, não tem instigado semanalmente grandes insultos e gigantescos destratos a governantes, no olho do furacão Intervenção Externa. Apesar de socialista, consegue a extraordinária proeza de ser sobretudo português e pensar como um estadista e não como um vulgar arruaceiro no fim da vida. E não, também não se pronunciou desdenhosamente acerca do Guião da Reforma do Estado apresentado por Portas, tal como o fizeram quase todos os proprietários da opinião. Pedantescamente, Pacheco Pereira satirizou-o. Manifesto-anti-dantaseou-o Pedro Bacelar de Vasconcelos, apoucando-o. E outros outro tanto. Ao ousar valorizar o tal Guião, só Luís Amado é que é o scolari-burro?! A propósito do documento, diz o ex-ministro dos Negócios Estrangeiros que é uma base de trabalho que o Governo propõe porque se tinha comprometido a isso. Diz ainda que nenhum actor se deve refugiar da necessidade de encarar os problemas do País. Diz também que o guião reflecte alguns desses problemas com seriedade. Diz que o País vai necessitar mais cedo ou mais tarde de um amplo consenso que ajude a resolver os seus problemas

Enquanto isso, chantageado internamente pelo ranço mono e corrupto da velhice em forma de perpétua sinecura-soares-alegres-almeidas, o PS recusa discutir as propostas do Executivo sobre a reforma do Estado, recusa adressar as grandes questões de Regime, da economia, do sistema financeiro, das grandes áreas sociais. Mas para que servirá a puta de uma força política se não for para resolver problemas aqui e agora e colocar-se sem amuos do lado das soluções?! Amado diz-se favorável a um amplo consenso para que as políticas não estejam a mudar frequentemente, para que se gere perante o exterior estabilidade, convergência na acção política, de forma a garantir que o País possa ser credível e percebido pelos nossos credores como um país fiável, o que pressupõe um entendimento mais amplo das forças democráticas. Também acho. Corrupção, em Portugal, é inventar e mudar tudo outra vez a cada legislatura. Mas acho que ao ousar um raciocínio tão sem politiquice e sem veneno, Amado só pode estar deslocado dos ventrudos do PS ou ter a ilusão de que um sentido patriótico e construtivo finalmente se acenderá naquelas cabeças conspirativas. 

Sendo socialista, para pensar tão fora da caixa rota do grande ranço do Rato, tão longe do veneno dissoluto dos valupis e seu mito mitómano morto-vivo, o oco parisiense, para pensar Portugal tão além da sanha da velhice senatorial ultradanosa soares-almeida-alegre, Luís Amado só pode andar a engolir doses cavalares de alhos anti-praga-Nosferatu-PS, para não se deixar contaminar daquela nulidade rasca, covarde e decadente, excluindo António Costa, que me parece cada vez mais decente, e excluindo mesmo António José Seguro, uma vítima, muito maltratado internamente e levado a dizer e a fazer o que não quer. 

Mostrando o seu grande deslocamento do PS tradicional, Amado diz ainda que uma nova abordagem de tais questões de Regime pode depender das condições que têm de ser criadas e que são responsabilidade de todos os actores, dos partidos, das principais figuras institucionais da sociedade portuguesa: pelos estudos de opinião, a grande maioria dos portugueses percebe que o desentendimento entre os principais partidos relativamente às grandes questões de fundo que afectam o País os prejudica a todos. É incrível, sem dramatizar nada de nada da castigadora Governação, Amado ousa ainda dizer que há um caminho que está a ser feito e que vai continuar a ser feito; diz que haverá um momento em que as circunstâncias nos impelirão a um amplo consenso que possa ajudar a resolver os problemas do País. Mas não andam outros a falar em demissões? A aludir a assassinatos políticos? O que é que Amado anda a tomar?

Definitivamente Amado é um optimista, um construtivo, uma maça sã no meio do grande cesto delas podres das últimas duas legislaturas. Sereno, avesso à politicagem baixa de alguns correligionários de Partido, nem parece socialista nem percebo como se sente bem abrangido por tal sigla e por tal símbolo.

sexta-feira, abril 05, 2013

LUÍS AMADO E A JANGADA DE PASSOS

CChamo a atenção para o que tem sido a palavra convergente [com o Governo] de Luís Amado [o dissidente-herói em lume brando do anterior Governo Despesista ManiCómico]. Está num Banco, dirige um Banco, tem mais é que falar. Falar é importantíssimo, especialmente para um banqueiro que varie o tom e o modo dos ulrichs e dos outros.

domingo, novembro 04, 2012

OS SOCRATISTAS NO SEU MERDO-LABIRINTO

O que reproduzo a seguir é somente um comentário certeiro e acutilante a mais um post-monturo no raro sítio abjecto onde se defende quem roubou o Povo Português, quem enganou o Povo Português e depois se exilou com os milhões comissionados do saque. Só não comento nesse local infecto porque o autor me barrou as desconstruções, sátiras, paródias e anti-texto. É uma pena que eu não possa sovar essa gente abaixo de reles in loco suo:
Pedantes da República.

segunda-feira, fevereiro 27, 2012

AMADO ALADO E BANIFICADO

«Politicamente, Amado conhece por dentro o regime de bancarrotocracia com escala europeia. Isto para não falar na utilidade do seu alinhamento com todos os imperialismos, com todas as invasões, com todos os voos.»  João Rodrigues

quarta-feira, junho 15, 2011

FOME DE DECÊNCIA

1. Não é nada chocante ser o diplomata Francisco Ribeiro de Menezes o escolhido pelo primeiro-ministro indigitado, Pedro Passos Coelho, para seu chefe de gabinete. A ligação do primeiro ao ministro Amado só abona a favor do diplomata. Luís Amado não foi, afinal, dos piores. A dado passo foi quase corajoso. Parecia ir romper, mas foi incapaz de o fazer cerce com a hidra socratista. Não teve aquela energia de ruptura e denúncia de que só muito poucos se mostram capazes, custe o que custar e não era pouco: só a bancarrota. 2. Se é verdade que nada obstará à tomada de posse do próximo Governo, nem o tesão murcho de José Lello com a impugnação dos votos do Rio, porque até Assis tem-se mostrado decente e razoável, o ques eria mesmo bom era que Pedro Passos Coelho e Paulo Portas abreviassem conversa ao assinar amanhã o acordo político e as bases programáticas na cerimónia prevista para um hotel em Lisboa. Há uma linguagem que aguardamos ardentemente: a da decência desde a primeira hora. 3. Se, para a pasta das Finanças, está previsto um cérebro independente, sem filiação partidária, seria luminoso que Santana Castilho viesse fazer na Educação o contrário do que tem denunciado e autopsiado com palavra afiada, profética e certeira. Terão o PSD e o CDS coragem para tanto?

sexta-feira, abril 22, 2011

O MAU MARTÍRIO DE TEIXEIRA E AMADO

O que pensar de Teixeira dos Santos? O pior possível como vice-ministro das finanças submisso aos maus fígados do Primadonna, supremo manipulador e fraude ambulante. Terá Teixeira sido moralmente sequestrado? Padeceu porventura da síndrome de Estocolmo? O certo é que esses servidores dos socialistas, Teixeira e Amado, são mártires às mãos de Sócrates, coitados. O verdadeiro mau ministro das Finanças sempre foi Sócrates, também o verdadeiro mau ministro da Educação. Afinal, o pobre homem Teixeira, tão leal e tão denodado na língua de pau da treta retardatária da ajuda, não foi sequer convidado para as listas para a deputação como prémio e sinecura suprema. Porquê? Porque forçou a ajuda externa. O Grande Mártir e Agente da Bancarrota made by Partido Socialista nem sequer aparece. Deixou um comunicado a denunciar o não convite. Tem de se concordar com o que escreve o DN: «Ele, ministro do Estado. Ele, que fora o grande trunfo eleitoral de 2009, o rosto da credibilidade financeira que Sócrates contrapunha a Manuela Ferreira Leite, um dos dois únicos ministros (o outro foi Vieira da Silva) com direito a bisar a presença num comício. Agora, quase dois anos e uma bancarrota depois, as "coisas começam e acabam", justificou Vieira da Silva, responsável pela elaboração das listas dos deputados. Em plena negociação com a "troyka" internacional, o Governo vive uma situação caricata: o primeiro-ministro e o ministro das Finanças estão de costas voltadas.» Outro tanto sucede com Amado. Ambos são mártires, vítimas do socialismo-socratismo, mas são maus mártires. Se fossem bons, rebentavam desde logo com a suprema vaidade do Primadonna pelos seus extensos malefícios e espessas mentiras ao sacrificar o País, sob juros assassinos, aos desígnios de Poder mantido a todo o transe. Maldito.

domingo, novembro 21, 2010

DO MESMO VENENO DUAS VEZES

Amado, por aquilo que ousou denunciar urgente um governo forte e alargado  e em risco  o Euro  e pelo que evidenciou capitular na governação socratinesca, é já um alvo a abater pelo spin de assessores/gestores "políticos" das Palavras, Imagens e Aparências socratescas, Clara Ferreira Alves do Eixo Maligno incluída, já que o desancou como se o herege tivesse blasfemado contra a Pátria, ousando desvelar ao mundo a já universalmente consabida nudez do rei. Por sua vez, Santana, na TVI, propõe, na mesma linha de consenso amplo, um arremedo administrativo credível, mas não legitimado, para atravessar a Crise, a Dívida, o Défice: como se para si tal ideia fosse uma moça loira, suculenta, irresistível, deixa-se de novo levar pela defesa de uma espontânea e bem intencionada Coligação Salvífica Geral da Pátria que depois alguém trataria de liderar. Estava evidentemente excitado no directo com Carrilho. E essa excitação até é compreensível uma vez que, em última análise, a evacuação violenta, a 28 de Novembro de 2004, das funções que por sua honra jurou desempenhar substituindo Barroso desaguou nisto. Neste lixo, nesta desagregação insana da economia do País às mãos "suaves" e "competentes" do "abnegado" socialismo rapace e amiguista. Eu, por mim, compreendo Santana muito bem, mesmo quando, tendo sofrido o que sofreu após a Deserção Barroso, concebe como ainda putativo que se tome duas vezes do mesmo veneno. Há ali um fundo bom que sofre por Portugal e tem urgência. Quem o poderá censurar?!

segunda-feira, novembro 15, 2010

AMADO VON STAUFFENBERG

Amado tem insistido categoricamente na coisa coligatória de um modo tão veemente, tão suprapartidário e transPS  que é impossível não supor ali a ruptura, o contencioso interno com os desígnios de auto-perpetuação do seu chefe furibundo. Crivadas as razões do só agora e as pessoais, parece um excelente sinal. Pode começar por ele-Amado a brecha para o devido semicúpio, sedilúvio do País, a fim de que possamos respirar novos ares multilaterais e sobretudo recomeçar a partir da mais fria lucidez, longe da fantasia e da nuvem de patranhas e duplicidades destes seis anos de circo. Pois muito bem! Seja Amado o nosso Von Stauffenberg bem sucedido lá, onde o de carne, osso, razões e causa falhou por uma unha negra. O bunker-casamata da loucura está cada vez mais apertado.

sábado, novembro 13, 2010

O DESPRENDIMENTO

Amado falou em desprendimento do cargo, sacrifício que faria, a fim de que um Governo alargado de salvação nacional fosse constituído. Uma das línguas que o socialismo socratista não fala, que aliás despreza, persegue e ignora, é a do desprendimento dos cargos, por mais apodrecidos que se encontrem. Há, por isso, alguém profundamente irritado com as palavras de Amado. Alguém que, como de costume, recrimina as Oposições porque elas efectivamente não podem querer assumir responsabilidades que lhes são alheias, associar-se a um malfeitor, um rei-sol absolutista e aldrabão. Aquele que esmaga, consome, esboroa tudo o que politicamente não seja socialista não merece o benefício da bóia. Nesta história de desprendimento dos cargos em troca de viabilidade nacional e sentido de Estado, o socratismo está-se a cagar. Quer é prevalecer, vexar os demais partidos, eliminar e desconsiderar os demais líderes e parceiros sociais, dividir para reinar e, assim, durar, durar, durar. O País que se foda porque o Amigo de Vara quer estar para durar. Ora, não haverá qualquer salvação nem saída para o cerco externo e a crise com um conflituoso, desonesto actor político, de sôfrega avidez desmedida por Poder, malignos vícios de cegueira irracional, aliás, que nos trouxeram até aqui. Alguém lhe meta isto na dura cornadura. Temo que a mensagem de Amado, sendo um começo de isolamento do cerne dos nossos problemas, será ainda insuficiente, tratando-se da feroz besta perigosa que se trata.

sábado, junho 05, 2010

TOO MANY FROGS

A julgar pelo modo sem contemplações como tem sido tratado pela corporação lealista dos Ratos, o quase ex-ministro Amado, por pensar demasiado pela sua própria cabeça, deve ter engolido too many frogs. O problema é que o Grande Sapo que Portugal engole, Sócrates, por mais que o beijem, não se transforma em príncipe. Só em lodo. 

segunda-feira, maio 18, 2009

AMADO E A LEGITIMIDADE APODRECIDA


Torna-se bastante evidente que as caras que dão a cara nesta matéria freeportiana e no seu apêndice malcheirento das 'Pressões de Lopes da Mota*' são sempre as mesmas e afinam pelo mesmo diapasão. Um após outro estabelecem que a posição de Lopes da Mota no Eurojust não é passível de grande discussão. Isto é, apesar do escândalo para uma opinião pública que acorda, apesar do esterco processual e das desculpas de nojo de alguém que pressiona por sua própria conta e risco, tudo deve ficar como dantes. Será aceitável que os nomes de José Sócrates e de Alberto Costa tenham usados por Lopes da Mota para pressionar os procuradores que investigam o Freeport, segundo as conclusões do magistrado Vítor Santos Silva, inspector que conduziu o inquérito das pressões e que propôs a abertura de um processo disciplinar, com proposta de suspensão?! Será possível que o presidente do Eurojust por muito que negue que o tenha feito com o objectivo de pressionar os colegas Vítor Magalhães e Paes Faria seja credível nessa negação?! Não é por acaso que Vítor Santos Silva estabelece nas propostas finais a sugestão de que as declarações de Lopes da Mota sejam dadas a conhecer ao ministro da Justiça para que este avalie se quer avançar com procedimento criminal contra Lopes da Mota, devido ao uso alegadamente abusivo do seu nome. Sairam porém a terreiro a defender a permanência da criatura no Eurojust toda a gangada PS, fazendo muro, defendendo o indefensável, quando está mais que confirmado que 1) Lopes da Mota pressionou os colegas e 2) por isso mesmo vai ser alvo de um processo disciplinar que pode culminar na sua suspensão. Sabe-se que Lopes da Mota, diante de Vítor Magalhães e Paes Faria, disse que 'o primeiro-ministro quer isto resolvido depressa' e que mandava perguntar se os dois magistrados tinham 'a noção de serem as pessoas mais importantes do País'. Sabe-se que esteve com Alberto Costa a quem Sócrates teria dito que se o PS não tivesse maioria absoluta isso seria por causa do dossiê Freeport haveria 'represálias'. Sabe-se que foi feita uma grave alusão à lei da responsabilidade civil extracontratual, que permite exigir uma indemnização por actos de magistrados. Em cima de todas estas conclusões gravíssimas, o singelo facto de o procurador-geral da República não ter tido a transparência de disponibilizar o relatório de Vitor Santos Silva do caso das pressões aos elementos do Conselho Superior do Ministério Público. É somente este facto que deixa espaço a ora Alberto Martins, ora Vitalino ora Amado ora o Diabo a quatro para urdirem empatanços nos media, ganhando tempo e adormecendo a questão pútrida com falinhas mansas e assim evitar a devastação de tal PS esponjoso a nível político por causa de tal berbicacho. Sem acesso ao relatório, os conselheiros limitaram-se a concordar com a decisão de Pinto Monteiro: acatar a sugestão do inspector para abrir um processo disciplinar a Lopes da Mota. Amado, bem como a grande generalidade dos políticos do PS, tem uma noção a pior possível dos portugueses e do que lhes devem. Esclarecimento continuado e permanente. Não é por acaso que o eleitorado português nunca se sentiu à vontade para conceder uma maioria absoluta a um partido paquidérmico no exercício do Poder. Fica tirada a prova dos nove de que, com um PS com um Poder absoluto, ninguém extrai consequências, ninguém se demite segundo uma lógica corporativa, mafiosa, de tráfico de favores e protecção sistémica das organizações secretas. O português inteligente e informado tem naturalmente cada vez mais nojo do secretismo político de este PS-Governo, das trapalhadas de este PS-Governo, do desastre económico e justiciário que tal poder corporativo trouxe ao País. Este PS de Amado, Vitalino, Martins e tantos outros é um PS que enriquece na política e protege os seus mediante a Política que não presta contas aos cidadãos nem a instãncia nenhuma. Interessa-lhe um povo de brutos e tristes e desmoralizados para que as coisas prossigam tal e qual: «O ministro dos Negócios Estrangeiros (MNE), Luís Amado, defendeu hoje, em Bruxelas, que Lopes da Mota "tem toda a legitimidade de continuar" na presidência do Eurojust enquanto essa organização assim o entender.»
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* «O procurador-geral adjunto José Luís Lopes da Mota, 54 anos, encontra-se desde 2002 na Agência Europeia de Reforço da Cooperação Judiciária (Eurojust), tendo sido eleito presidente do organismo em 2007. O Eurojust é um organismo da União Europeia de cooperação judiciária em matéria penal, instituído em 2002. Licenciado em Direito pela Faculdade de Direito de Lisboa, Lopes da Mota começou a sua carreira no Ministério Público em 1979, passando pelas Comarcas do Porto e de Vila da Feira. Na década de 80, foi colocado em Felgueiras, passagem que levou a que, anos mais tarde, tenha surgido uma suspeita, que acabou arquivada, de ter passado informações à presidente da Câmara Municipal local, Fátima Felgueiras, relacionadas com o processo do "saco azul". Lopes da Mota passou pelo Centro de Estudos Judiciários (CEJ) e foi secretário de Estado da Justiça no primeiro Governo de António Guterres, do Partido Socialista, quando era ministro da tutela Vera Jardim, entre 1996 e 1999Expresso

terça-feira, agosto 19, 2008

TOO LATE FOR THAT NOW, AMADO!


Agora é tarde para falar de firmeza e não há nem nunca houve ponta de agressividade
nesta organização a precisar urgentemente de refundação.
Muito menos em relação à Rússia nos seus arroubos de incontinência bélica.
A NATO são os Estados Unidos e a sua luta ostensiva por influência,
venda de armamento, e outros negócios, sobre os países-tampão
dentro da ancestral órbita de influência russa,
como é o caso da Ucrânia e sobretudo da Geórgia.
Nem falemos da Roménia ou da Polónia.
O que há de europeu na NATO não se ouve, não se sente e nem se vê.
lkj
Post-Posta: naturalmente, vejo em Amado um perfeito sucessor de Solana.
The world's a stage and so is European Union, that burocratic Onion of Power!
lkj
«Numa análise publicada no Moscow Times, a analista russa Lilia Chevtsova escreve
que "o conflito armado entre Moscovo e Tbilissi é sobre poderio e sobrevivência",
a Ossétia é um mero pretexto.
lkj
"O pior pesadelo para a elite russa é que a Geórgia (e a Ucrânia)
se tornem membros da NATO." Vladimir Putin e Dmitri Medvedev
passam a imagem de uma Rússia "fortaleza sitiada".
A "elite", que voltou a subir o tom da retórica antiocidental
"como uma componente-chave da sua política externa",
pretende também enviar uma mensagem à Ucrânia
e a outros países da sua esfera de influência:
"Pode ser perigoso aquecer as relações com o Oeste."
lkj
Trata-se da aplicação de uma "política de contenção"
em relação ao Ocidente. Mas, "ironicamente, ao tentar expulsar o Presidente georgiano
Mikhail Saakashvili, Moscovo pode de facto facilitar uma integração da Geórgia na NATO".
O preço interno desta orientação será também elevado, diz Chevtsova:
já está a provocar "uma ressaca conservadora"
que anulará as veleidades da "política de modernização"
prometida por Medvedev.». [Público]